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 - Sábado | Edição 18.404
Diário Digital Sábado | Edição 18.404 19/10/2019 Baixar
Bancos mantêm trajetória de aumento da rentabilidade, diz BC
ECONOMIA

Bancos mantêm trajetória de aumento da rentabilidade, diz BC

Kelly Oliveira Da Agência Brasil  Os bancos mantiveram a trajetória de aumento da rentabilidade no primeiro semestre de 2019, mas com sinais de desaceleração. Essa é a conclusão do Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado ontem (10) pelo Banco Central (BC).O Retorno sobre o Patrimônio Líquido, indicador que mede a rentabilidade do dinheiro investido pelos acionistas do sistema bancário, alcançou 15,8%, em junho deste ano, com aumento de 1 ponto percentual em relação a dezembro de 2018 (14,8%). Em junho de 2018, o indicador estava em 14,3%.No caso dos bancos públicos, o indicador chegou a 14,3 % no final do último semestre. Já os bancos privados tiveram um índice maior: 16,5%.Segundo o relatório, os acréscimos recentes no nível de rentabilidade do sistema bancário foram influenciados pela retomada gradual no crescimento do crédito, acompanhada de maior participação de pessoas físicas e pequenas e médias empresas. Com essa alteração na composição da carteira de crédito dos bancos, aumentou o lucro porque o spread (diferença entre taxa de captação de recursos e os juros cobrados dos clientes) é maior nessas operações quando comparado ao crédito para grandes empresas. “Além disso, o controle de despesas administrativas foi relevante para os bancos públicos no semestre”, diz o BC.O diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Souza, afirmou que, para não perder rentabilidade no futuro, os bancos terão que aumentar o volume e o número de tipos de empréstimos. “Ou aumentam volume ou alteram mix [de operações de crédito] ou a margem vai cair”, disse o diretor.Souza explicou que os bancos tiveram lucros maiores com o crédito no período em que a taxa básica de juros, a Selic, foi diminuindo. Isso porque, até 2018, os bancos captavam dinheiro a uma taxa de juros mais baixa, com a Selic menor, e tinham ganhos com os juros mais altos dos empréstimos que já tinham sido feitos pelos clientes. Entretanto, com novos empréstimos sendo feitos com taxas para os clientes mais baixas, essa margem de lucro diminuiu.RECEITAS DE SERVIÇOS - De acordo com o relatório, “as receitas com serviços mantiveram crescimento em relação ao semestre anterior, contando ainda com incremento em rendas de tarifas bancárias relacionadas a pacote de serviços e outras tarifas vinculadas a movimentações de recursos”. No entanto, acrescentou o BC, esse crescimento demonstrou desaceleração em relação aos últimos semestres, com estabilização das receitas com cartões no 1º semestre de 2019 e desaceleração do aumento das rendas provenientes de administração de fundos. “O menor crescimento do volume dos recursos administrados foi relevante nessa desaceleração”, acrescentou.Porém, diz o Banco Central, a cobertura de despesas administrativas por receitas de serviços evoluiu de forma negativa no semestre. Houve aumento de 2,8% das despesas administrativas acumuladas em 12 meses, entre dezembro de 2018 e junho de 2019, perante o crescimento de 2% das receitas de serviços. “Após um período de ganhos de eficiência operacional do sistema bancário, decorrentes das políticas de contenção de custos e das reestruturações administrativas, no 1º semestre do ano essa evolução foi pressionada pela estabilização de grupos de receitas de serviços que mantinham evolução positiva relevante nos últimos dois anos”, destaca o relatório.Paralelamente, acrescenta o BC, ocorreram despesas extras com processos de desligamento e despesas sazonais relacionadas à remuneração e ao pagamento de bônus no semestre. “Não obstante, a constante busca dos bancos por cortes de custos com redução de agências e funcionários, acompanhada da evolução da digitalização dos serviços financeiros, mantém a perspectiva de aumento da eficiência operacional no médio e longo prazo”, diz o relatório.SOLVÊNCIA - O BC informa ainda que a solvência do sistema avançou em nível e em qualidade, aumentando ainda mais a capacidade dos bancos para suportar o ritmo de crescimento do crédito. Simulações continuam demonstrando que os bancos brasileiros têm capacidade para enfrentar situações de estresse.“A retenção de lucros tem sido a principal fonte de aumento de capital principal, o que corrobora a percepção de avanço em qualidade”, diz o relatório. Para o BC, o nível de provisões (recursos reservados paras casos de inadimplência) “mantém-se confortável, em linha com o perfil de risco da carteira de crédito”.

Indicador de custos industriais sobe 1,1% no segundo trimestre
ECONOMIA

Indicador de custos industriais sobe 1,1% no segundo trimestre

Agência BrasilPressionado pelas altas nos gastos com pessoal, energia e bens intermediários, o indicador de custos industriais subiu 1,1% no segundo trimestre deste ano frente ao período imediatamente anterior na série com ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, os custos industriais aumentaram 3,5%, informa o estudo divulgado ontem (4), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).Os custos com energia, que crescem desde o fim de 2016, subiram 2,1% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre deste ano, na série com ajuste sazonal. O aumento da energia foi impulsionado pela alta de 5,1% do óleo combustível e de 1,3% na energia elétrica. O custo com pessoal teve alta de 1,1%. O de bens intermediários subiu 1,7%. Conforme o estudo da CNI, os custos tributários diminuíram 0,6% e os com capital de giro recuaram 3,7%.PREÇOS - No mesmo período em que os custos industriais subiram 1,1%, os preços dos produtos industrializados no mercado doméstico aumentam 2%, o que indica a elevação dos lucros das empresas. Além disso, a alta dos custos industriais foi inferior ao crescimento de 5,4% nos preços em reais dos manufaturados nos Estados Unidos, o que melhorou a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo.“Apesar do ganho de competitividade nos mercados externos, a indústria brasileira perdeu competitividade no mercado doméstico, pois o preço dos manufaturados importados, em reais, cresceu 0,6%, menos do que o aumento de 1,1% nos custos industriais das empresas brasileiras”, diz o estudo da CNI.

Governo lança edital para vagas de trabalho
OPERAÇÃO VERÃO

Governo lança edital para vagas de trabalho

A Superintendência Geral do Esporte, da Secretaria da Educação, já publicou o edital de credenciamento para quem quiser trabalhar no projeto das férias de verão, em janeiro de 2020, no litoral do Estado. Podem se credenciar acadêmicos e profissionais de educação física, além de jornalistas que darão suporte às equipes da Superintendência Geral do Esporte.O projeto prevê ações voltadas aos veranistas e comunidade local, com atividades esportivas e de lazer, aulas de ginástica, dança, caminhada, recreação infantil, torneios e eventos esportivos, além uma série de outras práticas relacionadas ao entretenimento.No que se refere à atuação dos jornalistas, se dará com a cobertura da operação com a produção de textos, fotos, vídeos e publicação nas redes sociais da Superintendência, bem como alimentando o site da instituição e fazendo a assessoria de imprensa.Para o credenciamento, é só acessar o edital (veja abaixo), ler os requisitos e seguir as instruções.  O credenciamento é válido por doze meses e poderá ser utilizado para outros projetos, conforme necessidade e disponibilidade da instituição.O projeto para o próximo verão uma ação integrada do Governo do Estado, que visa aprimorar a infraestrutura das praias e balneários paranaenses, garantir a saúde, segurança, lazer e entretenimento aos turistas e moradores locais. A Superintendência será responsável, dentro da operação, pelas atividades esportivas, recreativas e de entretenimento, que deverão acontecer em seis postos fixos, além de contar com uma equipe itinerante.Outras regiões do Estado também deverão ter ações do Governo. Seus locais e agendas serão divulgados em breve.CURSO DE CAPACITAÇÃO - Para melhor preparar os acadêmicos interessados em atuar nestas férias deverão, a Superintendência, por meio do programa Escola do Esporte (http://www.esporte.pr.gov.br/Pagina/Escola-do-Esporte), também lançou na sexta-feira (11) o curso gratuito de capacitação. As inscrições seguem até as 17h do dia 30 de outubro. O formulário de inscrição online e o edital referente ao curso podem ser conferidos por meio do link http://www.esporte.pr.gov.br/Chamamento-Publico-03-2019.O curso é exclusivo para acadêmicos de Bacharelado em Educação Física que estejam, no mínimo, no quinto período.  A previsão de realização do curso é para o início de dezembro, em Praia de Leste, no município de Pontal do Paraná. O edital prevê a seleção de 150 acadêmicos que receberão alimentação e hospedagem.“Esse curso abordará atividades de palco, lazer, organização e modalidades esportivas. O Verão Maior é o grande estágio em educação física do Paraná e nossa intenção é que tenhamos acadêmicos de todas as regiões do estado representadas”, disse o coordenador do programa Escola do Esporte, Francisco Paulo Trautwein.Para o coordenador-geral do projeto, Mauro Cachel, o curso é importante para que seja preparada uma equipe à altura das ações do Esporte no Verão, que já se tornaram referência. “Estamos planejando o processo de escolha dos acadêmicos com a ideia de fazê-lo de forma dinâmica, mas eficiente. Nossa expectativa é, ao final da capacitação, ter uma equipe pronta para atender ao exigente público de veranistas, que espera sempre o melhor de nosso time durante a temporada no Litoral”, afirmou.

PARANÁ

Fiscalização apreende 795 brinquedos irregulares

O Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem-PR) fiscalizou 79.517 produtos – brinquedos e artigos infantis – entre 30 de setembro e 04 de outubro. Foram visitados 115 estabelecimentos comerciais em todo Estado. Dos produtos verificados, 830 itens apresentaram irregularidades e 795 brinquedos foram apreendidos. Ação integrou a Operação Especial Dia das Crianças, realizada em todo o País pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).Os produtos fiscalizados pelo Ipem-PR incluíram brinquedos, berços, bicicletas, carrinhos para crianças e cadeirinhas utilizadas em veículos para transporte de bebês e crianças, com o objetivo de verificar a presença do selo do Inmetro, que é obrigatório também para produtos importados. O selo é a principal garantia de que o produto está de acordo com as normas de segurança.“A Operação Dia das Crianças tem como objetivo inibir a comercialização de produtos irregulares, porque eles podem oferecer riscos à criança, comprometendo a sua segurança e a saúde, principalmente”, alertou o presidente do Ipem-PR, Rubico Camargo.Ele destacou que é importante comprar apenas brinquedos com o selo do Inmetro, em locais de revenda que ofereçam nota fiscal, citando o slogan da campanha do instituto nacional: Pirataria não é brincadeira. Ao comprar produtos falsificados você coloca sua família em risco.O gerente de Fiscalização do Ipem-PR, Roberto Tamari, explicou que os brinquedos e demais produtos fiscalizados nessa operação trazerem o selo do Inmetro é um indicativo de que passaram por vários testes em laboratório, onde é feita análise em situações de impacto e queda, que podem gerar fragmentos pequenos que podem ser engolidos ou aspirados pelas crianças.Ele acrescentou que também são avaliados os riscos químicos, como a presença de metais e tintas nocivas à saúde. A emissão de ruídos causados pelos brinquedos também faz parte dessa avaliação da conformidade.Outro item que deve ser observado pelos pais e responsáveis é a indicação da faixa etária adequada, porque a criança pode engolir partes do brinquedo, caso a idade não seja apropriada. Os berços também devem trazer o selo de segurança do Inmetro, pois existem vários relatos de acidentes junto à Ouvidoria, com bebês em berços irregulares que não seguiam as normas estabelecidas para esse produto.A Operação Especial Dia das Crianças foi realizada em todo o Paraná, com a participação das Regionais do Ipem-PR em Londrina, Maringá, Cascavel e Guarapuava, e com os agentes da sede em Curitiba, atendendo os municípios ligados a cada unidade.FISCALIZAÇÃO - Os fiscais verificam ainda se os produtos trazem o conjunto de informações obrigatórias, como dados do fabricante ou do importador, CNPJ da empresa fabricante, país de origem, faixa etária indicada e, principalmente, o selo de identificação da conformidade. É obrigatório que todos as informações estejam em português.Os estabelecimentos em que forem encontradas irregularidades têm até dez dias para recorrer junto ao Ipem-PR e estarão sujeitos às penalidades previstas na lei, com multas que variam de R$ 100 à R$ 1,5 milhão. O valor da multa leva em consideração a reincidência do infrator, porte da empresa e margem de erros, entre outros.OUVIDORIA IPEM-PR - Em caso de dúvida ou para fazer alguma denúncia, o consumidor deve entrar em contato com a Ouvidoria, por meio do telefone 0800 645 0102 ou através do site do Ipem-PR: www.ipem.pr.gov.br, no link “Ouvidoria”.

JUSTIÇA

Cabral é condenado a mais 33 anos de prisão por crimes da Lava Jato

Vladimir Platonow Da Agência Brasil A Justiça Federal condenou o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral a mais 33 anos de prisão por crimes investigados pela Operação Lava Jato. Cabral foi condenado pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, totalizando US$ 85,383 milhões. A sentença, assinada pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, foi publicada na quarta-feira (9).Na sentença, que também condena Wilson Carlos da Silva Carvalho e Sérgio Castro de Oliveira, ambos auxiliares e operadores financeiros de Cabral, o juiz Bretas assinala que, com a ajuda de doleiros, eles "constituíram, financiaram e integraram uma organização criminosa que tinha por finalidade a prática de crimes de corrupção ativa e passiva, fraude às licitações e cartel em detrimento do estado do Rio de Janeiro, bem como a lavagem dos recursos financeiros auferidos desses crimes”.Quanto à participação de Cabral, Bretas salienta que ele foi o principal idealizador dos esquemas criminosos, tendo culpa maior do que os demais. “O condenado Sérgio Cabral foi o grande fiador das práticas corruptas imputadas. Em razão da autoridade conquistada pelo apoio de vários milhões de votos que lhe foram confiados, ofereceu vantagens em troca de dinheiro. Vendeu a empresários a confiança que lhe foi depositada pelos cidadãos do estado do Rio de Janeiro, razão pela qual a sua culpabilidade, maior do que a de um corrupto qualquer, é extremamente elevada”, disse Bretas.O juiz ainda reduziu parte da pena de Cabral pelo fato de ele ter entregue à Justiça patrimônio estimado em R$ 40 milhões, mas não reconheceu como atenuante a confissão do ex-governador: “Não há que se aplicar a atenuante genérica de confissão, na medida em que não foi autêntica, mas fantasiosa e inverídica a tese de que os valores recebidos se tratavam doações para fins eleitorais, não amparada em nenhum elemento de prova”.Em nota, a defesa de Cabral afirmou que vai apresentar recurso contra a condenação: “A defesa irá recorrer por entender que Sérgio Cabral já foi condenado por fatos idênticos e discordar da pena aplicada. Nesse caso, ele não foi reinterrogado, e o juiz levou em consideração um depoimento antigo. De qualquer forma, a postura de auxiliar as autoridades será mantida”.

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