Paranavaí - PR, 11/10/2007

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FIFA
Brasil tem três indicados
a melhor do mundo

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FIFA
Ronaldinho apóia Kaká,
mas não descarta levar prêmio

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CORINTHIANS
Andrés assegura Nelsinho
e fala em time forte para 2008

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SELEÇÃO
Com Dunga, trio
brasileiro encontra paz

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AUTOMOBILISMO-MUNDIAL
Para Massa, título de
Raikkonen não o deixa
em 2º plano na Ferrari

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FIFA
Brasil tem três indicados
a melhor do mundo

SÃO PAULO (Folhapress) - O Brasil tem três representantes indicados para receber o prêmio de melhor jogador do mundo pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) na temporada 2007. Kaká (Milan), Ronaldinho Gaúcho (Barcelona) e Juninho Pernambucano (Lyon) disputam com outros 27 jogadores. Kaká, que na semana passada levou o prêmio de melhor do mundo em eleição feita entre os jogadores profissionais, é um dos principais favoritos a ficar com a premiação da entidade máxima do futebol. O argentino Lionel Messi (Barcelona) e o português Cristiano Ronaldo (Manchester United) são outros que estão bem cotados. Entre as mulheres, o Brasil tem quatro candidatas, com destaque para Marta, a atual vencedora. As outras indicadas são Cristiane, Daniela Alves e Formiga. Todas integraram a seleção que conquistou a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos e o vice-campeonato no Mundial da China. Os vencedores serão anunciados em uma cerimônia da Fifa no dia 17 de dezembro em Zurique (Suíça).

 

 

 

 

 

 

 


FIFA
Ronaldinho apóia Kaká,
mas não descarta levar prêmio

SÃO PAULO (Folhapress) - Vencedor por duas vezes do prêmio de melhor jogador mundo, em 2004 e 2005, o meia-atacante brasileiro Ronaldinho disse que o compatriota Kaká merece vencer a edição de 2007. Os dois jogadores, ao lado de Juninho Pernambucano, foram os brasileiros escolhidos pela Fifa para disputar o prêmio que será entregue no dia 17 de dezembro em Zurique (Suíça). "Eu votaria no Kaká, pela excelente fase que ele vive", disse o jogador do Barcelona, que, apesar de não ter feito uma temporada brilhante, não descarta levar o prêmio. "Espero estar brigando pelos primeiros lugares, é um prêmio individual dos mais importantes. É muito bom me manter nesse nível durante esses anos", continuou. Kaká, que na semana passada levou o prêmio de melhor do mundo em eleição feita entre os jogadores profissionais, é um dos principais favoritos ao prêmio da Fifa, ao lado do argentino Lionel Messi (Barcelona) e do português Cristiano Ronaldo (Manchester United). Entre os atletas da seleção, o meio-campista do Milan parece ser uma unanimidade. "O Kaká vive hoje um momento melhor, pelas conquistas que vem tendo", disse o volante Josué. "Ele está em uma fase excelente, foi campeão junto com o Milan [da Copa dos Campeões], e todo mundo deve elegê-lo como o melhor do mundo", disse Vagner Love. Cannavaro - Vencedor da última edição da Bola de Ouro e também do prêmio de melhor jogador do mundo da Fifa, o zagueiro italiano Fabio Cannavaro, do Real Madrid, afirmou ontem que Kaká deve ficar com as duas premiações individuais neste ano. "Creio que o jogador que me sucederá no prêmio da Fifa será seguramente Kaká, e todos também dizem que ele vai ganhar a Bola de Ouro", afirmou o defensor. Sobre as chances de Lionel Messi, que tem sido o principal nome do Barcelona no início desta temporada, Cannavaro declarou que os prêmios devem analisar o desempenho do jogadores durante o ano todo, e não apenas em parte dele, o que excluiria o argentino da disputa. O sueco Zlatan Ibrahimovic, um dos favoritos de Cannavaro, não foi indicado, assim como o atacante italiano Francesco Totti, da Roma, chuteira de ouro da Europa na última temporada.

 

 

 

 

 

 


CORINTHIANS
Andrés assegura Nelsinho
e fala em time forte para 2008

SÃO PAULO (Folhapress) - Em seu primeiro dia na presidência do Corinthians, Andrés Sanchez fez questão de dizer que vai manter o técnico Nelsinho Baptista no clube - ele havia sido contratado por Clodomil Orsi. Andrés, que ficará no comando do clube até fevereiro de 2009, quando acabaria o mandato de Alberto Dualib (que renunciou), também fala em uma equipe forte para a próxima temporada. "O Nelsinho é o treinador, não vamos mexer em nada do futebol. Quero sanear o clube financeiramente e trazer bons jogadores para fazer um time mais competitivo do que esse ano", disse o dirigente em entrevista à TV Bandeirantes. O Corinthians ocupa a 17ª colocação do Nacional, com os mesmos 37 pontos do Atlético-MG, primeiro time fora da zona de rebaixamento. O novo presidente corintiano disse que conversou com o elenco e passou o seu apoio. "Foi uma conversa franca, rápida. Dei o apoio não só meu, mas de toda a nova diretoria. Senti o grupo mais encorpado, eles sabem da responsabilidade", finalizou Andrés, que encabeçava a chapa Renovação e Transparência, e foi eleito presidente na noite de terça-feira com 175 votos, 17 a mais que Paulo Garcia -158.

 

 

 

 

 

 

 

 


SELEÇÃO
Com Dunga, trio
brasileiro encontra paz

TERESÓPOLIS (Folhapress) - Até bem pouco tempo, a rotina deles era explicar a fase ruim na seleção enquanto brilhavam em seus poderosos clubes. Mas isso mudou. O trio mais talentoso do time de Dunga transferiu o clima de lua-de-mel da Europa para Teresópolis, onde a equipe nacional se prepara para a estréia nas eliminatórias, no domingo, contra a Colômbia, em Bogotá. Ronaldinho, Kaká e Robinho passam por maus bocados nos seus times. O primeiro é acusado de noitadas por imprensa e torcedores em Barcelona, que transferiu para o argentino Lionel Messi posto de xodó das arquibancadas. O segundo entrou em atrito com Carlo Ancelotti, o técnico do Milan, por sua função dentro de campo. "Estou jogando de forma diferente da temporada passada", afirmou Kaká, referindo-se ao período em que teve seu melhor momento no futebol até agora. Com Robinho, aconteceu algo pior. Ele perdeu a titularidade absoluta no Real Madrid, irritou-se com isso e ainda vem de contusão no tornozelo, que anteontem o impediu de participar dos treinos no segundo dia da seleção em Teresópolis. "Acredito que ele não será problema para o jogo de domingo", afirmou o médico da seleção, José Luiz Runco. "O tratamento que estou fazendo aqui está dando resultado", afirmou Robinho, que projeta levar para o clube espanhol os fluidos do time nacional. "Espero jogar no Real Madrid no mesmo nível que venho jogando na seleção brasileira", disse o atacante. Ronaldinho, 27, é hoje um jogador de poucas palavras na Espanha, mas no Brasil acontece o contrário. Ele nem se importa se Dunga designar a ele uma função diferente da que exerce no clube. E se emociona do tempo em que defende o Brasil, desde as categorias de base. "É muito legal fazer parte da seleção há tanto tempo. Estou aqui desde os 12 anos. Na seleção, cada jogo pode trazer uma emoção diferente", disse. Ele, Kaká e Robinho prometem amor eterno à seleção, mas o relacionamento deles com seus clubes pode não ser tão longo. Logo depois de se estranhar com Ancelotti, Kaká disse que gostaria de jogar na Espanha. Ronaldinho pode fazer o caminho inverso, indo do Barcelona para o Milan. Quando ficou na reserva, Robinho não quis falar nem com o canal de TV oficial do Real Madrid. Com o trio de astros de bem com a seleção, Dunga ensaia outras definições para o jogo de domingo. No primeiro treino coletivo em Teresópolis, ele escolheu Júlio César para o gol. Vágner Love seguiu como centroavante (Afonso e seus sete gols em um jogo na Holanda ficaram na reserva) e Elano entrou no lugar de Robinho. O treino teve a presença de Ricardo Teixeira, presidente da CBF. Depois de deixar a seleção abandonada na Copa da Alemanha, ele conversou anteontem com alguns jogadores de forma individual (Ronaldinho foi um deles) antes de ir para a beira do campo acompanhar o treino, sentado no banco de reservas, acompanhado da filha. Segundo a assessoria da CBF, a visita do presidente não foi para tratar da premiação para as eliminatórias. Ainda de acordo com a assessoria, o valor seguirá o mesmo padrão de outras competições. Gramado - Foram sete anos de espera para o Maracanã reencontrar a seleção, mas, segundo a comissão técnica, o estado do gramado carioca pode prejudicar o desempenho da equipe no jogo contra o Equador, na próxima quarta. Segundo Jorginho, o auxiliar de Dunga, ele nunca viu a grama do estádio tão ruim. "O campo está ondulado, além de feio", disse Jorginho, que fez uma vistoria no local na última segunda-feira. Segundo ele, as melhoras no gramado em relação ao mês passado, quando ele e Dunga estiveram no Maracanã, foram mínimas. Ele até sugeriu que a partida fosse feita no Engenhão, mas isso é impossível - até a tarde de ontem 47 mil ingressos para o confronto diante dos equatorianos foram vendidos, mais do que a capacidade da arena construída para o Pan. Os jogadores foram mais políticos, mas deixaram evidente a preocupação. "Espero que até o dia do jogo a coisa melhore, porque senão vai prejudicar o nosso toque de bola", falou Ronaldinho, o único do grupo que atuou no último jogo da seleção no Maracanã - em 2000, também pelas eliminatórias, contra a Bolívia.

 

 

 

 

 


AUTOMOBILISMO-MUNDIAL
Para Massa, título de
Raikkonen não o deixa
em 2º plano na Ferrari

SÃO PAULO (Folhapress) - Apesar dos indícios de que as coisas podem ser diferentes na próxima temporada graças ao desempenho de seu companheiro de Ferrari na reta final do Mundial, Felipe Massa disse não ver problemas caso o finlandês Kimi Raikkonen leve o título no GP do Brasil de F-1. Sem chances de conquistar o título de pilotos da temporada, o piloto brasileiro disse não acreditar que isso faria com que a equipe passasse a privilegiar o finlandês em 2008. "Não [haveria privilégios]. O trabalho vem sendo bem feito, e a equipe se dedica 100% tanto para mim quanto para ele. Não teria o menor problema, e não estou preocupado com quem será campeão", disse Massa, em entrevista à rádio Jovem Pan. Raikkonen é o atual terceiro colocado, com 100 pontos, três a menos do que Fernando Alonso, e sete atrás do líder, o inglês Lewis Hamilton, ambos da McLaren. Mesmo sem poder ser campeão, Massa disse não ter perdido a motivação para o GP do Brasil, em Interlagos, no próximo dia 21. "O que eu mais quero é brigar pela vitória, como aconteceu no ano passado. Independentemente de estar ou não na disputa do campeonato. Vou fazer o meu trabalho", finalizou. Perda de espaço - Luca Baldisserri, chefe de operações de pista da Ferrari, já compara o desempenho Raikkonen, único a vencer cinco vezes neste Mundial, ao de Michael Schumacher. "Trabalhamos com o Michael por dez anos e nossa relação chegou a um ponto em que bastava olhar em seus olhos para saber onde havia um problema e o que ele queria", falou. "Com o Kimi, sofremos um pouco no começo, por causa de seu estilo de dirigir, mas, da metade da temporada para cá e depois da corrida que fez em Xangai, ele pode estar no mesmo nível do Michael", afirmou. Desde o GP da França, oitava das 16 etapas já disputadas, Raikkonen foi bem superior a Massa. Das últimas nove corridas, venceu quatro e foi ao pódio em oito - falhou apenas no GP da Europa, pois teve uma pane hidráulica em sua Ferrari.

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