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Paraná deverá liderar produção de carnes, prevê especialista

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 - Quinta-feira | Edição 18.330
Diário Digital Quinta-feira | Edição 18.330 18/07/2019 Baixar
Em junho, custo da cesta básica caiu em 10 capitais
DIEESE

Em junho, custo da cesta básica caiu em 10 capitais

Elaine Patricia Cruz Da Agência Brasil  Em junho, o custo da cesta básica caiu em dez das 17 capitais analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada ontem (04) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Nas demais capitais analisadas pelo Dieese, o custo da cesta subiu.Segundo o Dieese, as quedas mais expressivas ocorreram em Brasília (6,65%), Aracaju (6,14%) e Recife (5,18%). As maiores altas foram registradas em Florianópolis (1,44%), Rio de Janeiro (1,16%), Belo Horizonte (1,05%) e Campo Grande (1,03%). De janeiro a junho deste ano, todas as capitais analisadas acumularam aumentos, com destaque para Vitória (20,20%). A menor taxa foi registrada em Campo Grande (1,29%).A cesta mais cara do país é a de São Paulo, onde o conjunto de alimentos essenciais custava, em média, R$ 501,68, seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 498,67) e por Porto Alegre (R$ 498,41). As cestas mais baratas foram observados em Aracaju (R$ 383,09) e Salvador (R$ 384,76).SALÁRIO MÍNIMO - Com base na cesta mais cara do país, que foi observada em São Paulo, o valor do salário mínimo em junho, necessário para suprir as despesas de um trabalhador e da família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 4.214, 62, ou 4,22 vezes o mínimo de R$ 998,00. 

IPC-S fecha junho com queda de preços de 0,02%
ECONOMIA

IPC-S fecha junho com queda de preços de 0,02%

Vitor Abdala Da Agência Brasil O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou junho com deflação (queda de preços) de 0,02%. Em maio, o indicador registrou inflação de 0,22%. O dado foi divulgado ontem (1º), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O IPC-S acumula 2,41% no ano e 3,73% em 12 meses.A queda da taxa de maio para junho foi puxada principalmente pelos transportes, que recuaram de uma inflação de 0,49% para uma deflação de 0,70% no período.Também tiveram quedas as taxas dos grupos despesas diversas (de 0,23% para -0,43%), habitação (de 0,54% para -0,10%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,62% para 0,41%).Quatro grupos de despesas tiveram alta de maio para junho, com destaque para educação, leitura e recreação, cuja inflação subiu de 0,10% para 0,85% no período. Outros grupos com alta na taxa foram: comunicação (de -0,23% para 0,24%), alimentação (de -0,37% para -0,09%) e vestuário (de 0,27% para 0,49%).

Gustavo Montezano toma posse na presidência do BNDES
POLÍTICA

Gustavo Montezano toma posse na presidência do BNDES

Andreia VerdélioDa Agência Brasil Ao tomar posse ontem (16), na presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o economista Gustavo Montezano disse que, até o final do ano, o banco “será menos banco e mais desenvolvimento”.O objetivo da nova gestão, segundo Montezano, é concentrar as atividades da instituição em projetos de impacto social, como privatizações, investimentos em infraestrutura e saneamento básico e na reestruturação fiscal de estados e municípios. “O novo BNDES será um banco de serviço do Estado brasileiro, ajudando o Estado em privatizações, concessões, desinvestimento e ajudando o gestor público a respirar suas finanças”, disse.Montezano disse ainda que o foco não será o lucro, mas sim a sustentabilidade financeira da instituição, e que o banco não deverá competir com o setor privado, mas ser complementar à economia privada. “O BNDES está preparado para cumprir sua missão e, a partir de hoje, o alinhamento do BNDES com o governo federal é total. Nós seremos o braço operacional da execução da política pública ao longo desse mandato [do presidente Jair Bolsonaro]”, disse.Durante a cerimônia, no Palácio do Planalto, o novo presidente do BNDES apresentou cinco metas para serem cumpridas até o final deste ano, entre elas explicar a caixa-preta para a população brasileira (contratos e investimentos do banco em governos passados); acelerar a venda de participações especulativas em bolsa de valores, no qual o banco ainda detém cerca de R$ 100 bilhões; e concluir a devolução de R$ 126 bilhões ao Tesouro Nacional.O economista anunciou ainda que o banco vai apresentar para o governo e para a sociedade um plano trianual, com orçamento, metas claras e o redimensionamento para ser cumprido até o final do mandato. A última meta da nova gestão do BNDES para este ano é melhorar, de forma substancial e clara, a prestação de serviços ao Estado brasileiro, “permitindo que o Estado foque em segurança, saúde, educação, que o saneamento chegue a casa das pessoas, que o gestor público não perca sua energia em como pagar as contas, mas como melhora a vida das pessoas”.Em discurso durante a cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro lembrou que conhece Montezano desde que o economista era criança e que moravam no mesmo condomínio. “Esse garoto que está aí eu conheço desde piá [menino], lá da Rua Dona Maria, 71, amigos dos meus filhos. Essa juventude merece respeito. Como morador do condomínio, acompanhava em parte as atividades deles todos e vi que daquela garota, da Dona Maria,71, temos um presidente do BNDES”.Bolsonaro agradeceu Montezano por assumir a missão de conduzir o banco público de forma “transparente e servindo ao povo brasileiro”.PERFIL - Montezano tem 38 anos, é mestre em economia pela Faculdade de Economia e Finanças do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec) do Rio de Janeiro e graduado em engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia. Ele substituirá o economista Joaquim Levy, que deixou o cargo no dia 16 de junho. Quando foi convidado, no mês passado, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para presidir o banco de fomento, Montezano ocupava a Secretaria-adjunta da Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados.

NO CAMPO

Governo vai entregar 54 carros para atender pequenos agricultores

Os extensionistas rurais que participam de ações do projeto Renda Família Paranaense/Agricultor Familiar terão maior facilidade e agilidade para atendimento a pequenos agricultores. Na próxima semana serão entregues 54 veículos novos destinados a este trabalho. A entrega será feita em 24 de julho na sede da Emater, pelas secretarias de Estado da Justiça, Família e Trabalho e da Agricultura e do Abastecimento.São 32 Volkswagen Gol e 22 Renault Duster adquiridos com recursos do Programa Família Paranaense, por meio de contrato do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), totalizando R$ 2,5 milhões.O programa Renda Agricultor Familiar atende 5,6 mil famílias rurais em situação de vulnerabilidade social em 156 municípios paranaenses. Elas recebem de R$ 2 mil a R$ 3 mil para investir em ações de saneamento básico, produção de alimentos para autoconsumo e venda de excedentes, além de apoio a processos produtivos, como aquisição de insumos agrícolas, compra de ferramentas, máquinas e pequenos implementos, construção de instalações e acesso ao mercado.“O valor total do projeto Renda Agricultor é de aproximadamente R$ 15 milhões, dos quais já foram repassados mais de R$ 11 milhões. Nossa intenção é ampliar o atendimento a mais 1,5 mil famílias até 2020”, explicou o secretário da Justiça, Ney Leprevost.COMO FUNCIONA - O programa Renda Família Paranaense/Agricultor Familiar atende agricultores familiares que subsistem da produção de suas pequenas propriedades e que vivem no campo com renda per capita mensal de até R$ 170,00. Também estão inclusas as populações indígenas, quilombolas, faxinalenses e pescadores.Os recursos são investidos na geração de renda e na melhoria da qualidade de vida, como pequenas reformas para saneamento básico, incentivo à produção para consumo próprio e impulso para o desempenho de atividades agrícolas, como compra de sementes, insumos e equipamentos.Os extensionistas da Emater constroem, juntamente com a família beneficiada, um projeto de estruturação da unidade produtiva familiar, que pode abranger atividades em três áreas: saneamento básico, com construção de banheiro e proteção de fontes; produção para autoconsumo e apoio a processos produtivos, como geração de renda por meio de atividades agrícolas e não agrícolas.

HABITAÇÃO

Saiba como agir em caso de dificuldade de pagamento de imóvel financiado

Desde 2014, a quantidade de imóveis levados a leilão tem se mantido a patamares elevados. O desemprego e a perda de renda ainda são os principais fatores que levam à situação de inadimplência. De acordo com a Associação Nacional dos Mutuários – ANM/PR, pelas regras do financiamento imobiliário, a partir da terceira parcela atrasada, o imóvel já pode ir a leilão. Porém, muitas vezes, o desconhecimento dos mutuários ocorre porque a notificação emitida pelo agente financeiro pode demorar a chegar.O presidente da associação, Luiz Alberto Copetti, orienta que, ao primeiro sinal de dificuldade no pagamento de parcelas de financiamento, o consumidor procure ajuda especializada. Levantamento da ANM/PR feito com base nos editais de leilões e venda direta de imóveis e terrenos aponta que 140 imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal foram a leilão no primeiro trimestre deste ano. O número se manteve estável se comparado o mesmo período do ano passado, quando 132 mutuários tiveram seus imóveis levados a leilão.Para evitar problemas relacionados ao financiamento da casa própria e até mesmo a perda do bem por dificuldade de pagamento das prestações, o presidente da ANM/PR reforça a importância de tomar alguns cuidados:Evite forjar a renda e contrair financiamento acima de 30% da renda familiar. Procure adquirir um imóvel de acordo com a sua capacidade financeira;Lembre que a compra do novo imóvel trará custos referentes a mudança, legalização da aquisição e impostos, que podem comprometer a capacidade de pagamento das prestações;Fique atento com a prestação debitada em conta. Além do valor da parcela, o banco cobra uma taxa de manutenção que deve ser depositada mensalmente. O não pagamento nesta taxa deixa o mutuário inadimplenteAo primeiro sinal de dificuldade, busque renegociação com o agente financeiro imediatamente;Entre as possibilidades recomendadas para minimizar a dificuldade de pagamento está o uso do FGTS para abater o saldo devedor ou a prestação durante 12 meses. Mas atenção, essa modalidade de abatimento temporário não reduz a dívida, apenas dá fôlego para evitar a inadimplência;Em caso de dificuldade de negociação com o agente financeiro ou para evitar o leilão, procure imediatamente uma assistência especializada. A ANM-PR está preparada para defendê-lo judicialmente,Por meio de ação judicial, além de suspender o leilão, o mutuário pode trazer novamente o imóvel para o seu nome e retomar o pagamento do financiamento.

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