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SAÚDE

Municípios do Noroeste contabilizam pelo menos 15 casos de dengue

15/02/19 00:00:00 - Região > Regional
Municípios do Noroeste contabilizam pelo menos 15 casos de dengue Descaso da população no descarte de lixo contribui para aumentar a gravidade do problema - Foto: Arquivo DN/Fabiano Vaz Fracarolli

Já são pelo menos 15 casos de dengue confirmados em municípios do Noroeste do Paraná desde o início de 2019. A maioria é de Paranavaí: até terça-feira (12), a Vigilância em Saúde havia contabilizado 12 pessoas com a doença. Outros três municípios registraram a presença do vírus em amostras sanguíneas de pacientes, a saber, Loanda, Marilena e Paranapoema.
Os números são preliminares e poderiam ser considerados pouco significativos, se fossem analisados dentro de um cenário de normalidade. Mas somados aos índices elevados de infestação por Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, revelam o alto risco de epidemia da doença. 
Em levantamento concluído no mês de janeiro, as equipes de endemias de todos os municípios, exceto Inajá, constataram que os percentuais de focos do Aedes aegypti estão acima do que é considerado pelo Ministério da Saúde como tolerável, ou seja, 1%.
Os casos mais preocupantes foram registrados em Planaltina do Paraná (12,4%), Loanda (11%), Amaporã (9,9%), Nova Londrina (5,9%), São Pedro do Paraná (5,4%), Alto Paraná (4,8%), Nova Aliança do Ivaí (4,1%) e Santo Antônio do Caiuá (4%). Em Paranavaí, o índice é de 3,2%.
PROBLEMAS – A 14ª Regional de Saúde apontou uma série de fatores que dificultam as ações de prevenção e combate à dengue, agravando a situação. A falta de agentes de endemias suficientes para trabalhar diariamente em contato com a população é um dos problemas, sendo Paranavaí o município com o caso mais grave.
Mas há, ainda, outras condições que favorecem a proliferação do mosquito e a circulação viral. O lixo descartado de maneira irregular em terrenos baldios, fundos de vale e margens de vias públicas e a negligência da população nos cuidados com os próprios quintais garantem a formação de potenciais criadouros do Aedes aegypti.
Também é preciso considerar as questões climáticas: temperaturas altas e chuvas frequentes dão condições para que o mosquito transmissor da dengue conclua o ciclo reprodutivo, aumentando a quantidade de vetores em circulação.

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