Paranavaí
Min. 21°C Max. 28°C
PARANÁ

Projeto de lei propõe redução da máquina e economia de R$ 10,6 milhões

Tite confirma Gabriel Jesus fora e Militão titular na zaga da Seleção

  • Escola Bola na Rede fará amistoso em Terra Rica
  • Núcleos do Projeto ERA no Estádio Waldemiro Wagner
  • Paranavaí estreará neste sábado na Liga Avaliare
  • Gabriel Jesus admite que ficou abalado com críticas
  • Florai venceu a Copa Paranavaí de Voleibol-M
  • ABC
  • América-MG
  • América-RN
  • Asa
  • Atlético-GO
  • Atlético-MG
  • Atlético-PR
  • Avaí
  • Bahia
  • Boa Esporte
  • Botafogo
  • Bragantino
  • Ceará
  • Chapecoense
  • Corinthians
  • Coritiba
  • Criciúma
  • Cruzeiro
  • Figueirense
  • Flamengo
  • Fluminense
  • Goiás
  • Grêmio
  • Guaratinguetá
  • Icasa
  • Internacional
  • Joinville
  • Náutico
  • Oeste
  • Palmeiras
  • Paraná
  • Paysandu
  • Ponte Preta
  • Portuguesa
  • Santa Cruz - PE
  • Santos
  • São Caetano
  • São Paulo FC
  • Sport
  • Vasco
  • Vitória-BA

Colunistas

Tânia Mara
Artigos
Dinei Feitosa
Sinopse Geral

Articulistas

André Maciel
EDENI MENDES
Fabiano Brum
Josué Ghizoni
Marcelo Rios
Márcia Spada
 - Quinta-feira | Edição 18.235
Diário Digital Quinta-feira | Edição 18.235 21/03/2019 Baixar
Paraná alcança segundo melhor mês em abate de frangos de sua história
AVICULTURA

Paraná alcança segundo melhor mês em abate de frangos de sua história

Estado abateu 161 milhões de cabeças de frango no período, número 2,3% superior ao mesmo período de 2018

Exportações paranaenses de caminhões crescem 244% em janeiro
ECONOMIA

Exportações paranaenses de caminhões crescem 244% em janeiro

As exportações de caminhões de carga produzidos no Paraná somaram US$ 47,2 milhões em janeiro deste ano, alta de 244% em relação ao mesmo mês de 2018 (US$ 13,7 milhões). Foi a maior variação entre os dez principais itens da pauta de exportações do Estado, segundo dados do Ministério da Economia, tabulados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social.“É o melhor resultado para o mês de janeiro na série histórica iniciada em 1997”, destaca Julio Suzuki, diretor de pesquisa do Ipardes. Até então, o recorde era o de 2008: US$ 26,7 milhões. Este salto, diz Suzuki, se reflete em bons indicadores sociais.“O crescimento das exportações paranaenses de caminhões impacta diretamente sobre o nível da produção, que, por sua vez, garante um maior nível de emprego em um setor que é caracterizado pelas ocupações mais qualificadas”, ressalta ele.O aumento expressivo foi alavancado pelas vendas de caminhões pesados. “Está diretamente relacionado à recuperação do mercado externo e também reflete a atuação proativa dos fabricantes de caminhões de carga para compensar as limitações existentes no mercado interno, que retraiu muito durante a recente crise brasileira”, analisa Suzuki.POSIÇÃO NACIONAL - O valor exportado no mês passado coloca o Estado na segunda posição do ranking nacional, atrás apenas de São Paulo, superando estados que abrigam grandes fabricantes de caminhões de carga, como Rio de Janeiro e Minas Gerais. Entre os países importadores dos veículos paranaenses, destacaram-se a Argentina e o México, cujas compras alcançaram US$ 20,6 milhões e US$ 13,9 milhões, respectivamente, em janeiro de 2019.CONTRAMÃO - O desempenho das exportações do segmento no Paraná está na contramão do País. Conforme as estatísticas do Ministério da Economia, as vendas externas brasileiras de caminhões de carga recuaram 6,4% no primeiro mês de 2019 em comparação com janeiro de 2018, de US$ 124,5 milhões para US$ 116,5 milhões. O recorde nacional do setor em janeiro foi verificado em 2017: US$ 169,7 milhões.SETOR APRESENTA PERSPECTIVAS OTIMISTAS - "Para 2019, as perspectivas para o setor de caminhões de carga no Paraná são muito promissoras, tanto para exportações quanto vendas domésticas, por conta da melhores condições da economia brasileira”, aponta o diretor de pesquisa do Ipardes, Julio Suzuki.Este ano, o Banco Central projeta expansão do PIB brasileiro em 2,5%. “Esse seria o melhor resultado desde o início da grave crise iniciada há alguns anos. Com esse crescimento, provavelmente ocorrerá uma reação do mercado interno de caminhões de carga que favorecerá as plantas industriais instaladas no Paraná”, avalia. Alegando sinais consistentes de retomada da economia e expectativa de elevação de 30% no mercado de caminhões do País, na semana passada a montadora Volvo anunciou a contratação de 300 funcionários, aumentando o segundo turno de caminhões na fábrica de Curitiba, além de mais R$ 250 milhões em investimentos até 2020. O montante se soma ao aporte de R$ 1 bilhão iniciado em 2017 e que será concluído este ano. O Paraná tem um papel relevante nas exportações da Volvo por conta da localização estratégica da planta curitibana, que funciona como um “hub” manufatureiro para abastecer a América Latina. A empresa aposta no crescimento das vendas externas em 2019, em virtude do cenário econômico mais positivo nos seus principais mercados, como Chile, Peru e Argentina. DAF - Inaugurada em 2013, a planta da DAF Caminhões em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, também vem expandindo anualmente a produção para atender o mercado local e tem planos futuros de também passar a exportar. 

Outono: Estação chega com chuvas na maioria das regiões
PREVISÕES

Outono: Estação chega com chuvas na maioria das regiões

CURITIBA - O outono começa às 18h58 desta quarta-feira (dia 20) e termina às 12h54 de 21 de junho. Termina às 12h54 de 21 de junho. Segundo a previsão do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), a estação entra com chuvas na maioria das regiões do Estado, com temperaturas variando de 15ºC a 30ºC. Segundo o meteorologista Cezar Duquia, o outono paranaense caracteriza-se pela diminuição gradativa do volume de chuvas. “No primeiro mês, é esperado um comportamento com resquícios do verão, podendo ocorrer chuvas abundantes”, explica.De acordo com ele, à medida em que se aproxima o fim da estação, as massas de ar que atingem o Sul do Brasil costumam ser mais estáveis, com menos nuvens e pouca chuva. “Dados meteorológicos indicam 50% a 55% de probabilidade de persistência do fenômeno climático El Niño de fraca intensidade”.O modelo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) sugere chuvas acima da Normal climatológica na Região Sul. No Paraná, as condições analisadas e previstas pelo Simepar indicam que o outono será um pouco mais chuvoso do que a Normal – valor médio de chuvas e temperaturas registrados em três décadas consecutivas.Já as temperaturas devem seguir a tendência de normalidade, situando-se na média e ligeiramente acima da média. Previsões detalhadas para regiões e municípios paranaenses estão disponíveis no site do Simepar (www.simepar.br) nos tópicos Tempo e Previsão.AGRICULTURA - Segundo a agrometeorologista do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Heverly Morais, do ponto de vista hídrico, o milho safrinha deve ter um bom desenvolvimento. “No entanto, considerando que no outono se inicia o risco de geadas devido às incursões das massas polares, o milho safrinha poderá ser prejudicado, dependendo da intensidade do fenômeno e do estágio em que se encontra a lavoura”. Ele acrescenta que as fases mais suscetíveis a danos e perdas por geadas são a floração e o início da frutificação, quando os grãos estão leitosos. “Quanto mais cedo tiver sido semeado o milho,menor o risco”, observa Heverly.Por ser a cultura do café suscetível à geada, os cafeicultores devem ficar atentos ao serviço de alerta para tomarem as medidas de proteção das lavouras recém-plantadas no campo ou mudas em viveiros. Extremamente sensíveis às baixas temperaturas, as hortaliças em geral devem ser protegidas, caso haja previsão de geadas. Quanto ao trigo, a expectativa é de desenvolvimento normal, pois não haverá impedimento térmico e hídrico para a cultura.PRÓXIMOS DIASNa chegada do outono, a região de Paranavaí terá chuva nesta quarta-feira, com a temperatura oscilando entre 20ºC e 30ºC. Na próxima sexta-feira, o paranavaiense vai enfrentar uma queda na temperatura - 16ºC, assim como no sábado. As previsões são do Simepar.

POLÍTICA

Moro pede ao Congresso que se debruce em pacote anticrime

Ao participar do lançamento da Frente Parlamentar da Segurança Pública no Salão Negro da Câmara dos Deputados, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pediu ontem (20) ao Congresso Nacional que se debruce no projeto de lei anticrime.“É um projeto importante, é uma questão urgente. Acho que os eventos que ocorreram este ano, especialmente [os ataques] no Ceará, acendem uma luz amarela de que a questão da segurança pública é algo que tem que ser tratado com a devida celeridade, porque as ameaças são cada vez maiores. E o projeto caminha nessa área endurecendo o tratamento para crimes mais graves, destravando nossa legislação e criando mecanismos para melhor investigação”, afirmou Moro.Perguntado se será possível o pacote anticrime tramitar junto com a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, o ministro disse que tem conversado com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre o tema.“Na minha avaliação, isso pode tramitar em conjunto, não haveria maiores problemas. Mas vamos conversar, estamos abertos ao diálogo. Evidentemente, as decisões relativas ao Congresso pertencem ao Congresso”, afirmou Moro. “O desejo do governo era de que o projeto fosse encaminhado logo às comissões, mas isso vai ser conversado respeitosamente com o deputado Rodrigo Maia”.A Frente Parlamentar da Segurança Pública tem mais de 300 integrantes e será coordenada pelo deputado Capitão Augusto (PR-SP). O pacote anticrime do governo federal é uma das pautas do grupo.VIAGEM AOS EUA - Moro também comentou a viagem aos Estados Unidos em que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, a contratação do uso da base de Alcântara pelos EUA vai trazer “recursos importantes” ao Brasil.No âmbito da segurança pública, o ministro disse que foram assinados acordos entre o FBI e a Polícia Federal brasileira para troca de informações. Com o Departamento de Segurança Interna dos EUA, foi definida cooperação no âmbito de controle de fronteiras. “Na área de segurança, os interesses são muito convergentes. Há um compromisso de ambos os países de defender a democracia contra as diversas ameaças como terrorismo, crime organizado, tráfico de drogas. Temos muito a aprender.”

CARNE

EUA vão informar em três dias quando virão inspecionar frigoríficos para liberar importação

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse nesta quarta-feira (20) que o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, vai informar dentro de, no máximo, três dias a provável data da visita dos auditores do Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos EUA para fazer a inspeção nos frigoríficos que poderão exportar a carne bovina do Brasil para aquele país. A ministra disse esperar que a visita ocorra em breve.“Ele (o secretário Perdue) ficou de, em três dias, me falar sobre a provável data da visita da missão para fazer a inspeção nos frigoríficos”, disse a ministra, em Nova York, onde cumpre uma série de compromissos oficiais nesta quarta-feira. “Acho que, em relação à carne bovina, vamos ter uma resposta, sim, de quando vão marcar a ida ao Brasil, que deve ser rápida”.Em relação ao pedido dos Estados Unidos de exportar carne suína para o Brasil, Tereza Cristina explicou que o governo brasileiro ainda está avaliando a parte sanitária do certificado de importação. “Não foi ainda concedida (a autorização para os EUA exportarem a carne), estamos ainda discutindo o certificado sanitário”, explicou a ministra.Tereza Cristina também esclareceu a decisão do governo brasileiro de criar a cota de 750 mil toneladas anuais de trigo com taxa zero de importação. De acordo com a ministra, a cota não é só para os Estados Unidos, mas, sim, para todos os países interessados em exportar trigo para o Brasil. Mas ela admitiu que os americanos têm “vantagens comparativas” para assumir uma boa parte desta cota, pois é um país com grande produção de trigo e tem logística pronta para exportação.Em Nova York, nesta quarta-feira, a ministra foi a convidada de honra em evento do Council of The Americas, no Hotel Plaza Athénée, com investidores e executivos internacionais. De início, ela teve uma reunião com a CEO do Council of The Americas, Susan Segal, e depois um café da manhã privado com cerca de 20 pessoas. A ministra fez um pronunciamento e respondeu perguntas dos participantes. Nesta tarde, Tereza Cristina participará de evento do Banco do Brasil em parceria com a Brazilian American Chamber of Commerce.Na quinta-feira (21), a ministra terá um café da amanhã com executivos e empresários no The National Hotel, em evento promovido pela XP Investimentos. À tarde, viajará de volta ao Brasil.

agência dream