Paranavaí
Min. 19°C Max. 24°C
ELEIÇÕES 2016/PARANAVAÍ

Candidatos assumem compromisso de atuar com transparência na gestão pública

Vice-líder, Fla vive o melhor momento na temporada

  • Cuca alerta elenco do Palmeiras: “Tudo embolado”
  • Atleta da equipe de Piracema suspenso por agressão
  • Confusão em jogo da Copa Cidade de Paranavaí
  • Vitórias de Paraíso do Norte na Copa Falcão
  • Cuca alerta sobre rival: “Amadureceu”
  • ABC
  • América-MG
  • América-RN
  • Asa
  • Atlético-GO
  • Atlético-MG
  • Atlético-PR
  • Avaí
  • Bahia
  • Boa Esporte
  • Botafogo
  • Bragantino
  • Ceará
  • Chapecoense
  • Corinthians
  • Coritiba
  • Criciúma
  • Cruzeiro
  • Figueirense
  • Flamengo
  • Fluminense
  • Goiás
  • Grêmio
  • Guaratinguetá
  • Icasa
  • Internacional
  • Joinville
  • Náutico
  • Oeste
  • Palmeiras
  • Paraná
  • Paysandu
  • Ponte Preta
  • Portuguesa
  • Santa Cruz - PE
  • Santos
  • São Caetano
  • São Paulo FC
  • Sport
  • Vasco
  • Vitória-BA
diario do noroeste
diario do noroeste

Colunistas

Tânia Mara
Dinei Feitosa
Saul Bogoni

Articulistas

André Maciel
EDENI MENDES
Fabiano Brum
Josué Ghizoni
Marcelo Rios
Márcia Spada
diario do noroeste
 - Terça-feira | Edição 17.484
Diário Digital Terça-feira | Edição 17.484 30/08/2016 Baixar
diario do noroeste
Ministro da Fazenda diz que crise econômica prejudica mais os pobres
ECONOMIA

Ministro da Fazenda diz que crise econômica prejudica mais os pobres

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem que os pobres são os mais prejudicados com a crise econômica que “atinge as pessoas de renda mais baixa”. Ele voltou a dizer também que o governo não pode resolver o problema do déficit e da dívida simplesmente por meio de aumento de impostos porque a carga tributária já cresceu muito nos últimos anos e está entre as mais altas do mundo.“Impostos de forma transitória podem ser necessários. Não podemos descartar no futuro, mas não está em discussão [no momento]”, disse Meirelles, ao falar na Comissão Especial sobre Novo Regime Fiscal, na Câmara dos Deputados.Segundo o ministro, o maior problema econômico do país é interno, provocado pelo descontrole fiscal e que levou o país a enfrentar a maior crise de sua história. Ele voltou a criticar, entre outras coisas, as “políticas de expansão fiscal e de desonerações seletivas”. Destacou que a recuperação da confiança na estabilidade da dívida pública será importante para a recuperação da economia com redução das taxas de juros, entre outras consequências.O ministro disse que, com as medidas fiscais que o governo pretende adotar, haverá aumento da confiança, da retomada do investimento privado, do crescimento da economia, com o aumento do emprego e da renda, queda de juros e mais recursos para investimento e consumo. Regras de melhor controle de gastos estimulam melhores padrões de gastos, conforme padrões internacionais, afirmou.SAÚDE E EDUCAÇÃO - Sobre a saúde e educação, Meirelles disse que as vinculações como existem hoje nem sempre são eficientes. Segundo ele, a atual regra não protege esses setores em momento de crise. “Estamos propondo uma regra estável do piso para valer para saúde e educação”, informou. Isso porque a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) só altera a fórmula de cálculo do limite mínimo de gastos e não obriga a qualquer redução.Meirelles participou de audiência pública na Comissão Especial sobre Novo Regime Fiscal, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O novo regime estabelece um teto para o crescimento das despesas públicas, limitado à inflação do ano anterior.A proposta está em fase de aprimoramento entre técnicos do Congresso Nacional, do Ministério da Fazenda e o relator deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), para que se chegue a um texto-base final que seja submetido à votação. A expectativa é que a matéria seja votada entre o fim do mês de outubro e começo de novembro.Anteontem, durante encontro com membros da Comissão Especial sobre Novo Regime Fiscal no Ministério da Fazenda, o ministro Henrique Meirelles defendeu a reforma como fundamental para estabelecer a confiança da sociedade brasileira de que as contas estão sob controle e o governo brasileiro, no futuro, será solvente. (Reportagem: Daniel Lima, da Abr).

Confiança do Consumidor avança 2,6 pontos em agosto
RETOMADA DO CRESCIMENTO

Confiança do Consumidor avança 2,6 pontos em agosto

BRASÍLIA - Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas subiu 2,6 pontos entre julho e agosto, ao passar de 76,7 para 79,3 pontos, o maior desde janeiro de 2015 (81,2 pontos). Essa foi a quarta alta consecutiva do índice, a partir do mínimo histórico, de 64,4 pontos, registrado em abril passado.A sondagem é realizada pela FGV para monitorar a situação econômica e avalia a pré-disposição dos consumidores para comprar, tendo em vista as perspectivas para a economia.CONJUNTURA ATUAL - O grau de satisfação dos consumidores com a situação presente aumentou pelo segundo mês consecutivo. Após atingir o mínimo histórico em junho, o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 3,8 pontos, atingindo 69,5 pontos em agosto, o maior desde setembro passado (69,8 pontos). Já as expectativas melhoraram pelo quarto mês consecutivo: o Índice de Expectativas (IE) avançou 1,6 ponto, atingindo 86,9 pontos, o maior desde dezembro de 2014 (87,2 pontos).As avaliações dos consumidores brasileiros em relação ao presente melhoraram em relação à situação econômica geral e quanto à situação financeira das famílias. O indicador que mede a satisfação com a situação econômica local foi o quesito que mais influenciou o ICC pelo terceiro mês consecutivo, em agosto, ao subir 3,6 pontos e atingir 76,6 pontos, o maior nível desde maio de 2015 (77,6 pontos).RECORTE DE RENDA - Houve aumento da confiança em todas as quatro classes de renda pesquisadas. A melhora mais expressiva ocorreu entre os consumidores com renda familiar entre R$ 2.100 e R$ 4.800 em que o ICC aumentou 5,2 pontos em agosto e 14,3 pontos no acumulado do trimestre. Para os consumidores de menor poder aquisitivo (renda familiar inferior a R$ 2.100), a confiança aumentou 3 pontos em agosto e acumulou 50% menos do que a faixa citada anteriormente, 7,1 pontos no acumulado do trimestre.

diario do noroeste
diario do noroeste

Tabela

Brasileirão Série A 2016
  • 18ª Rodada
Quarta, 03/08/2016
1 X 1
19:30 Ilha do Retiro
3 X 1
19:30 Jóia da Princesa
2 X 0
21:45 Arena da Baixada
0 X 0
21:45 Arena Pantanal
Quinta, 04/08/2016
2 X 0
19:15 MOISÉS LUCARELLI
1 X 2
19:30 Morumbi
0 X 0
19:30 Arena do Grêmio
4 X 2
21:00 Independência
1 X 1
21:30 Arena Condá
Sábado, 03/09/2016
X
16:00 EDSON PASSOS
Tabela completa
diario do noroeste
Programa mobiliza agricultores em prol da conservação de solo e água
AGRICULTURA SUSTENTÁVEL

Programa mobiliza agricultores em prol da conservação de solo e água

O programa busca a mobilização e conscientização de todos os produtores rurais paranaenses para que cumpram com suas obrigações de cuidar e preservar o solo e a água

DENÚNCIAS

Polícia Federal indicia Lula e Marisa Letícia em inquérito sobre tríplex

BRASÍLIA - A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira dama Marisa Letícia no inquérito da Operação Lava Jato que apura a compra de um apartamento tríplex em Guarujá, no litoral paulista. O delegado Márcio Anselmo informou que Lula deve responder pelos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.De acordo com o delegado, Lula e sua esposa foram “beneficiários de vantagens ilícitas” na reforma do tríplex e na guarda de bens do ex-presidente em um guarda-volumes.“Em face do exposto, foi possível apurar que o casal Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Leticia Lula da Silva foi beneficiado de vantagens ilícitas, por parte da OAS, em valores que alcançaram R$ 2.430.193,61 referentes às obras de reforma no apartamento 164-A do Edifício Solaris, bem como no custeio de armazenagem de bens”, diz trecho do relatório do indiciamento.Na mesma investigação, foram indiciados o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, o ex-diretor da empreiteira Paulo Roberto Valente Gordilho e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.Além das obras no apartamento, os delegados da Lava Jato investigaram pagamentos mensais da empreiteira OAS, no período de janeiro de 2011 e 2016, para transportadora Granero, por serviços de guarda de objetos pessoais que compunham o acervo presidencial de Lula. Segundo os investigadores, a empreiteira ocultou os valores pagos.“Em que pese o declarado no sentido de que a OAS teria apoiado Luiz Inácio Lula da Silva no custeio desse depósito de bens trazidos quando deixou a presidência, considerado acervo presidencial. Curiosamente, ao invés de realizarem o ato por intermédio do Instituto Lula, buscou-se a ocultação do real titular com contrato mediante a contratação direta pela OAS, beneficiária direta do esquema de desvios de recursos no âmbito da Petrobras investigados na Operação Lava Jato,” diz a PF.DEFESA - Procurado pela reportagem, o Instituto Lula informou que o ex-presidente não é proprietário do imóvel. Em postagem no Facebook, o ex-presidente disse somente que “na semana da reta final do [processo de] impeachment, a Lava Jato ressuscita na mídia as falsas acusações de que Lula seria o dono de um tríplex no Guarujá” e publicou uma lista de documentos que provariam que ele não é dono do imóvel.Os advogados de Lula disseram que devem se manifestar sobre o indiciamento no final da tarde por meio de nota.A defesa do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, disse que “não existe vantagem ilícita” na manutenção do acervo presidencial. Em nota à imprensa, o advogado Fernando Augusto Fernandes, que defende Okamotto, disse que não houve crime nenhum na contribuição que foi recebida pelo Instituto Lula para a manutenção do acervo presidencial, após a saída de Luiz Inácio Lula da Silva da Presidência da República.“O acervo é privado, de interesse público e do povo brasileiro, regulado pela Lei 8394/91. Tal acervo é composto por milhares de cartas e lembranças do povo brasileiro e de autoridades estrangeiras oferecidas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A preservação de toda essa memória é uma das atribuições do Instituto Lula”, diz a nota, enviada à Agência Brasil.*Colaborou Elaine Patrícia Cruz, de São Paulo

diario do noroeste
agência dream