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POLÍTICA
Secretário de Comunicação Social diz
que Rogério é forte candidato a prefeito
Ao
receber o suplente de deputado estadual Rogério Lorenzetti,
em seu gabinete, no Palácio Iguaçu, o secretário de Comunicação
Social do Governo do Paraná, Airton Pissetti, disse que
ele (Rogério) é forte candidato a prefeito de Paranavaí.
"O PMDB de Paranavaí tem candidato para disputar as eleições
e que certamente levará o partido à vitória", disse o secretário
com base em pesquisas e informações que tem recebido da
cidade. Pissetti disse que o governador Roberto Requião
"agiu corretamente" ao convidar Rogério para ingressar no
PMDB e ser o candidato do partido à Prefeitura de Paranavaí.
"O Rogério tem o perfil do candidato que a população está
clamando - é jovem, determinado e acima de seus interesses
pessoais sempre coloca os interesses da cidade. Ele é apaixonado
por Paranavaí", destacou o secretário, que o convidou para
participar de uma cerimônia no Palácio Iguaçu. Em outra
ocasião, ainda durante a visita que Rogério fez na semana
passada em Curitiba, Pissetti voltou a considerar Rogério
como o "forte candidato do PMDB de Paranavaí". Para o secretário
de Comunicação Social, "temos fortes indícios de que vamos
ganhar em Paranavaí com o Rogério". O PMDB Estadual já se
organiza para apoiar e ajudar seus candidatos no interior.
O partido deve começar já a conclamar os simpatizantes a
se filiarem e difundir nas bases a ideologia do partido
e seus planos para o Paraná e para os municípios. "O secretário
Pissetti foi bastante gentil. É bom saber que tem esta perspectiva.
Mas no momento o mais importante é reivindicarmos por Paranavaí
e para a nossa região. Eleições é assunto para o próximo
ano", disse Rogério depois de receber as manifestações do
secretário Pissetti.
EXPEDIENTE
Agência da Previdência em
Paranavaí fecha dias 27 e 28
A
Chefia da Agência da Previdência Social em Paranavaí está
comunicando aos segurados da Previdência Social, que em
virtude de feriado alusivo ao dia do Funcionário Público
e também para estudo da Instrução Normativa nº 95/07.10.03,
a Agência do INSS em Paranavaí, estará fechada ao público
nos dias 27 e 28/outubro/2003, segunda e terça-feira, retornando
às atividades na quarta-feira dia 29, das 8h00 às 14h00.
A informação é de Miguel Antonio Zarur Neto, chefe da Agência
da Previdência Social em Paranavaí.
INVESTIMENTOS
Fábrica vai ampliar sua produção e
gerar novos empregos em Paranavaí
A
Móveis Felber Ltda., que fabrica a linha exclusiva de móveis
para as agências do Banco do Brasil, vai ampliar sua capacidade
de produção e criar novos empregos na sua nova área, em
Paranavaí. O anúncio foi feito pelos diretores da empresa,
Hélio e Milton Felber, num encontro com secretários municipais
e o prefeito Deusdete Ferreira de Cerqueira. Durante uma
visita à indústria, o prefeito ofereceu incentivos para
a ampliação e colocou a estrutura da prefeitura à disposição
do empresário. De acordo com a direção da empresa, o complexo
industrial da fábrica será ampliado em mais 1,5 mil metros
quadrados, aumentando a sua atual área de 3,6 mil metros
- o terreno total da indústria é de 7 mil metros quadrados.
"A unidade anexa pode entrar em funcionamento ainda no primeiro
trimestre do ano que vem", previu Hélio Felber. Segundo
ele, além dos atuais 62 funcionários, o novo complexo deve
gerar cerca 60 novos empregos diretos e indiretos. O novo
complexo abrigará três novas e imensas máquinas totalmente
informatizadas, que já estão em negociação. A Felber não
revela os valores dos investimentos, mas adianta que o faturamento
anual da empresa é de R$ 300 mil. A indústria tem exclusividade
na confecção de móveis e outros equipamentos para o banco,
com capacidade para montar seis agências completas a cada
mês. A linha de produção trabalha com madeiras de vários
tipos, vidro e metal. "Esse investimento vai gerar empregos
também em outras empresas que fabricam e comercializam a
matéria-prima para a fábrica", prevê a secretária municipal
de Indústria e Comércio, Eloiza Felippe Mendes. Os produtos
oferecidos pela fábrica vão desde lixeiras personalizadas
até os balcões de caixas de atendimento. Num total, são
96 itens fabricados exclusivamente para o Banco do Brasil.
A indústria é dividida nos setores de madeira e de metalurgia.
Empregos - Deusdete disponibilizou toda a estrutura da prefeitura
para empresa e disse que a geração de empregos na cidade
é uma das suas principais metas. Dados da Agência do Trabalhador
de Paranavaí apontam que somente nos sete primeiros meses
deste ano (não estão atualizados os meses agosto, setembro
e outubro), 3.683 novas vagas foram criadas no município.
"A prefeitura está incentivando as empresas implantadas
e também buscando firmas que procuram locais para se instalar",
disse. O prefeito garantiu que estão adiantadas as negociações
com uma empresa agroindustrial do setor de alimentos, mas
os detalhes ainda não podem ser divulgados a pedido da própria
empresa para evitar assédio de outros municípios. "Não queremos
entrar na chamada "guerra fiscal" e esse sigilo é importante
para a consolidação da negociação", justificou Eloiza Mendes.
Legenda/F-801 Deusdete disponibilizou estrutura da prefeitura,
no encontro com Felber (BOX) No começo, empresa fazia carroças
A Móveis Felber foi criada em 1953, com o nome de Marcenaria
Catarinense Ltda. O objetivo da firma, na época, era fabricar
móveis de pequeno porte e carroças. Treze anos depois, a
construção de um barracão maior e próprio fez com que fosse
mudada a razão social da firma, que já fabricava móveis
para residências e arriscava timidamente em contratos com
agências bancárias. Foi em 1988, já com o nome atual, que
a firma se consolidou na preferência entre os bancos, prestando
serviços para instituições como Bamerindus, Mercantil, Real,
Bradesco e Unibanco. Depois de meio século de existência
e devidamente instalada, com plena facilidade de suprimento
de matéria-prima e escoamento de produtos acabados, a empresa
se mantém na exclusividade na fabricação de móveis para
as agências do Banco do Brasil.
VIDA
DE INSETO
Cigarras passam maior parte do
ciclo de vida embaixo da terra
Da
Redação
A
barulhenta cantoria e o estranho ciclo de vida das cigarras,
fez com que a feirante Francisca Bruning Schiroff, moradora
no Distrito de Graciosa, em Paranavaí, se interessasse por
este animal há três anos. Francisca participa da feira na
Praça dos Pioneiros duas vezes por semana, e a quantidade
de cigarras existentes no local chamou a atenção da comerciante.
Com a ajuda do cliente Bráulio Bolleta, que tinha alguns
recortes de jornais com matérias explicativas sobre a cigarra,
a feirante passou a entender mais sobre o metabolismo do
inseto. A cigarra é um inseto conhecido por ser barulhento,
sua cantoria pode ser escutada a mais de 400 metros do local
onde ela se encontra. A crença popular é de que o inseto
canta até explodir. Na realidade, apenas os machos é que
cantam para atrair as fêmeas, e ao contrário do que a crença
afirma, na realidade o inseto abandona seu exoesqueleto
(camada que envolve seu corpo) e toma a forma final de sua
idade adulta. Nesta fase o inseto se acasala e bota seus
ovos nas cascas das árvores, logo em seguida morre. O ciclo
final de sua vida dura em média um mês. Quando os ovos se
abrem, as larvas se despencam no chão e imediatamente cavam
buracos, onde permanecem até chegar a hora de completar
seu ciclo de vida, dando continuidade para a espécie. Os
biólogos já catalogaram mais de 1.500 espécies, que passam
em média de um a quatro anos embaixo da terra, no estágio
de lagartas ou larvas se alimentando da seiva das raízes.
Em algumas regiões dos Estados Unidos existem espécies que
chegam a ficar 17 anos embaixo da terra. O ciclo de vida
adulta da cigarra acontece sempre durante o calor (primavera
e verão). O som da cantoria da cigarra sai da parte inferior
do abdômen do macho, que contrai os músculos em torno de
duas cavidades com membranas que funcionam como tímbalos.
PESCA/IAP
Defeso da Piracema começa sábado
BENEDITO PRAXEDES JR
Da Redação
A fiscalização do período de defeso da Piracema (período
de proteção à reprodução natural dos peixes) no Rio Paraná,
que começa no dia 1º de novembro (sábado) e vai até 29 de
fevereiro de 2004, contará este ano com um apoio a mais:
o Posto da Polícia Florestal na Estação Ecológica do Caiuá,
em Diamante do Norte. A informação é do chefe do Escritório
Regional do IAP (Instituto Ambiental do Paraná) em Paranavaí,
Doraci de Oliveira. Ele acredita que a fiscalização será
mais eficaz. Segundo Oliveira, a fiscalização contará com
cinco fiscais do IAP, 16 do Comafen (Consórcio Intermunicipal
do APA Federal do Noroeste do Paraná) e 11 da Polícia Florestal.
A Portaria nº 60 do Ibama prevê que os pescadores amadores
poderão pescar desembarcado, com linha, caniço, vara ou
molinete ou carretilha, iscas naturais e artificiais. A
cota de captura e transporte é de 5 quilos mais um exemplar.
Para os pescadores profissionais será permitida a captura
e transporte, em qualquer quantidade, das seguintes espécies:
bagre africano, black-bass, carpas, peixe-rei, tilápias,
apiari, corvina ou pescada-do-Piauí, sardinha-de-água-doce,
tucunaré e tambaqui. O QUE É PIRACEMA? Na língua Tupi, Piracema
é a palavra que quer dizer "saída dos peixes para a desova".
Os índios já observavam que alguns peixes saíam dos lagos
e baías em movimentos migratórios que culminavam com a reprodução,
e, mesmo nos dias de hoje, essa ainda é a palavra que melhor
traduz toda a complexa seqüência do processo reprodutivo
dos peixes em condições ambientais propícias. Antes, muito
antes da reprodução propriamente dita acontecer, os animais
interpretam os sinais ambientais de que a estação favorável
está para chegar. Dias mais quentes, chuvas mais freqüentes,
água mais oxigenada, são alguns desses sinais. Machos e
fêmeas dispersos em rios, lagos, baías e áreas de alimentação
saem para a calha dos rios, deslocam-se milhares de quilômetros
formando cardumes que se dirigem às áreas de desova, onde
estarão próximos, maduros, prontos para o acasalamento.
A fecundação dos peixes migradores é externa, e a elevada
concentração de machos e fêmeas aumenta as chances de fertilização
no ambiente aquático. Os milhões de ovos e larvas, como
nuvens suspensas na coluna d'água, serão vítimas de predadores,
da escassez de alimentos e de muitas outras condições adversas.
Poucos chegarão à fase adulta. A dispersão dos ovos, embriões
e larvas para as margens dos rios, feita pelas correntes,
concorre para que encontrem maior quantidade de alimento
e proteção, reduzindo essa perda. Durante a Piracema, o
apelo para conservação da espécie é tão intenso que os peixes
se descuidam de suas estratégias de proteção. Tornam-se
presa fácil. A viagem de centenas de quilômetros os deixa
extenuados, e muitos pescadores aproveitam-se dessa fragilidade
para capturá-los facilmente, e em grandes quantidades. Agindo
desse modo, interferem em todo o processo de perpetuação
da espécie e renovação dos estoques, que será sentido na
diminuição do tamanho dos peixes e na quantidade disponível
para a pesca nos anos subseqüentes. Por isso é tão importante
a proteção dos peixes na época da Piracema.
ENCONTRO
Equipe da Santa Casa participa de
Encontro de Humanização Hospitalar
Uma equipe da Santa Casa de Paranavaí, liderada pelo coordenador
Héracles Alencar Arrais, participa nesta semana, de segunda
à quarta-feira, do I Encontro de Humanização Hospitalar
- gestão, tecnologia e educação, promovido pelo Hospital
Pequeno Príncipe, em Curitiba. O objetivo deste encontro
é trocar experiências e promover debates sobre a qualidade
de atendimento de saúde nos hospitais, destacando os aspectos
ligados à gestão, educação e valorização dos profissionais
e ao desenvolvimento de tecnologias de atendimento em saúde,
que levem em conta os aspectos humanos aplicados. Segundo
Arrais, a política da atual diretoria da Santa Casa não
é apenas a de manter o hospital aberto, mas "sobretudo oferecer
um atendimento digno, de excelência". Ele cita o manual
da política nacional de atendimento humanizado nos hospitais,
que enfatiza que "no campo das relações humanas que caracterizam
qualquer atendimento à saúde, é essencial agregar à eficiência
técnica e científica uma ética que considere e respeite
a singularidade das necessidades do usuário e do profissional,
que acolha o desconhecido e imprevisível, que aceite os
limites de cada situação". Para o coordenador da Santa Casa,
durante os três dias vários profissionais estarão se revezando
em palestras, apresentado experiências, os caminhos possíveis
e necessários, a formação para o atendimento integral, a
humanização do parto e para a terceira idade "é uma gama
de assuntos que precisamos sempre estar reciclando os nossos
profissionais", diz Héracles Arrais.
FAFIPA
Estudos Contábeis na Fafipa
Terminou na noite de sexta-feira, na Fafipa, a Semana de
Estudos Contábeis e o destaque foi a participação do presidente
do Conselho Regional de Combatividade do Paraná, Nelson
Zafra. Ele é paranavaiense. Começou trabalhar como contabilista
em Paranavaí, antes de mudar-se para Curitiba onde tornou-se
um líder da classe, inclusive a nível nacional. Ele disse
que tem um carinho especial pela cidade de origem e lembrou
dos colegas e amigos. O tema discorrido por Zafra foi exatamente
a atuação dos Conselhos Regional e Federal de Contabilidade
e as perspectivas da profissão Contábil". Ele vê o contabilista
como profissional da maior importância para o desenvolvimento
das empresas. O presidente do CRC/PR, tem comparecido com
frequência aos eventos na área contábil em Paranavaí e também
para visitar seus parentes e amigos. A Semana de Estudos
Contábeis é uma dos grandes eventos na Região Noroeste do
Paraná. Promovido pela departamento de Ciências Contábeis
da Faculdade Estadual de Educação Ciências e Letras de Paranavaí.
O departamento, também é destaque no incentivo ao momento
cultural de Paranavaí. Na sexta-feira, uma magistral representação
dos jovens talentos do Grupo SESC de teatro (de Paranavaí),
receberam elogios ao representar mais uma vez no DCE a peça
"Liberdade Liberdade". O público manteve-se atento durante
mais de uma hora e meia a aplaudir. O trabalho mostrou os
momentos de sofrimento do mundo com as opressões de regimes
repressivos e sanguinários. O trabalho mostra a fase mais
cruel da história do Brasil, causado pelo golpe militar
de 64. O trabalho Liberdade Liberdade tem dois nomes consagrados
na elaboração: Millor Fernandes e Flávio Rangel. Grupo Sesc,
nota 10.
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