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diario do noroeste
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diario do noroeste
 - Terça-feira | Edição 18.156
Diário Digital Terça-feira | Edição 18.156 11/12/2018 Baixar
diario do noroeste
Fiep orienta industriais sobre cuidados antes de buscar crédito
CINCO PASSOS

Fiep orienta industriais sobre cuidados antes de buscar crédito

CURITIBA - Dos mais de 100 atendimentos realizados desde janeiro deste ano até agora no Núcleo de Acesso ao Crédito do Sistema Fiep, cerca de 40% tiveram como principal destino o uso como capital de giro. Aquisição de máquinas e equipamentos somaram 16%, e obras e reformas, 14%. Apenas 7% tinham como objetivo investimento em inovação. Esse cenário revela que o setor industrial busca fôlego para se recuperar da grave crise econômica dos últimos anos e para fechar o ano, que foi conturbado, com paralisação do transporte rodoviário, aumento acima da inflação na conta de energia elétrica, crescimento econômico lento e indefinições na política.O especialista em crédito da Fiep, João Baptista Guimarães, elencou cinco passos prioritários a serem observados pelo industrial antes de buscar crédito no mercado. Segundo ele, em alguns casos a concessão de crédito na indústria é mais complexa do que em outros segmentos, como comércio e serviços. Isso porque envolve projetos mais robustos, que necessitam, por exemplo, de licenças ambientais e de documentação mais detalhada. O processo é mais lento e geralmente são concessões para investimentos de longo prazo.“O crédito é um importante instrumento para manutenção das atividades e crescimento de uma empresa. Sua utilização de forma planejada e consciente pode trazer crescimento, liquidez e vantagens competitivas. Mas, como todo recurso, sua utilização envolve riscos e custos, que se não forem bem administrados podem comprometer a saúde financeira da empresa”, orienta.PASSO A PASSO - O primeiro passo é organizar as finanças da empresa, ou seja, realizar uma boa gestão dos recursos: controlar o fluxo de caixa, avaliar o resultado anual e mensal da atividade, calcular o endividamento e utilizar ferramentas de análise e controle financeiro.“Estes pontos são fundamentais para garantir o sucesso do negócio e para calcular a real necessidade de crédito. Uma boa gestão evita que a empresa se endivide desnecessariamente e pague custos maiores do que os necessários”, informa. A segunda etapa sugerida pelo especialista e que pode reduzir os custos de um financiamento é recorrer ao autofinanciamento, que é buscar recursos dentro da própria empresa antes de tomar empréstimos. Isso pode ser feito ao otimizar custos operacionais, com redução de desperdícios, melhor gestão de estoques, ao utilizar venda de ativos ociosos, negociando preços e prazos de pagamento com fornecedores e clientes, adotando políticas de incentivo para o pagamento antecipado e reinvestido o lucro da empresa, além de buscar aporte dos sócios. A terceira fase envolve planejamento. Após organizar as finanças e buscar recursos internamente é preciso montar um plano de financiamento. Este plano deve conter o valor total do financiamento e seu detalhamento por itens financiados, a que se destinam os recursos, como por exemplo, para fins de obras e reformas, aquisição de máquinas e equipamentos (nacionais e importadas), projetos de inovação, compra de insumos, pagamento de fornecedores ou exportação de bens. O quarto passo é pesquisa de mercado, ou seja, buscar instituições financeiras e bancos que ofereçam as melhores condições para sua necessidade de crédito. Além do próprio banco que a empresa tem relacionamento é importante buscar as condições dos bancos de desenvolvimento, agências de fomento, fintechs e cooperativas de crédito. E, por último, o empresário precisa ficar atento a prazos e documentos necessários para apresentar à instituição financeira escolhida. Nesta fase é preciso estar com todas as certidões exigidas em dia e com a documentação contábil atualizada para agilizar o processo de financiamento.

Rebanho de bovinos e produção de leite caem, diz pesquisa
SETOR PECUÁRIO

Rebanho de bovinos e produção de leite caem, diz pesquisa

RIO DE JANEIRO - A safra recorde de grãos em 2017, influenciada por fatores climáticos favoráveis, contribuiu para a redução dos custos de produção no setor pecuário entre 2016 e 2017.Ainda assim, o ano foi marcado pela retração do rebanho de bovinos e da produção de leite, mas, em contrapartida, houve aumento significativo do rebanho suíno, que teve a maior expansão da série histórica e, principalmente, no número de galinhas (poedeiras) e galináceos.As informações constam da pesquisa Produção da Pecuária Municipal 2017 (PPM), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.O estudo traz informações dos efetivos da pecuária existentes no país, da produção de origem animal e do valor da produção, que fechou 2017 em queda de 0,4% comparativamente a 2016.Os dados indicam, por exemplo, que, enquanto o total de galináceos chegou a 1,4 bilhão de cabeças, com crescimento de 6% em relação a 2016 - o maior resultado da série histórica da pesquisa, iniciada em 1974 -, o total de bovinos fechou o ano em 214,9 milhões de cabeças, uma queda de 1,5% de um ano para outro.Ao comentar os números da PPM 2017, a analista do levantamento, Mariana Oliveira, ressaltou o aumento dos rebanhos de suínos, galináceos e galinhas e as “pequenas quedas” de bovinos e caprinos.“Do ponto de vista da produção, destacou-se o aumento da produção de mel e dos ovos de galinha e de codorna. A queda de bovinos pode ser explicada pelo aumento do abate, em razão da queda do preço da arroba, o que é uma coisa cíclica: cai o preço da arroba, aumenta o abate de vaca como forma de reduzir o rebanho e, consequentemente, promover a alta do preço da arroba”, explicou.Já o recuo do valor da produção, a analista explicou: “O valor de produção da pecuária caiu 0,4% de 2016 para 2017 em razão do preço de alguns dos principais produtos como o leite, que diminuiu 0,5% e afetou o valor total da produção”.Segundo Mariana, o aumento do abate de galináceos está diretamente ligado à situação econômica da população. “Uma vez que o preço do produto é inferior ao da carne, a tendência é que boa parcela da população opte pelo produto mais barato disponível”.BOVINOS E SUÍNOS - Em 2017, o total de bovinos no Brasil foi de 214,9 milhões de cabeças, uma queda de 1,5% com relação a 2016. “O ano foi marcado por um aumento no abate de matrizes, influenciado pelos baixos preços do bezerro e da arroba”, justificou o IBGE.O Brasil é detentor do segundo maior rebanho mundial, atrás apenas da Índia, e é o maior exportador e segundo maior produtor de carne bovina, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.A Região Centro-Oeste, destaque na produção de bovinos, apresentou 74,1 milhões de cabeças, correspondendo a 34,5% do total nacional em 2017. Mato Grosso segue como o estado com o maior plantel bovino, abrigando 13,8% - 29,7 milhões de cabeças. O estado tem grandes frigoríficos e é responsável pelo maior volume de abate bovino no país.A produção de bovinos segue avançando para o Norte, que possui o segundo maior número - 48,5 milhões de cabeças de gado - e foi a única região a apresentar crescimento em 2017, com variação de 1,0% em relação a 2016.Dos 20 municípios brasileiros com os maiores números de bovinos em 2017, 11 estavam no Centro-Oeste e nove no Norte. São Félix do Xingu, no Pará, que apresentou o maior total nacional, teve um crescimento do rebanho nos últimos dez anos de 23,6%.Já o rebanho brasileiro de suínos atingiu 41,1 milhões de cabeças em 2017, um aumento de 3,0% com relação a 2016. A Região Sul concentra o maior total com Santa Catarina no topo do ranking estadual, com 19,7% da soma nacional. Logo em seguida, aparecem o Paraná (16,8%) e Rio Grande do Sul (14,6%).Galináceos, galinhas e produção de ovosO total de galináceos em 2017 foi de 1,4 bilhão de cabeças. A Região Sul, destaque na produção e abate de frangos, foi responsável por 47,1% desse total, seguida da Região Sudeste (26,1%). Somente o Paraná abrigou 25,3% do total nacional.O quadro para as regiões se inverte quando aborda o efetivo de galinhas (poedeiras). A soma nacional estimada em 242,8 milhões de cabeças – um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior – teve sua maior concentração na Região Sudeste (38,7%), seguida da Região Sul (26,0%).O Brasil se destaca mundialmente na produção e exportação de frangos, sendo o maior exportador e segundo maior produtor de carne de frango, também de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Os principais destinos do produto brasileiro em 2017 foram Arábia Saudita, Japão e China.Sul e Sudeste lideram produção de leiteA produção brasileira de leite em 2017 foi de 33,5 bilhões de litros, uma retração de 0,5% em relação a 2016. As Regiões Sul e Sudeste encabeçam a produção nacional, com 35,7% e 34,2% do total de litros, respectivamente.Em relação ao número de vacas ordenhadas, é na Região Sudeste que está localizada a maior parte desses animais: 30,4% do total de 17,1 milhões no Brasil. No entanto, a maior produtividade nacional é encontrada na Região Sul, o que a mantém com o status de maior produtora de leite desde 2015.O principal estado produtor de leite no Brasil é Minas Gerais, que possui ainda o maior rebanho de vacas ordenhadas. Em 2017, foi responsável por 26,6% da produção de leite e por 20,0% do total de vacas ordenhadas.O preço médio nacional em 2017 foi de R$ 1,1 por litro de leite, uma queda de 5,6% em relação a 2016, ano que atingiu o maior valor da série histórica pela queda na produção e competição pelo produto por parte da indústria. O valor de produção anual gerada na atividade foi de R$ 37,1 bilhões.

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Toffoli pede providências à PGR sobre discussão em voo com Lewandowski
POLÊMICA

Toffoli pede providências à PGR sobre discussão em voo com Lewandowski

BRASÍLIA - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, pediu ontem que a Procuradoria-Geral da República (PGR) tome providências sobre o caso envolvendo o ministro Ricardo Lewandowski e um advogado durante um voo entre São Paulo e Brasília.Em um comunicado enviado à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, Toffoli ainda informou que fez o mesmo pedido ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. No texto do ofício, o presidente cita “ofensas dirigidas ao Supremo”.O caso envolveu o advogado Cristiano Caiado de Acioli, de 39 anos. Na manhã de anteontem, conforme vídeo divulgado na internet, Acioli estava sentado próximo ao ministro, sentado na primeira fila do avião, e chama por Lewandowski, que mexia no celular na mesma fileira, e diz: “Ministro Lewandowski, o Supremo é uma vergonha, viu? Eu tenho vergonha de ser brasileiro quando vejo vocês”.Incomodado, o ministro pergunta ao passageiro: “vem cá, você quer ser preso?”. Em seguida, Lewandowski manda chamar a Polícia Federal. O advogado retruca: “Eu não posso me expressar? Chama a Polícia Federal, então”.Um agente da PF chegou a ir até a aeronave, mas após o advogado se comprometer a manter a calma, o voo seguiu seu curso. Ao pousar em Brasília, entretanto, o advogado foi abordado por policiais federais próximo à esteira de bagagens e encaminhado a prestar depoimento.REPUDIAM ADVOGADO - A Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação dos Magistrados do Distrito Federal (Amagis-DF), Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM) e Associação dos Juízes Federais (Ajufe) divulgaram nota ontem em apoio ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), e em repúdio a um advogado de 39 anos que fez críticas à Suprema Corte. No comunicado, as cinco entidades definem o que para elas representa liberdade de expressão: “A liberdade de expressão é um direito fundamental, propicia o debate democrático e o exercício da crítica, mas não autoriza a prática de agressões pessoais, a invasão da privacidade ou o desrespeito às instituições e a perturbação de voos. Trata-se de reconhecer as mais comezinhas regras de civilidade e convivência, que vêm em socorro de qualquer cidadão, como também da coletividade.”O texto defende o STF como Corte Suprema. “O Supremo Tribunal Federal é a instituição garantidora das liberdades democráticas e do Estado de Direito, e só aos irresponsáveis aproveita ou interessa a deterioração de sua autoridade e a sua deslegitimação social.”Por fim, as entidades afirmam que repudiam qualquer atitude de agressão ou violência. “A ninguém é dado o direito de perturbar a tranquilidade de passageiros em voos comerciais, tendo as autoridades constituídas não só o direito como o dever do exercício do poder de polícia para coibir a prática de comportamentos impróprios, que possam desaguar em desinteligências ou perturbações aptas a comprometer a própria condução da aeronave.”

PESQUISA

Jovens Nem-Nem: 23% nem trabalham, nem estudam

Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela que 23% dos jovens brasileiros não trabalham e nem estudam (jovens nem-nem), na maioria mulheres e de baixa renda, um dos maiores percentuais de jovens nessa situação entre nove países da América Latina e Caribe. Enquanto isso, 49% se dedicam exclusivamente ao estudo ou capacitação, 13% só trabalham e 15% trabalham e estudam ao mesmo tempo.As razões para esse cenário, de acordo com o estudo, são problemas com habilidades cognitivas e socioemocionais, falta de políticas públicas, obrigações familiares com parentes e filhos, entre outros. No mesmo grupo estão o México, com 25% de jovens que não estudam nem trabalham, e El Salvador, com 24%. No outro extremo está o Chile, onde apenas 14% dos jovens pesquisados estão nessa situação. A média para a região é de 21% dos jovens, o equivalente a 20 milhões de pessoas, que não estudam nem trabalham.O estudo “Millennials na América e no Caribe: trabalhar ou estudar?” sobre jovens latino-americanos foi lançado no início da semana durante um seminário no Ipea, em Brasília. Os dados envolvem mais de 15 mil jovens entre 15 e 24 anos de nove países: Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Haiti, México, Paraguai, Peru e Uruguai.NEM-NEM - De acordo com a pesquisa, embora o termo nem-nem possa induzir à ideia de que os jovens são ociosos e improdutivos, 31% deles estão procurando trabalho, principalmente os homens, e mais da metade, 64%, dedicam-se a trabalhos de cuidado doméstico e familiar, principalmente as mulheres. Apenas 3% deles não realizam nenhuma tarefa nem têm uma deficiência que os impede de estudar ou trabalhar. No entanto, as taxas são mais altas no Brasil e no Chile.CONHECIMENTO E HABILIDADES - As oportunidades de acesso à educação, os anos de escolaridade média, o nível socioeconômico e outros elementos, como a paternidade precoce ou o ambiente familiar, são alguns dos principais fatores que influenciam a decisão dos jovens sobre trabalho e estudo, de acordo com a pesquisa. Em todos os países, a prevalência de maternidade ou paternidade precoce é maior entre os jovens fora do sistema educacional e do mercado de trabalho.A pesquisa aponta ainda que 40% dos jovens não são capazes de executar cálculos matemáticos muito simples e úteis para o seu dia a dia e muitos carecem de habilidades técnicas para o novo mercado do trabalho. Mas há também resultados animadores. Os jovens analisados, com exceção dos haitianos, têm muita facilidade de lidar com dispositivos tecnológicos, como também têm altas habilidades socioemocionais. Os jovens da região apresentam altos níveis de autoestima, de autoeficácia, que é a capacidade de se organizar para atingir seus próprios objetivos, e de perseverança.REALIDADE BRASILEIRA - No Brasil há cerca de 33 milhões de jovens com idade entre 15 e 24 anos, o que corresponde a mais de 17% da população. Segundo a pesquisadora do Ipea, Enid Rocha, o país vive um momento de bônus demográfico, quando a população ativa é maior que a população dependente, que são crianças e idosos, além de estar em uma onda jovem, que é o ápice da população jovem.Além das indicações constantes no estudo, Enid também destaca a importância de políticas de saúde específica para jovens com problemas de saúde mental, traumas e depressão.A pesquisa foi realizada em parceria do Ipea com a Fundación Espacio Público, do Chile, o Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento Internacional (IRDC), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com apoio do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG). (Agência Brasil)

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