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 - Sexta-feira | Edição 18.114
Diário Digital Sexta-feira | Edição 18.114 19/10/2018 Baixar
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Fiep orienta industriais sobre cuidados antes de buscar crédito
CINCO PASSOS

Fiep orienta industriais sobre cuidados antes de buscar crédito

CURITIBA - Dos mais de 100 atendimentos realizados desde janeiro deste ano até agora no Núcleo de Acesso ao Crédito do Sistema Fiep, cerca de 40% tiveram como principal destino o uso como capital de giro. Aquisição de máquinas e equipamentos somaram 16%, e obras e reformas, 14%. Apenas 7% tinham como objetivo investimento em inovação. Esse cenário revela que o setor industrial busca fôlego para se recuperar da grave crise econômica dos últimos anos e para fechar o ano, que foi conturbado, com paralisação do transporte rodoviário, aumento acima da inflação na conta de energia elétrica, crescimento econômico lento e indefinições na política.O especialista em crédito da Fiep, João Baptista Guimarães, elencou cinco passos prioritários a serem observados pelo industrial antes de buscar crédito no mercado. Segundo ele, em alguns casos a concessão de crédito na indústria é mais complexa do que em outros segmentos, como comércio e serviços. Isso porque envolve projetos mais robustos, que necessitam, por exemplo, de licenças ambientais e de documentação mais detalhada. O processo é mais lento e geralmente são concessões para investimentos de longo prazo.“O crédito é um importante instrumento para manutenção das atividades e crescimento de uma empresa. Sua utilização de forma planejada e consciente pode trazer crescimento, liquidez e vantagens competitivas. Mas, como todo recurso, sua utilização envolve riscos e custos, que se não forem bem administrados podem comprometer a saúde financeira da empresa”, orienta.PASSO A PASSO - O primeiro passo é organizar as finanças da empresa, ou seja, realizar uma boa gestão dos recursos: controlar o fluxo de caixa, avaliar o resultado anual e mensal da atividade, calcular o endividamento e utilizar ferramentas de análise e controle financeiro.“Estes pontos são fundamentais para garantir o sucesso do negócio e para calcular a real necessidade de crédito. Uma boa gestão evita que a empresa se endivide desnecessariamente e pague custos maiores do que os necessários”, informa. A segunda etapa sugerida pelo especialista e que pode reduzir os custos de um financiamento é recorrer ao autofinanciamento, que é buscar recursos dentro da própria empresa antes de tomar empréstimos. Isso pode ser feito ao otimizar custos operacionais, com redução de desperdícios, melhor gestão de estoques, ao utilizar venda de ativos ociosos, negociando preços e prazos de pagamento com fornecedores e clientes, adotando políticas de incentivo para o pagamento antecipado e reinvestido o lucro da empresa, além de buscar aporte dos sócios. A terceira fase envolve planejamento. Após organizar as finanças e buscar recursos internamente é preciso montar um plano de financiamento. Este plano deve conter o valor total do financiamento e seu detalhamento por itens financiados, a que se destinam os recursos, como por exemplo, para fins de obras e reformas, aquisição de máquinas e equipamentos (nacionais e importadas), projetos de inovação, compra de insumos, pagamento de fornecedores ou exportação de bens. O quarto passo é pesquisa de mercado, ou seja, buscar instituições financeiras e bancos que ofereçam as melhores condições para sua necessidade de crédito. Além do próprio banco que a empresa tem relacionamento é importante buscar as condições dos bancos de desenvolvimento, agências de fomento, fintechs e cooperativas de crédito. E, por último, o empresário precisa ficar atento a prazos e documentos necessários para apresentar à instituição financeira escolhida. Nesta fase é preciso estar com todas as certidões exigidas em dia e com a documentação contábil atualizada para agilizar o processo de financiamento.

Rebanho de bovinos e produção de leite caem, diz pesquisa
SETOR PECUÁRIO

Rebanho de bovinos e produção de leite caem, diz pesquisa

RIO DE JANEIRO - A safra recorde de grãos em 2017, influenciada por fatores climáticos favoráveis, contribuiu para a redução dos custos de produção no setor pecuário entre 2016 e 2017.Ainda assim, o ano foi marcado pela retração do rebanho de bovinos e da produção de leite, mas, em contrapartida, houve aumento significativo do rebanho suíno, que teve a maior expansão da série histórica e, principalmente, no número de galinhas (poedeiras) e galináceos.As informações constam da pesquisa Produção da Pecuária Municipal 2017 (PPM), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.O estudo traz informações dos efetivos da pecuária existentes no país, da produção de origem animal e do valor da produção, que fechou 2017 em queda de 0,4% comparativamente a 2016.Os dados indicam, por exemplo, que, enquanto o total de galináceos chegou a 1,4 bilhão de cabeças, com crescimento de 6% em relação a 2016 - o maior resultado da série histórica da pesquisa, iniciada em 1974 -, o total de bovinos fechou o ano em 214,9 milhões de cabeças, uma queda de 1,5% de um ano para outro.Ao comentar os números da PPM 2017, a analista do levantamento, Mariana Oliveira, ressaltou o aumento dos rebanhos de suínos, galináceos e galinhas e as “pequenas quedas” de bovinos e caprinos.“Do ponto de vista da produção, destacou-se o aumento da produção de mel e dos ovos de galinha e de codorna. A queda de bovinos pode ser explicada pelo aumento do abate, em razão da queda do preço da arroba, o que é uma coisa cíclica: cai o preço da arroba, aumenta o abate de vaca como forma de reduzir o rebanho e, consequentemente, promover a alta do preço da arroba”, explicou.Já o recuo do valor da produção, a analista explicou: “O valor de produção da pecuária caiu 0,4% de 2016 para 2017 em razão do preço de alguns dos principais produtos como o leite, que diminuiu 0,5% e afetou o valor total da produção”.Segundo Mariana, o aumento do abate de galináceos está diretamente ligado à situação econômica da população. “Uma vez que o preço do produto é inferior ao da carne, a tendência é que boa parcela da população opte pelo produto mais barato disponível”.BOVINOS E SUÍNOS - Em 2017, o total de bovinos no Brasil foi de 214,9 milhões de cabeças, uma queda de 1,5% com relação a 2016. “O ano foi marcado por um aumento no abate de matrizes, influenciado pelos baixos preços do bezerro e da arroba”, justificou o IBGE.O Brasil é detentor do segundo maior rebanho mundial, atrás apenas da Índia, e é o maior exportador e segundo maior produtor de carne bovina, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.A Região Centro-Oeste, destaque na produção de bovinos, apresentou 74,1 milhões de cabeças, correspondendo a 34,5% do total nacional em 2017. Mato Grosso segue como o estado com o maior plantel bovino, abrigando 13,8% - 29,7 milhões de cabeças. O estado tem grandes frigoríficos e é responsável pelo maior volume de abate bovino no país.A produção de bovinos segue avançando para o Norte, que possui o segundo maior número - 48,5 milhões de cabeças de gado - e foi a única região a apresentar crescimento em 2017, com variação de 1,0% em relação a 2016.Dos 20 municípios brasileiros com os maiores números de bovinos em 2017, 11 estavam no Centro-Oeste e nove no Norte. São Félix do Xingu, no Pará, que apresentou o maior total nacional, teve um crescimento do rebanho nos últimos dez anos de 23,6%.Já o rebanho brasileiro de suínos atingiu 41,1 milhões de cabeças em 2017, um aumento de 3,0% com relação a 2016. A Região Sul concentra o maior total com Santa Catarina no topo do ranking estadual, com 19,7% da soma nacional. Logo em seguida, aparecem o Paraná (16,8%) e Rio Grande do Sul (14,6%).Galináceos, galinhas e produção de ovosO total de galináceos em 2017 foi de 1,4 bilhão de cabeças. A Região Sul, destaque na produção e abate de frangos, foi responsável por 47,1% desse total, seguida da Região Sudeste (26,1%). Somente o Paraná abrigou 25,3% do total nacional.O quadro para as regiões se inverte quando aborda o efetivo de galinhas (poedeiras). A soma nacional estimada em 242,8 milhões de cabeças – um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior – teve sua maior concentração na Região Sudeste (38,7%), seguida da Região Sul (26,0%).O Brasil se destaca mundialmente na produção e exportação de frangos, sendo o maior exportador e segundo maior produtor de carne de frango, também de acordo com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Os principais destinos do produto brasileiro em 2017 foram Arábia Saudita, Japão e China.Sul e Sudeste lideram produção de leiteA produção brasileira de leite em 2017 foi de 33,5 bilhões de litros, uma retração de 0,5% em relação a 2016. As Regiões Sul e Sudeste encabeçam a produção nacional, com 35,7% e 34,2% do total de litros, respectivamente.Em relação ao número de vacas ordenhadas, é na Região Sudeste que está localizada a maior parte desses animais: 30,4% do total de 17,1 milhões no Brasil. No entanto, a maior produtividade nacional é encontrada na Região Sul, o que a mantém com o status de maior produtora de leite desde 2015.O principal estado produtor de leite no Brasil é Minas Gerais, que possui ainda o maior rebanho de vacas ordenhadas. Em 2017, foi responsável por 26,6% da produção de leite e por 20,0% do total de vacas ordenhadas.O preço médio nacional em 2017 foi de R$ 1,1 por litro de leite, uma queda de 5,6% em relação a 2016, ano que atingiu o maior valor da série histórica pela queda na produção e competição pelo produto por parte da indústria. O valor de produção anual gerada na atividade foi de R$ 37,1 bilhões.

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Crianças aprendem na escola a ter uma vida mais saudável
HÁBITOS

Crianças aprendem na escola a ter uma vida mais saudável

CURITIBA - Combater o sedentarismo e estimular as crianças a adotarem hábitos de vida mais saudáveis pode não ser uma tarefa fácil, mas é uma necessidade. Dados do Ministério da Saúde apontam que o número de pessoas obesas tem aumentado no Brasil, chegando a 18,9% da população. Para reverter essa realidade, o Paraná aposta na educação através do Programa Paraná Saudável, desenvolvido em parceria pela Secretarias de Estado da Saúde, do Esporte e da Educação.O projeto chegou até os alunos da Escola Municipal Parigot de Souza, em Curitiba. Cada um dos pequenos recebeu um caderno com atividades, jogos, desenhos e histórias que estimulam alimentação mais saudável, com menos produtos processados, açúcar, sal e gordura e mais frutas e verduras; a prática de atividades lúdicas e esportivas e outros hábitos que contribuem para uma vida mais sadia.O secretário da Saúde, Antônio Carlos Nardi, explica que o Paraná Saudável nasceu da preocupação com o avanço dos casos de obesidade e sobrepeso na população paranaense. Atualmente, em torno de 20% dos jovens e adolescente brasileiros apresentam excesso de peso. Se essa tendência não mudar, em aproximadamente duas décadas 70% da população apresentará excesso de peso.“Em todo o mundo, a obesidade é um problema de saúde pública que precisa ser combatido através de ações integradas, que envolvam diversos setores e atinjam toda população, levando informação e estímulo para uma vida mais saudável”, disse o secretário.

EDUCAÇÃO/PR

Começam inscrições para cursos profissionalizantes

CURITIBA - A Secretaria da Educação abriu o prazo de inscrições para 51 cursos técnicos e também para o curso de Formação de Docentes, disponíveis em mais de 180 municípios do Paraná. Os interessados devem procurar as instituições de ensino que ofertam os cursos, todos gratuitos, até 15 de novembro.Os cursos são oferecidos em de duas formas. Os integrados combinam disciplinas técnicas e disciplinas da base comum (Língua Portuguesa, Matemática, Arte, etc), ao longo de quatro anos, e disponíveis para alunos que concluíram apenas o ensino fundamental. Nos subsequentes, os estudantes que já concluíram o ensino médio podem cursar somente disciplinas técnicas, com duração de um a dois anos, de acordo com o curso.O curso de Formação de Docentes é profissionalizante e forma professores para atuar na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental. Tem duração de quatro anos, é integrado ao ensino médio e está disponível para quem concluiu somente o ensino fundamental.Algumas instituições de ensino e os Centros Estaduais de Educação Profissional (CEEPs), Centro Estadual de Educação Profissional Agrícola (Ceepa), Colégios Agrícolas Estaduais (CAEs) e Centro Estadual Florestal de Educação Profissional (Cefep), fazem inscrições online, diretamente na página de cada instituição.Caso o número de inscritos ultrapasse o número de vagas, os candidatos participam de um processo classificatório, que segue critérios sociais e técnicos.O início das aulas segue o calendário escolar para o ano letivo de 2019.

VOTAÇÃO

Congresso derruba veto ao aumento do piso salarial de agentes comunitários de saúde

BRASÍLIA - Deputados e senadores reunidos em sessão conjunta do Congresso Nacional nesta quarta-feira (17) decidiram derrubar o veto (VET 32/2018) do presidente Michel Temer ao piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. Assim, voltará a valer a remuneração nacional da categoria prevista na medida provisória (MP) 827/2018, aprovada em julho pelo Congresso. A matéria segue para a promulgação. Pela MP, os agentes receberão R$ 1.250 a partir de 2019; 1.400 em 2020 e R$ 1.550 em 2021.O presidente da República sancionou a nova regulamentação profissional da categoria (Lei 13.708/2018), mas vetou os seis pontos do texto que tratavam do reajuste. Foi mantido apenas o veto que determina que, a partir de 2022, o piso seria reajustado anualmente em percentual definido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).De acordo com o Palácio do Planalto, a matéria aprovada pelo Congresso Nacional cria despesas obrigatórias sem estimativa de impacto orçamentário e viola a iniciativa reservada ao presidente da República no que diz respeito à criação de cargos e aumento de sua remuneração.DERRUBADA DO VETO - Senadores e deputados que usaram a palavra durante a votação da matéria defenderam a derrubada do veto. O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e a deputada Érica Kokay (PT-DF) destacaram o compromisso do Congresso na valorização desses profissionais.“Aprovamos aqui este reajuste até 2021, foi vetado pelo Presidente da República, mas a última palavra é do Legislativo”, ressaltou Flexa.O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) disse que reajustar os salários dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias é o mesmo que aumentar o investimento em prevenção.“Não é aumento de salário. Aqui está se falando em reequilibrar o salário desses profissionais. Sem eles não vamos conseguir controlar os diversos tipos de doenças, além de aumentar a despesa com a saúde curativa”, avaliou.O deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) lembrou que o reajuste é uma luta antiga desses profissionais.“São cerca 300 mil agentes de comunitários e 100 mil agentes de combate às endemias no país que desde o ano de 2013 vêm lutando para que possamos ter uma legislação que garanta as suas atividades e um salário digno”, defendeu. (Agência Senado)

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