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07/09/17 00:00:00 - Cotidiano > Sinopse Geral

TERCEIRA edição do Atlas da Acidentalidade no Transporte organizado pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito revelou contrastes nas rodovias federais do Paraná. O estudo é feito a partir de números do banco de dados da Polícia Rodoviária Federal nas 165 rodovias federais do Brasil. Em 2016 o Paraná teve 652 mortes em seus 4.046 km de BRs – a 6ª maior malha federal. O Estado foi o segundo que mais registrou vítimas fatais, atrás apenas de Minas Gerais (830). O aumento foi de quase 12% em relação a 2015, quando 583 pessoas perderam a vida nas estradas. O número assusta, pois deixa o Estado somente no 24º lugar no ranking da queda percentual de mortes em relação a 2011, o pior ano em termos do número de acidentes em rodovias federais segundo o Atlas.

TENDÊNCIA de redução é observada em todos os estados, só que no Paraná ficou pouco acima dos 10%, enquanto 13 unidades federativas tiveram queda superior a 30%. Por outro lado, no mesmo período, o Paraná foi o estado que mais reduziu seu número absoluto de acidentes: 1.676, de 8.669 em 2011 para 6.993 ano passado. A queda de quase 20% representou a 9ª redução percentual no país. No ano passado e nos últimos dez anos a causa principal dos acidentes foi a falta de atenção, porém as causas mais letais foram a ultrapassagem indevida e a desobediência à sinalização, tanto aqui como em todo o território nacional.

SEIS parlamentares paranaenses foram incluídos na lista dos “100 Cabeças” do Congresso, elaborada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar  divulgada nesta semana. Na bancada da Câmara Federal a lista inclui Alex Canziani (PTB), Luiz Carlos Hauly (PSDB) e Rubens Bueno (PPS). Já no Senado, todos os três representantes do Estado: Alvaro Dias (Podemos), Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB) foram nomeados entre os mais influentes da Casa.

APÓS semanas de impasse, a Câmara Federal aprovou nesta semana ainda em 1º turno uma proposta de reforma política. O projeto ‘famoso’, que troca o voto no Legislativo pelo distritão e cria um fundo de financiamento de campanha, segue sem acordo. Mas foi aprovada, por 384 votos a 16, a PEC relatada pela deputada Shéridan (PSDB-RR), que proíbe as coligações entre partidos e cria uma cláusula de barreira de votos para partidos nanicos já em 2018. Para valer, a PEC precisa ser votada em 2º turno. Semana que vem ainda serão votados os destaques ao projeto.

SENADOR Roberto Requião está propondo um Projeto de Decreto Legislativo que convoca Referendo Revogatório das privatizações da Eletrobrás, de subsidiárias da Petrobrás e da extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados, na floresta Amazônica. Na justificativa do projeto Requião argumenta que o governo Temer “tem frequentemente se movido por interesses particulares, dissociados dos ideais nacionalistas de um Brasil próspero e independente”.

POLÍCIA Federal passou a terça-feira contando dinheiro no tal apartamento baiano frequentado por Geddel Vieira Lima. Terminou a jornada na madrugada de ontem, depois de contar uma por uma as notas que somaram R$ 51 milhões em reais e dólares. E Geddel, o ex-vice da Caixa que, ao que parece, tinha uma caixa particular?

DEPUTADO federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) ultrapassou o ex-presidente Lula (PT) nas intenções de voto no Rio Grande Sul. É o que indica um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas. Em um cenário com João Doria (PSDB), Bolsonaro aparece com 21,9% das intenções contra 18,1% de Lula e 13,1% do tucano, segundo a revista Veja. Já se Geraldo Alckmin (PSDB) for o escolhido do partido, a vantagem do deputado cresce um pouco mais: 23,5% contra 18,3% do ex-presidente. O governador paulista aparece em terceiro com 8,8%.

DA FOLHA de S. Paulo: No último dia de sua caravana pelo Nordeste, o ex-presidente Lula da Silva admitiu que houve um “erro de dosagem” na política econômica do PT e que a atual crise econômica começou no governo de sua sucessora, Dilma Rousseff. Em auditório no porto público de Itaqui, em São Luís-MA, Lula declarou que foram os excessos da política de subsídios e gastos estatais no governo Dilma que levaram à atual situação da economia. Paradoxalmente como solução para sair dessa mesma crise defendeu que o país gaste agora parte de suas reservas internacionais em dólar e que ofereça mais crédito ao consumo, mesmo que isso faça a dívida pública subir acima do equivalente a 80% do PIB.

DIVULGAÇÃO de longa conversa entre o ex-diretor de Relações Institucionais da JBS e Joesley Batista, um dos donos da empresa, sacudiu o mundo político nesta semana. Em um dos trechos da gravação, entregue à Procuradoria-Geral da República após descoberta da sua existência, Ricardo Saud, o ex-diretor, cita parceiros da empresa e lamenta ao interlocutor ter que “jogar esses amigos tudo no fogo”. Em seguida, cita políticos também do Paraná qualificando-os como “coitadinhos” e dizendo que fez repasses em dinheiro a ambos.

UMA discussão durante a sessão plenária na Câmara Municipal de São Carlos do Ivaí, na segunda-feira (04), acabou em pancadaria. As imagens gravadas pela Câmara Municipal mostram o início da confusão, quando o vereador Antônio Marcos Garcia (PSD) atira um microfone contra o vereador Joaquim Marcos Filgueira dos Santos (SDD). Assim começou a pancadaria com socos, tombo e uma perna fraturada. Ele quebrou a tíbia, machucou o joelho e passou por uma cirurgia nesta terça-feira. Segundo testemunhas, a discussão começou em torno de uma campanha para arrecadar fundos para reformas em hospital e questões pessoais antigas, que tiveram como estopim a discussão de emendas para um projeto. O presidente da Câmara, Marcos Rodrigues (DEM),  afirmou que o fato “é inadmissível”  e que analisa com o jurídico da câmara para saber as providências internas a serem tomadas.

DE EDITORIAL de O Globo do Rio: O tempo passa e a polêmica reforma política que tenta tramitar na Câmara continua a desafiar a capacidade de os políticos construírem consensos mínimos. Alguns, também por justa pressão da sociedade, se mostram inatingíveis. Caso da proposta acintosa de se reservar 0,5% da receita corrente líquida (hoje, R$ 3,6 bilhões), dinheiro retirado do contribuinte, em meio à grave crise econômica, para financiar campanhas antes sustentadas por contribuições de empresas pelos caixas 1 e 2.

PARA ajudar a contornar a dificuldade da falta de dinheiro, a proposta do Orçamento de 2018 incluirá uma verba generosa de R$ 887 milhões, para constituir o Fundo Partidário. Haveria, ainda, a possibilidade de remanejamento de outros recursos públicos carimbados para bancar despesas da política, como os do ressarcimento a TVs e rádios devido ao “programa eleitoral gratuito”, para serem somados a este quase bilhão de reais. Um fator, porém, que estimula políticos a ampliar o volume de dinheiro canalizado para sustentar partidos e campanhas - o número excessivo de legendas - continua sem ser superado a contento [...]

FRASE: Não há como cuidar bem do que não se gosta. Se não gostar "de" povo, não estará, por óbvio, apto para cuidar dele (Ismar Viana)

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