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Dilma é vaiada ao defender a CPMF

Nos momentos em que argumentou a favor da CPMF, que tramita no Congresso como proposta de emenda à Constituição, parte dos parlamentares vaiou a presidente em protesto contra medida

03/02/16 00:00:00 - Cotidiano > Política
Dilma é vaiada ao defender a CPMF Sessão solene do Congresso Nacional para abertura dos trabalhos legislativos do segundo ano da 55ª Legislatura. Dilma discursa e parte dos parlamentares vaiou a presidente ao defender a CPMF - Foto: Lucio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados

A presidente Dilma Rousseff defendeu ontem, no plenário do Congresso Nacional, a aprovação da proposta que recria a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). 
Dilma pediu a aprovação da CPMF ao ler a mensagem com as prioridades do Executivo na abertura dos trabalhos legislativos deste ano. 
Nos momentos em que argumentou a favor da CPMF, que tramita no Congresso como proposta de emenda à Constituição, parte dos parlamentares vaiou a presidente em protesto contra medida, enquanto outros, porém, a defenderam com aplausos.
Segundo a presidente, a medida é a “melhor solução disponível em curto prazo para equilibrar a receita fiscal”. Dilma ressaltou que a proposta será debatida “o quanto for necessário” e apelou aos congressistas para que esta e outras medidas sejam aprovadas, como a Desvinculação das Receitas da União (DRU).
“Em favor do Brasil, devemos estar cientes de que, para a estabilidade fiscal de curto prazo, é imprescindível o sucesso dessas medidas. A CPMF é a ponte necessária entre a urgência do curto prazo e a necessidade de estabilidade fiscal do médio prazo”, afirmou.
Enquanto lia a parte da mensagem sobre a recriação do tributo, Dilma foi interrompida por três vezes com manifestações dos parlamentares. Em alguns momentos, foi preciso acionar a sirene que pede silêncio no plenário.
“Sei que muitos têm dúvidas e até mesmo se opõem a essas medidas, em especial a CPMF, e têm argumentos. Mas peço que considerem a excepcionalidade do momento”, afirmou Dilma. 
Na semana passada, ao discursar na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, a presidente já havia mencionado a “excepcionalidade” do momento para pedir “encarecidamente” apoio ao imposto.

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