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Diário Digital Quarta-feira | Edição 18.284 22/05/2019 Baixar
Transportadoras e caminhoneiros alertam para risco de nova paralisação
ECONOMIA

Transportadoras e caminhoneiros alertam para risco de nova paralisação

Alex RodriguesDa Agência BrasilRepresentantes dos caminhoneiros voltaram a defender, ontem (8), que a Petrobras reajuste o preço do óleo diesel com menos frequência, espaçando o máximo possível os aumentos do valor do combustível. Segundo representantes da categoria que participaram da audiência pública que a Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, a oscilação dos preços tem inviabilizado a definição do valor do frete cobrado, prejudicando os caminhoneiros autônomos e as transportadoras.“Não temos a capacidade técnica de suportar aumento de preços diários, quinzenais ou mesmo mensais”, disse o presidente da Confederação Nacional do Transportes (CNT), Vander Francisco Costa, ao apresentar a sugestão da entidade que representa as empresas de transporte de carga. “Nossa proposta é que as variações de preços que acompanham o mercado internacional sejam feitas com intervalo mínimo de 90 dias. A Petrobras tem condições de fazer isso sem alterar sua política de preços”, afirmou Costa, lembrando que a própria Petrobras, como contratante do transporte rodoviário, é prejudicada pela falta de previsibilidade que tende a prejudicar os caminhoneiros ou encarecer o frete.Já o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, criticou os frequentes aumentos do óleo diesel e o descumprimento da tabela mínima de frete. A política do frete mínimo foi uma das reivindicações dos caminhoneiros que paralisaram as estradas de todo o país em maio de 2018. A Lei 13.703, de agosto do ano passado, estabelece que os pisos mínimos de frete deverão refletir os custos operacionais totais do transporte, definidos e divulgados nos termos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com priorização dos custos referentes ao óleo diesel e aos pedágios. O que, segundo Fonseca, está sendo descumprido.“Ninguém está cumprindo a lei. O que está acontecendo é que o caminhoneiros autônomos estão sendo penalizados, estão morrendo à míngua. Não temos mais trabalho. O óleo diesel aumenta todos os dias. Algo precisa ser feito urgentemente”, pediu o sindicalista. “Nos subterrâneos, em volta do que está acontecendo aqui, está se armando muita coisa ruim, muita coisa feia para desestabilizar este governo e este país. Vocês podem achar que isto não é verdade, mas é”, acrescentou Fonseca, explicando que diretores e membros da Abcam participam de centenas de grupos de Whatsapp onde o “descontentamento” de cerca de 150 mil caminhoneiros “está fervendo”.O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, reforçou que a crescente insatisfação dos caminhoneiros autônomos pode resultar em uma nova crise. “É preciso uma definição, [são necessárias] ações diretas para o problema do óleo diesel. Ou acabaremos de forma calamitosa. E já estamos muito próximos do que aconteceu no ano passado, daquela situação estagnante.”“A previsibilidade de reajuste de preços a cada 15 dias não vai surtir nenhum reflexo para o setor. Nem para os autônomos, nem para as empresas. Isto é muito pouco para a previsibilidade logística de que precisamos para [definir] o frete”, afirmou o presidente da CNTA, defendendo medidas além da definição do frete mínimo. “Já no ano passado, quando defendemos a tabela de frete, falávamos da regulação transparente, lógica, de um piso mínimo de frete. O atual governo reconhece que a indústria e o agronegócio estão pagando muito pelo frete, enquanto os caminhoneiros estão recebendo pouco. Isso é resultado da falta de regulamentação. A partir do estabelecimento do piso mínimo de frete, o caminhoneiro vai poder usufruir do livre mercado, podendo estabelecer sua margem de lucro”, finalizou Bueno.Presente à audiência, o secretário executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, assegurou que, antes mesmo de assumir, ainda durante a transição, o governo federal vem procurando dialogar com os representantes do setor a fim de elaborar políticas públicas que assegurem a sustentabilidade da atividade. Sampaio disse que a questão da tabela de frete está sendo “revista” com a “ampla participação das categorias”. O secretário executivo afirmou que o governo vem atuando para reduzir a burocracia e aperfeiçoar a regulamentação das várias atividades envolvidas no setor.A superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da ANTT, Rosimeire Lima de Freitas, lembrou que, ao longo do mês, a agência realizará audiências públicas para discutir a questão da tabela do frete.

Paraná alcança segundo melhor mês em abate de frangos de sua história
AVICULTURA

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Estado abateu 161 milhões de cabeças de frango no período, número 2,3% superior ao mesmo período de 2018

Tecpar avança no processo para produzir a vacina pentavalente
PARANÁ

Tecpar avança no processo para produzir a vacina pentavalente

Representantes do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) participaram de uma missão técnica para auditar as Boas Práticas de Fabricação da empresa indiana que fornece ao Ministério da Saúde a vacina pentavalente. Essa é uma das etapas para que o instituto possa produzir o medicamento, a pedido do ministério, para as campanhas de vacinação nacionais.A missão foi liderada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que avalia um pedido de registro do Tecpar para o produto.A vacina pentavalente garante a proteção contra a difteria, tétano, coqueluche, a bactéria Haemophilus influenza tipo b (responsável por infecções no nariz e na garganta, entre outros) e, ainda, contra a hepatite B.Atualmente, a vacina é adquirida por meio do Fundo Rotatório da Organização Panamericana das Américas (OPAS), que importa parte da demanda da empresa indiana Biological E.O Tecpar iniciou um projeto de registro com a Biological, uma das principais fornecedoras da vacina para o SUS. Por isso, a diretora comercial do Tecpar, Danielle Portela, e a farmacêutica Carolina Perottoni acompanharam a auditoria.“Participar da auditoria em Boas Práticas de Fabricação de um fornecedor é uma das etapas para a obtenção do registro junto à Anvisa. Com o documento, o Tecpar poderá fornecer o medicamento ao SUS”, explica Carolina.A diretora comercial destaca que com o registro, o instituto fornecerá vacina ao Ministério da Saúde por meio de encomenda tecnológica. “Isso significa que, em um primeiro momento, o Tecpar forneceria o insumo do parceiro, a Biolgical, para que, com a transferência de tecnologia, tenha acesso a toda produção”. Ela acrescenta que produzir a vacina no Brasil será fundamental para dar mais segurança à imunização das crianças.Desde 2012, o Programa Nacional de Imunização (PNI) oferta a vacina pentavalente no calendário de vacinação. As crianças devem tomar três doses da vacina – aos dois, quatro e seis meses de idade.

PARANÁ

Gás natural veicular mantém competitividade

Economia na hora de abastecer e menos poluição lançada no meio ambiente. Estas são as principais vantagens para quem usa o Gás Natural Veicular (GNV) no Paraná. Mesmo com as altas recentes no preço de todos os combustíveis, o GNV conta com uma competitividade de cerca de 40% em relação ao etanol e à gasolina.“A procura pelo GNV nos postos continua crescente. No primeiro trimestre do ano, o volume de gás natural veicular comercializado no Estado cresceu 11% e a frota paranaense com GNV alcançou a marca de 37 mil veículos”, destaca o gerente comercial da Companhia Paranaense de Gás (Compagas), Mauro Melara.Com o objetivo de comprovar as vantagens, em especial a economia do GNV em relação aos combustíveis líquidos, desde o final do ano passado a Compagas conduz um projeto-piloto em conjunto com a Secretaria de Estado da Administração e da Previdência e com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).Dois veículos de cada instituição foram convertidos para o uso do GNV e os primeiros resultados já são positivos. De novembro de 2018 a março de 2019, os veículos da Sanepar com GNV chegaram a proporcionar uma redução de 62% no custo do abastecimento.No período, também foi possível fazer uma avaliação em relação à emissão de CO2 - os veículos com GNV reduziram em 42,32% a emissão de gases de efeito estufa em comparação com os carros que utilizam gasolina. O projeto, que tem duração de 12 meses, busca consolidar o uso de um combustível mais sustentável e econômico também para as frotas públicas."O GNV é menos poluente e rende mais que os combustíveis líquidos, o que se reflete na redução de custos, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável. Por isso, esse projeto é fundamental para consolidar o papel estratégico do gás natural como fonte de energia e como indutor do desenvolvimento do Estado", explica Melara.Veículos com GNV chegam a rodar quase o dobro em comparação ao etanol - em média 13,2 quilômetros por metro cúbico, enquanto com a gasolina o carro faz 10,7 quilômetros por litro e com o etanol, 7,5 quilômetros por litro. "Atualmente, a economia com o GNV é de cerca de 40%, porém, de acordo com os preços dos combustíveis, pode superar os 50%. Sem contar o desconto no IPVA - o custo do imposto é de 1% sobre o valor do veículo, contra os 3,5% do valor sobre os automóveis movidos a gasolina e/ou etanol", afirma Melara.Segundo a Compagas, qualquer veículo pode ser convertido para o uso do GNV - o custo é de R$ 4 mil. Para garantir a segurança no uso do combustível, é preciso fazer a conversão em oficinas credenciadas pelo Inmetro - são 17 em todo Paraná.Concessionária responsável pela distribuição do gás natural no Paraná, a Compagas fornece o combustível canalizado a 35 postos revendedores de GNV, localizados nas cidades de Curitiba, Campo Largo, Colombo, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa e São José dos Pinhais, além de um em Londrina, que comercializa o gás fornecido pela GasLocal.

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