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 - Domingo e Segunda | Edição 18.306
Diário Digital Domingo e Segunda | Edição 18.306 16/06/2019 Baixar
Setor automotivo cresce, mas não recupera perdas dos últimos anos
ECONOMIA

Setor automotivo cresce, mas não recupera perdas dos últimos anos

Daniel MelloDa Agência Brasil O crescimento que o setor automotivo vem registrando neste ano ainda não é suficiente para recuperar as perdas da indústria nos últimos anos, disse ontem (6) o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Carlos Moraes.“É um crescimento muito pequeno ainda para recuperar todas as perdas que tivemos no período de 2014 a 2016”, afirmou Moraes durante a apresentação dos resultados do setor. De acordo com o presidente da Anfavea, nesse período, as montadoras enfrentaram retração de cerda de 40%.Ele disse que a retomada da produção e das vendas está sendo possível devido à melhora no cenário econômico do país. “No caso do mercado interno, o crédito disponível vem aumentando e o índice de inadimplência está melhor. A gente está vendo também locadoras que têm renovado suas frotas”, acrescentou.Moraes enfatizou, entretanto, que “ainda é muito pouco” para que a indústria volte ao patamar anterior à crise. Para ele, é preciso que o país tenha um crescimento econômico mais robusto. “A gente precisa de mais PIB [Produto Interno Bruto]”, afirmou.Na terça-feira (4), o Banco Mundial reduziu a previsão de crescimento da economia brasileira.  Segundo o Relatório de Perspectivas Econômicas Global, a previsão para a expansão do PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país, neste ano, foi reduzida em 0,7 ponto percentual e ficou em 1,5%.CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA - O balanço da Anfavea mostra que a produção de veículos teve alta de 29,9% em maio, em comparação com o mesmo mês de 2018. Foram montados ao longo de maio 275,7 mil unidades, contra 212,3 no mesmo período do ano passado. Em relação a abril, o crescimento na fabricação foi de 3,1%.No acumulado de janeiro a maio, o setor registrou uma expansão de 5,3% em comparação com os primeiros cinco meses de 2018. Foram fabricados neste ano 1,24 milhão de veículos, enquanto no mesmo período do ano passado foram 1,17 milhão de unidades.As vendas de veículos tiveram alta de 21,6% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram comercializadas no período 245,4 mil unidades. Em relação a abril, o crescimento nos emplacamentos foi de 5,8%. No resultado acumulado dos primeiros cinco meses de 2019, foram licenciados 1,08 milhão de veículos, uma expansão de 12,5%.A fabricação de caminhões cresceu 51,3% em maio, com a montagem de 11,2 mil unidades. No acumulado de janeiro a maio, o setor cresceu 10,9% em relação ao mesmo período de 2018, com a produção de 45,4 mil caminhões.De acordo com Luiz Carlos Moraes, a expansão do setor de caminhões está sendo puxada pelo segmento extrapesado. “Mas nós já começarmos a ver outros setores, semipesado e leve, começando a crescer. Isso significa que outros segmentos de distribuição urbana estão começando a renovar a sua frota.”ExportaçõesSegundo o levantamento da Anfavea, as exportações continuam em queda, devido à retração do mercado argentino, que compra 70% do que o Brasil vende ao exterior. As vendas para outros países caíram 30,7% no mês passado em comparação com maio de 2018.Foram vendidas para o exterior 60,8 mil unidades. De janeiro a maio, foram vendidos para outros países 181,6 mil veículos, uma queda de 42,2% em relação aos 314,1 mil exportados nos primeiros cinco meses do ano passado.EMPREGO - Apesar do crescimento da produção e comercialização, o nível de emprego no setor automotivo não aumentou na mesma proporção. Segundo o presidente da Anfavea, isso ocorreu porque as fábricas têm capacidade ociosa e não foram abertos mais turnos nas linhas de montagem.O número de pessoas trabalhando na indústria automotiva registra retração de 1,8% em maio na comparação com o nível de emprego do mesmo mês de 2018. O último balanço aponta para 130 mil pessoas empregadas no setor, uma ligeira queda (0,2%) em relação a abril.

Preços sobem 1,27% na saída das fábricas em abril
ECONOMIA

Preços sobem 1,27% na saída das fábricas em abril

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a inflação de produtos na porta de saída das fábricas brasileiras, registrou alta de preços de 1,27% em abril deste ano. A inflação é, no entanto, inferior às taxas registradas em março deste ano (1,59%) e em abril do ano passado (1,58%).De acordo com dados divulgados ontem (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPP acumula taxas de 2,57% no ano e de 8,61% em 12 meses.Em abril, 22 das 24 atividades industriais pesquisadas registraram inflação em seus produtos, com destaque para refino de petróleo e produtos de álcool (3,18%), indústrias extrativas (3,02%) e metalurgia (2,29%).Por outro lado, as quedas de preços dos produtos têxteis (-0,21%) e da madeira (-0,71%) evitaram uma inflação maior do IPP em abril.Entre as quatro grandes categorias de uso, a maior taxa de inflação foi observada nos bens de consumo semi e não duráveis (1,81%), seguidos pelos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (1,06%). Os bens de consumo duráveis registraram alta de preços de 1,02% e os bens de capital - as máquinas e equipamentos -, uma taxa de 0,79%.

Governo e empresa discutem logística reversa de embalagens longa-vida
PARANÁ

Governo e empresa discutem logística reversa de embalagens longa-vida

A equipe da Divisão de Resíduos Sólidos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo recebeu nesta sexta-feira (14) representantes da empresa Tetra Pak, que produz embalagens cartonadas longa-vida. O objetivo do encontro foi discutir uma parceria voltada à logística reversa das embalagens para que sejam destinadas corretamente e, como consequência, gerar empregos e renda no Paraná.Segundo o coordenador da Divisão de Resíduos Sólidos da secretaria, Laety Dudas, a logística reversa desse material só tende a avançar no Estado. O recolhimento desses resíduos, acrescenta, não beneficia apenas o meio ambiente. Recicladores, as empresas que atuam no segmento e o Estado ganham com os novos produtos que podem ser produzidos com as embalagens como matéria-prima.“A Tetra Pak reconhece a necessidade e já vem tratando suas embalagens, que têm um grande valor econômico e podem voltar para a cadeia produtiva, gerando outros materiais como telhas e cadernos”, explica Dudas.A diretora de Economia Circular da empresa, Valéria Michel, destaca que a Tetra Pak tem trabalhado bem próxima ao Estado do Paraná, buscando ampliar parcerias e a coleta seletiva e a reciclagem. “O caminho que deixa o Paraná como referência na coleta seletiva são os programas de capacitação nas cooperativas e ações de educação junto à população, o que a empresa já tem feito e espera ampliar com essa parceria”, destaca aTRABALHO CONJUNTO – O objetivo da secretaria é fazer com que as duas empresas que trabalham nesse segmento no Estado, embora concorrentes comercialmente, trabalhem juntas na logística reversa, reutilizando as embalagens pós-consumo. “É uma necessidade do planeta e acho que o Paraná vai dar uma grande demonstração se conseguirmos colocar as duas indústrias que estão no Estado trabalhando em conjunto”, explica Dudas.

POLÍTICA

Congresso vai aprovar reestruturação da carreira militar, diz ministro

Roseann Kennedy Da TV Brasil O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, está confiante na aprovação do projeto de lei que reestrutura a carreira militar. A matéria foi encaminhada ao Congresso paralelamente à reforma da Previdência, e a comissão especial que vai analisar o tema foi criada no último dia 29. O ministro ressaltou que as peculiaridades da profissão nas Forças Armadas exigem normas específicas. “Você está oferecendo a sua vida em prol do país. Então, ela tem que ter regras específicas para o militar e para a família dele. Eu tenho certeza absoluta que os parlamentares compreendem e vão aprovar isso”, apostou.Em entrevista à jornalista Roseann Kennedy, o general também defendeu a importância de o Congresso aprovar o acordo de salvaguardas tecnológicas entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos para impulsionar o uso comercial da Base de Alcântara, no Maranhão. O documento foi assinado em Washington, nos Estados Unidos, em março, entregue na Câmara dos Deputados na semana passada e o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) foi escolhido relator na Comissão de Relações Exteriores, no dia 12. A estimativa do governo é que, se o Brasil detiver, ao menos, 1% do mercado mundial de lançamento de satélites até 2040, isso representará uma arrecadação de US$ 10 bilhões, por ano. Na entrevista, o ministro falou ainda de temas como a flexibilização do porte de arma e munição e dos 20 anos do Ministério da Defesa.Roseann Kennedy: Nestes 20 anos do Ministério, houve muita mudança na importância da defesa no país?Fernando Azevedo e Silva: Durante estes 20 anos, o Ministério da Defesa teve alguns avanços significativos. Uma foi a concepção de ações conjuntas, que envolvem as três Forças. Hoje, numa concepção de conflito, só existem operações conjuntas. Nós pegamos um período muito fértil, que foram as operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Para você ter uma ideia, de 1999 até hoje, foram 114 operações. A outra coisa que marcou estes 20 anos foi o seu farol, a sua concepção estratégica. Os documentos básicos que foram criados e que dão realmente um norte para o Ministério e para Marinha, Exército e Força Aérea, que foram a Política Nacional de Defesa, a Estratégia Nacional de Defesa e o Livro Branco de Defesa, que são aprovados e referendados pelo nosso Congresso.Roseann Kennedy: O país também teve avanço na condição geopolítica, com uma presença no mundo muito mais forte.Azevedo e Silva: É lógico que as concepções de conflito mudaram. Nós temos, hoje, os chamados conflitos assimétricos, que não têm fronteira, não têm países. E a nossa concepção estratégica foi mudando ao longo disso. Mas nós temos duas estratégias básicas, ou três. Nós temos que ter um poder dissuasório compatível com a estatura política e geográfica que o Brasil tem, com suas riquezas. Nós temos 22 milhões de quilômetros quadrados para vigiar, seja em terra, mar ou ar. Nós temos de ter a capacidade de projeção de poder, particularmente para atuarmos em forças expedicionárias em missão de paz que nós já atuamos em várias delas. E nós já atuamos em várias delas. Moçambique, Angola, Haiti, recentemente, e atualmente temos 375 militares no exterior, em missão de paz.

ESPÍRITO SANTO

Fiscalização encontra 90 trabalhadores em situação irregular em fazendas de café

Uma operação especial de fiscalização em fazendas de café do Espírito Santo flagrou 90 trabalhadores, entre eles sete menores de 18 anos, em situação irregular. Eles estavam trabalhando em propriedades rurais dos municípios de Santa Tereza, Linhares, São Roque do Canaã, Pancas e Vila Valério, sem equipamentos de segurança. Também foram identificados problemas nos alojamentos e descontos indevidos nos salários para custear comida e transporte dos operários. A ação ocorreu entre os dias 4 e 6 de junho e foi coordenada pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, que contou com apoio da Polícia Federal, Ministério Público do Trabalho e Defensoria Pública da União. IRREGULARIDADES - Os sete adolescentes estavam trabalhando a céu aberto, descalços e sem proteção contra acidentes. Um deles, de 16 anos, pesava 40 quilos e manuseava sacos de café de até 80 quilos, o dobro do peso do menino. Como as atividades que eles exerciam são proibidas para menores de 18 anos por se enquadrarem na lista das piores formas de trabalho infantil, a Lista TIP (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6481.htm), foram imediatamente afastados e indenizados pelo rompimento antecipado do contrato e por danos morais.No total, os proprietários das fazendas fiscalizadas receberam 78 autos de infração. Os valores somaram R$ 15,8 mil em verbas trabalhistas. Os danos morais aos adolescentes custaram R$ 14,6 mil.

agência dream