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Polícia tenta solucionar morte de Gino Alonso

Ontem, investigadores da Polícia Civil tentavam esclarecer o crime, mas não será tarefa fácil. “Não temos testemunhas e não há imagens de sistema de segurança no entorno da casa da vítima”, disse superintendente da 8ª SDP

31/01/17 00:00:00 - Paranavaí > Policial

A Polícia trabalha para tentar apurar as causas da morte de Gino Alonso, 57 anos, encontrado morto na manhã de domingo, em sua casa, na  Avenida Parigot de Souza, em Paranavaí. O laudo do IML deve apontar que ele foi ferido com um tiro e a polícia tratar o caso como latrocínio.
Ontem, investigadores da Polícia Civil tentavam esclarecer o crime, mas não será tarefa fácil. “Não temos testemunhas e não há imagens de sistema de segurança no entorno da casa da vítima. Tudo indica que houve um latrocínio”, disse Celso Vinicius Klososki, superintendente da 8ª Subdivisão Policial (8ª SDP) de Paranavaí.
A situação é estranha, isso porque o relatório da Polícia Militar indica uma tentativa de assalto por volta das 21h30 da noite de sábado, com Gino Alonso tendo reagido à abordagem dos três bandidos encapuzados, um deles armado.
Houve luta e um dos bandidos disparou um tiro. Alonso disse aos policiais que o tiro acertou a parede e os bandidos fugiram em seguida. Os policiais chegaram a recolher um projétil da munição disparada. Alonso apresentava escoriações no tórax e afirmou que nada foi roubado.
No dia seguinte, no domingo, vizinhos notaram as luzes da casa acesas e não viram o morador. Ao verificar a casa viram Gino Alonso caído. Foi necessário arrombar a casa, isso porque as janelas e portas estavam trancadas.

diario do noroeste
agência dream