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 - Quinta-feira | Edição 18.213
Diário Digital Quinta-feira | Edição 18.213 21/02/2019 Baixar
Mercado financeiro prevê inflação em 4,02% neste ano
DINHEIRO

Mercado financeiro prevê inflação em 4,02% neste ano

A inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), neste ano deve ficar em 4,02%. Essa é a previsão de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) todas as semanas sobre os principais indicadores econômicos.Na semana passada, a projeção para o IPCA estava em 4,01%. A estimativa segue abaixo da meta de inflação que é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%, neste ano.Para 2020, a projeção para o IPCA segue em 4%. Para 2021 e 2022, a estimativa permanece em 3,75%.A meta de inflação é 4%, em 2020, e 3,75%, em 2021, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).O BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano, para alcançar a meta da taxa inflacionária.De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2019 em 7% ao ano e subir em 2020 para 8% ao ano, permanecendo nesse patamar em 2021 e 2022.O Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic para conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.A manutenção da taxa básica de juros indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.Atividade econômicaAs projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,53% para 2,57% neste ano. Para os próximos três anos, a previsão de crescimento é 2,50%.A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no final deste ano e de 2020.

Produção de veículos cresce 6,7% em 2018, diz Anfavea
ECONOMIA

Produção de veículos cresce 6,7% em 2018, diz Anfavea

A produção de veículos no país cresceu 6,7% em 2018 na comparação com o ano anterior. O dado foi divulgado ontem (8) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).De janeiro a dezembro do ano passado, o país produziu 2,880 milhões de veículos e, em 2017, 2,699 de unidades.Considerando apenas o mês de dezembro, a produção de veículos atingiu 177,7 mil unidades, com queda de 27,4% na comparação com novembro. Em relação a dezembro de 2017, a produção caiu 16,8%. LICENCIAMENTO - No período de janeiro a dezembro do ano passado, foram licenciados no país 2,566 milhões de veículos – o que engloba veículos leves, caminhões e ônibus –, com aumento de 14,6% em comparação a 2017.Em dezembro foram emplacados 234,5 mil veículos, com 1,6% de aumento em relação a novembro e de 10,3% em comparação com dezembro do ano passado.

VAMOS FALAR SOBRE DEPRESSÃO?
SAÚDE

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DEPRESSÃO - A doença do século

ENSINO

Rede estadual tem mais de 1,3 mil vagas para cursos técnicos

CURITIBA - Acabam nesta quinta-feira (21) as inscrições para os cursos técnicos do programa Pronatec/Mediotec na rede estadual de ensino. São 1.380 vagas em 16 cursos disponíveis em 37 escolas estaduais de 26 municípios. Os cursos são ofertados na modalidade concomitante, em que o aluno cursa o ensino médio regular em um turno e faz as disciplinas técnicas no contraturno escolar, não necessariamente na mesma instituição de ensino.Podem se inscrever estudantes regularmente matriculados a partir da 2ª série do ensino médio da rede estadual, e que tenham no mínimo 15 anos completos, diretamente na instituição de ensino de interesse.“Os cursos concomitantes do Mediotec são mais uma oportunidade para estudantes da rede estadual ampliarem seus conhecimentos e possibilidades de trabalho. Além de ser gratuito, assim como os demais cursos profissionalizantes da rede estadual, o Mediotec também garante aos estudantes um auxílio-transporte e um kit com materiais didáticos”, explica a chefe interina do Departamento de Educação Profissional, Angela Carstens.CURSOS – Os cursos do Mediotec são: Administração, Alimentos, Cozinha, Design de Interiores, Edificações, Eletromecânica, Eventos, Farmácia, Informática, Logística, Mecânica, Meio Ambiente, Portos, Química, Recursos Humanos e Vestuário.Estão disponíveis 30 vagas em cada turma. Caso haja uma procura maior que o número de vagas, ocorrerá um processo seletivo. As aulas começam em 7 de março e têm duração de um a dois anos, dependendo do curso.PRONATEC – O Programa Nacional de Acesso à Educação Profissional e Emprego tem como objetivo principal expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica para a população brasileira, com a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade do ensino médio público, ampliando, assim, as oportunidades educacionais dos trabalhadores.

VASCULAR

Nada de generalizar: Problemas de circulação podem ter diferentes causas e tratamentos

SÃO PAULO - Dores ao caminhar, inchaço nas pernas e até mesmo o surgimento de feridas na pele, são sinais de que o fluxo sanguíneo não está como o desejado. Mas os problemas de má circulação não são todos iguais e podem estar relacionados a questões venosas e arteriais. A consulta a um especialista é fundamental para descobrir o tipo de problema e o tratamento mais adequado.No caso das doenças venosas - quando o sangue não consegue voltar para o coração e a insuficiência é refletida nas veias - os sinais são perceptíveis. Entre os mais comuns estão: varizes, inchaço nas pernas, queimação e sintomas como dor e peso nos membros inferiores. De acordo com cirurgião vascular do Hospital Edmundo Vasconcelos, Walter Campos (SP), o tratamento pode se dar tanto por meio do uso de medicamentos e de meias de compressão, quanto por intervenção cirúrgica, em casos considerados mais graves.Apesar do problema de circulação, em geral, ser associado com a má alimentação, no caso da doença venosa isso não causa uma piora. "O que intensifica o quadro é a obesidade, o número de gestações, uso de anticoncepcional, sedentarismo e ficar muitas horas em pé", dizO fator qualidade da alimentação pode interferir, no entanto, quando a complicação está ligada a uma doença arterial. "Colesterol, diabetes e pressão alta podem acelerar a evolução do quadro, fechando as artérias e desenvolvendo coágulos", alerta o cirurgião vascular.Assim como na alteração venosa, os sintomas são aparentes. Dores para caminhar, dores em repouso e aparecimento de feridas fazem parte do diagnóstico clínico. Neste caso, o tratamento consiste no controle dos fatores de risco- colesterol, diabetes e pressão alta. Walter Campos atenta que em casos graves da doença, a cirurgia é a alternativa mais indicada, a fim de evitar a amputação de membros.

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