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SEGURANÇA PÚBLICA DO PAÍS

Centro regional integra as forças de segurança dos três estados do Sul

05/12/18 00:00:00 - Cotidiano > Estadual
Centro regional integra as forças de segurança dos três estados do Sul A governadora Cida Borghetti com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann quando da instalação do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública da Região Sul Foto: Orlando Kissner/ANPr

CURITIBA - A governadora Cida Borghetti e o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, inauguraram em Curitiba o Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública da Região Sul (CIISP), o primeiro instalado no País.
O espaço, localizado no quinto andar da Secretaria de Estado da Segurança Pública, vai promover a integração das forças de segurança dos três estados da região Sul.
O governo federal prevê a instalação de cinco centros integrados, um em cada região brasileira. O objetivo é centralizar todas as informações relacionadas ao combate ao crime organizado, tráfico de armas e de drogas para diminuir os índices de criminalidade no País. A previsão de investimento federal é de R$ 15 milhões.
A instalação do CIISP da Região Sul no Paraná é resultado da cooperação mútua entre a União, por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Segurança Pública, e o Governo do Estado.
O pedido para que a unidade ficasse no Paraná foi encaminhado em maio ao governo federal pela governadora Cida Borghetti. “Quando soubemos do projeto, nos antecipamos com o comando da Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública e protocolamos o pedido rapidamente, no mesmo dia em que o Ministério anunciou a criação desses centros”, afirmou Cida, na solenidade, ontem.
A governadora ressaltou que o trabalho de integração das forças de segurança do Estado, reforçado nos últimos meses, demonstra que o Paraná está preparado para sediar o centro de inteligência.
“Temos o espaço físico e as forças de segurança unidas, além de fazer o monitoramento de fronteira com equipamentos sofisticados para detectar o contrabando e o tráfico de armas e drogas”, disse ela. “Todos esses elementos pesaram para que o Paraná fosse destacado para sediar o primeiro centro brasileiro”, afirmou.
ESTRATÉGICO - De acordo com o ministro, a escolha do Paraná se deu pela organização e integração das polícias paranaenses e pela localização estratégica do Estado em relação aos países de fronteira.
“Acreditamos que aqui teremos a capacidade de detectar e antecipar ações das facções criminosas. Para atuar preventivamente, precisamos ter uma repressão qualificada e voltada para a inteligência, o comando e o controle do crime organizado”, disse.
Jungmann explicou que entre 20 a 30 agentes ficarão lotados no local, incluindo profissionais da Polícia Federal e das forças de segurança do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
“O Paraná vai coordenar as atividades de inteligência da região Sul, em conjunto com todas as forças de segurança e inteligência do governo federal e as Forças Armadas”, explicou. “Isso deverá ser ampliado, talvez com a participação de policiais de outros países que fazem fronteira com o Paraná”, disse.

PRODUZIR CONHECIMENTO

O Governo do Estado disponibilizou a parte física, enquanto que o custeio da estrutura para o funcionamento do centro foi disponibilizado pelo governo federal. A União vai custear a mobilização dos servidores dos outros estados para atuarem no centro integrado e também fará a capacitação e o compartilhamento de recursos tecnológicos de inteligência.
O secretário da Segurança Pública, Júlio Reis, afirmou que dez agentes estaduais já serão destacados para atuar no local. A pasta também vai implantar um comitê para fazer o convite a outros órgãos federais e dos estados do Sul. “Eles vão trabalhar juntos no mesmo local para produzir conhecimento de interesse da segurança pública, fortalecendo as investigações policiais e as ações preventivas”, afirmou.
Além de promover a integração das forças de segurança pública da região Sul, o centro também vai gerar conhecimento estratégico para o enfrentamento qualificado da criminalidade, especialmente das organizações criminosas. O Centro Integrado de Inteligência vai ocupar o mesmo espaço do Centro Integrado de Comando e Controle, que teve investimento de mais de R$ 40 milhões e ficou como legado da Copa do Mundo.

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