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As finais entre capital e interior no Campeonato Paranaense

14/04/19 00:00:00 - Esporte > Futebol

Nos últimos 60 anos, decisões foram marcadas por grandes times, viradas, confusões e zebras

A decisão do Campeonato Paranaense entre Toledo e Athletico, que começa neste domingo (14), às 16h, no estádio 14 de Dezembro, é a 11ª em sessenta anos de competição. E a Tribuna do Paraná relembra essas finais. Confira: 

1959 – Coritiba x Londrina
Essa série de finais começa com o encontro de um Coritiba que fez história - com Nico, Carazzai, Bequinha, Miltinho, Duílio e Ivo – com o Londrina de Zeferino. E o Coxa venceu com autoridade, fazendo 3x0 em casa e levantando a taça com um 2x1 de virada no estádio Vitorino Gonçalves Dias.

1960 – Coritiba x Mandaguari
Felix Lezcano. Foi o personagem daquela decisão do Paranaense de 1960 – que aconteceu em abril de 1961. O jogo de ida entre Coritiba e Mandaguari foi no Belfort Duarte, e vencido pelo Coxa por 2×0, gols de Duílio. Na volta, Miltinho fez 1×0, mas Castro empatou para o Mandaguari, em jogo marcado pelo lance em que o atacante paraguaio atingiu Bequinha, que acabou fraturando tíbia e perônio. A decisão ficou para o terceiro jogo, vencido pelos alviverdes por 4×0. 

1965 – Ferroviário x Maringá
O Campeonato Paranaense de 1965 só foi decidido em março do ano seguinte. Naquele tempo, a final era entre o campeão da Série Sul, que foi o Ferroviário, e o da Série Norte, que foi o Grêmio Maringá. E o Boca Negra venceu as duas partidas da decisão, 1×0 no Willie Davids e 3×1 na Vila Capanema.

1967 - Água Verde x Maringá
Um dos clubes que está na origem do Paraná Clube é o Esporte Clube Água Verde – que mais tarde se tornaria o Pinheiros. O ‘hidroesmeraldino’ foi um dos donos dos futebol paranaense nos anos 1960. O título estadual em 1967 veio após três jogos com o Grêmio Maringá. Nos dois primeiros, empates em 0x0 (no Willie Davids) e 2×2 (no Belfort Duarte). Numa noite de terça-feira, 19 de dezembro, no Durival Britto, vitória por 1×0, e Russinho foi o herói do Água Verde. 

1977 – Maringá x Coritiba
De um lado, o Coritiba então hexacampeão. De outro, um Grêmio de Maringá que justificava o apelido de Galo Guerreiro. E o time do Norte calou o Belfort Duarte (o nome do estádio coxa ainda não havia sido alterado). Após vencer no Willie Davids por 1×0, o Maringá arrancou o empate em 1×1 no Alto da Glória e conquistou o Paranaense.

1989 – Coritiba x União Bandeirante
Para muitos, o melhor Coritiba de todos os tempos. Mas derrotar o União Bandeirante não foi fácil para o time treinado por Edu Coimbra e que tinha Osvaldo, Tostão, Carlos Alberto Dias, Chicão e Kazu. Os dois jogos foram no Couto Pereira – sem condições de jogar na Vila Maria, o União aceitou a inversão do mando. Na ida, empate em 0x0. E na volta, Tostão fez dois gols e o Coxa levou o título.

2003 – Coritiba x Paranavaí
O Coritiba foi campeão invicto no Paranaense de 2003. Mas teve dificuldades na decisão contra o Paranavaí. O primeiro jogo foi disputado sob forte calor no Noroeste, e terminou empatado em 2×2. Na volta, mais de 45 mil pessoas estiveram no Couto Pereira acompanhando a vitória alviverde por 2×0, com gols de Edu Sales e Marcel. 

2006 – Paraná x Adap
Comandado por Luiz Carlos Barbiéri, o Paraná Clube superou a surpreendente Adap, de Campo Mourão. Em Maringá (o estádio Roberto Brzezinski não tinha capacidade para receber a final), vitória tranquila por 3×0. Na volta, jogando no Pinheirão, o Tricolor saiu atrás, mas Marcelinho fez um golaço de falta e garantiu o título.

2007 – Paranavaí x Paraná
Com Vanderlei, hoje no Santos, vestindo a camisa 1 do Vermelhinho, o ACP conquistou um título inédito. Na ida, no estádio Waldemiro Wagner, vitória por 1×0, com gol de Tales. Na Vila Capanema lotada, Vanderlei – quer dizer, o Paranavaí – segurou o 0x0 com o Paraná e levantou a taça. 

2015 – Operário x Coritiba
No último encontro entre capital e interior na final, o Operário passou por cima do Coritiba. No primeiro jogo, disputado no estádio Germano Krüger, vitória do Fantasma por 2×0. Na partida de volta, no Couto Pereira, um 3×0 que entrou pra história do time liderado por Ruy em campo e pelo técnico Itamar Schulle. 
(Fonte: site da Tribuna do PR)

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