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NOVA ESPERANÇA

Polícia apreende 2,6 toneladas de maconha, avaliadas em R$ 3 milhões

30/04/19 00:00:00 - Região > Nova Esperança
Polícia apreende 2,6 toneladas de maconha, avaliadas em R$ 3 milhões Droga apreendida pesou 2,6 toneladas Foto: divulgação

ADÃO RIBEIRO
adao@diariodonoroeste.com.br

Na noite de anteontem, uma operação conjunta da Polícia Federal (PF), Divisão Estadual e Narcóticos (Denarc) de Maringá, Polícia Civil de Paranavaí e  8º Batalhão de Polícia Militar, apreendeu 2,6 toneladas de maconha na região. 
A carreta branca e vermelha com placas de Vilhena, Rondônia, foi localizada em Alto Paraná e acompanhada até Nova Esperança. O motorista fugiu, abandonado o veículo e a carga, avaliada em até R$ 3 milhões.
O delegado-chefe da 8ª Subdivisão Policial de Paranavaí, Luiz Carlos Mânica, diz que ainda é cedo para determinar a origem da droga. Havia nas embalagens inscrições em espanhol. Isto reforça a hipótese de ter se originado do Paraguai. O caminhão tem placas de Vilhena, Rondônia.
A Polícia Federal passou a acompanhar o caso após receber informações do possível transporte da droga. Então, iniciou-se o acompanhamento por policiais federais de Maringá com o apoio da Polícia Civil de Paranavaí e da Divisão Estadual e Narcóticos (Denarc de Maringá).
A carreta branca e vermelha foi localizada na área de Alto Paraná pela BR-376. Já no perímetro de Nova Esperança, informa a PF, o motorista passou a fazer manobras perigosas. 
Em determinado momento, abandonou o caminhão, fugindo a pé. Até a tarde de ontem não tinha sido localizado. As buscas continuam na região. 
Após a retenção, os policiais levaram a carreta até uma cerealista, onde foi constatado que, embaixo da carga de milho, estava a grande quantidade de maconha, embalada em fardos. A droga e o caminhão foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Maringá. 
A PF informou que continua o trabalho, mas, ainda não é possível dar informações sobre a destinação da droga, caso não fosse apreendida. Embora as placas do veículo de transporte sejam de Rondônia, não se pode afirmar que a droga iria para o Estado. Até mesmo a origem do veículo passa por averiguações.

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