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Diário Digital Quinta-feira | Edição 18.312 27/06/2019 Baixar
Brasil recebe primeiros turistas com isenção de visto
ECONOMIA

Brasil recebe primeiros turistas com isenção de visto

Akemi NitaharaDa Agência Brasil Chegaram ontem (17), pelo Riogaleão - Aeroporto Internacional Tom Jobim, na zona norte do Rio de Janeiro, os primeiros turistas dos Estados Unidos beneficiados com a isenção de visto para visitar o Brasil. A medida, prevista no Decreto Presidencial nº 9.731, entrou em vigor nesta segunda-feira e vale também para turistas da Austrália, do Canadá e do Japão. De acordo com o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a expectativa do governo é que essa facilidade aumente o fluxo de turistas desses países e gere pelo menos R$ 1 bilhão para a economia brasileira todos os anos. O ministro considerou o dia de hoje “histórico para o turismo no Brasil”.Marcelo Álvaro Antônio lembrou que a isenção de vistos era uma iniciativa pleiteada pelo setor de turismo há mais de 15 anos. "Segundo o ministro, parte do grupo de americanos que chegaram hoje veio sem o visto, e há depoimentos de que só vieram pela isenção do visto. "Quem ganha é a economia do Brasil, a nossa população, porque certamente essa iniciativa, a médio prazo, com os investimentos necessários para a promoção disso, vai gerar emprego, vai gerar renda e divisas para o nosso país.”Entre os turistas que chegaram nesta segunda-feira com o benefício da isenção de visto estão Bryan e Aline Smith, pai e filha, que pretendem assistir aos jogos da Copa América. “Achei muito boa a facilidade e espero que os Estados Unidos simplifiquem também e implementem a isenção de visto para lá. Espero voltar mais vezes, dependendo de como será esta estadia”, disse Bryan.Pela primeira vez no Brasil, Aline disse que estava ansiosa para ver as belezas da cidade. “Espero ver muitas coisas, quero ver as coisas novas e excitantes ao redor da cidade, as praias e os jogos da Copa América”. Bryan e Aline vão passar uma semana no Brasil.O Ministério do Turismo informou que, no ano passado, os brasileiros gastaram US$ 18,2 bilhões no exterior, enquanto os estrangeiros deixaram US$ 5,9 bilhões no Brasil, o que gerou déficit no setor de turismo de US$ 12,3 bilhões.Marcelo Álvaro Antônio destacou que agora será feita uma campanha de divulgação da isenção nos países beneficiados. “Já está pronta uma campanha, inicialmente para os Estados Unidos, e agora estamos em conversa com a equipe econômica para conseguirmos o recurso para fazer a promoção do Brasil também no Canadá, no Japão e na Austrália.”Com a facilidade do visto eletrônico, que entrou em vigor em 2018 para os mesmos países beneficiados agora com a isenção, o fluxo de visitantes dos Estados Unidos, do Canadá, do Japão e da Austrália aumentou 15,73%, com injeção de R$ 450 milhões na economia.

Setor automotivo cresce, mas não recupera perdas dos últimos anos
ECONOMIA

Setor automotivo cresce, mas não recupera perdas dos últimos anos

Daniel MelloDa Agência Brasil O crescimento que o setor automotivo vem registrando neste ano ainda não é suficiente para recuperar as perdas da indústria nos últimos anos, disse ontem (6) o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Carlos Moraes.“É um crescimento muito pequeno ainda para recuperar todas as perdas que tivemos no período de 2014 a 2016”, afirmou Moraes durante a apresentação dos resultados do setor. De acordo com o presidente da Anfavea, nesse período, as montadoras enfrentaram retração de cerda de 40%.Ele disse que a retomada da produção e das vendas está sendo possível devido à melhora no cenário econômico do país. “No caso do mercado interno, o crédito disponível vem aumentando e o índice de inadimplência está melhor. A gente está vendo também locadoras que têm renovado suas frotas”, acrescentou.Moraes enfatizou, entretanto, que “ainda é muito pouco” para que a indústria volte ao patamar anterior à crise. Para ele, é preciso que o país tenha um crescimento econômico mais robusto. “A gente precisa de mais PIB [Produto Interno Bruto]”, afirmou.Na terça-feira (4), o Banco Mundial reduziu a previsão de crescimento da economia brasileira.  Segundo o Relatório de Perspectivas Econômicas Global, a previsão para a expansão do PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país, neste ano, foi reduzida em 0,7 ponto percentual e ficou em 1,5%.CRESCIMENTO DA INDÚSTRIA - O balanço da Anfavea mostra que a produção de veículos teve alta de 29,9% em maio, em comparação com o mesmo mês de 2018. Foram montados ao longo de maio 275,7 mil unidades, contra 212,3 no mesmo período do ano passado. Em relação a abril, o crescimento na fabricação foi de 3,1%.No acumulado de janeiro a maio, o setor registrou uma expansão de 5,3% em comparação com os primeiros cinco meses de 2018. Foram fabricados neste ano 1,24 milhão de veículos, enquanto no mesmo período do ano passado foram 1,17 milhão de unidades.As vendas de veículos tiveram alta de 21,6% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram comercializadas no período 245,4 mil unidades. Em relação a abril, o crescimento nos emplacamentos foi de 5,8%. No resultado acumulado dos primeiros cinco meses de 2019, foram licenciados 1,08 milhão de veículos, uma expansão de 12,5%.A fabricação de caminhões cresceu 51,3% em maio, com a montagem de 11,2 mil unidades. No acumulado de janeiro a maio, o setor cresceu 10,9% em relação ao mesmo período de 2018, com a produção de 45,4 mil caminhões.De acordo com Luiz Carlos Moraes, a expansão do setor de caminhões está sendo puxada pelo segmento extrapesado. “Mas nós já começarmos a ver outros setores, semipesado e leve, começando a crescer. Isso significa que outros segmentos de distribuição urbana estão começando a renovar a sua frota.”ExportaçõesSegundo o levantamento da Anfavea, as exportações continuam em queda, devido à retração do mercado argentino, que compra 70% do que o Brasil vende ao exterior. As vendas para outros países caíram 30,7% no mês passado em comparação com maio de 2018.Foram vendidas para o exterior 60,8 mil unidades. De janeiro a maio, foram vendidos para outros países 181,6 mil veículos, uma queda de 42,2% em relação aos 314,1 mil exportados nos primeiros cinco meses do ano passado.EMPREGO - Apesar do crescimento da produção e comercialização, o nível de emprego no setor automotivo não aumentou na mesma proporção. Segundo o presidente da Anfavea, isso ocorreu porque as fábricas têm capacidade ociosa e não foram abertos mais turnos nas linhas de montagem.O número de pessoas trabalhando na indústria automotiva registra retração de 1,8% em maio na comparação com o nível de emprego do mesmo mês de 2018. O último balanço aponta para 130 mil pessoas empregadas no setor, uma ligeira queda (0,2%) em relação a abril.

Professores selecionados farão mestrado e doutorado em julho
PARANÁ

Professores selecionados farão mestrado e doutorado em julho

Três anos depois do último Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE), a Secretaria de Estado da Educação selecionou mais de 760 professores da rede estadual de ensino para uma nova turma. O início da turma PDE/2019 está previsto para o dia 29 de julho, após o recesso escolar.Ao concluir o aproveitamento dos estudos, os professores serão promovidos ao Nível III da carreira, e terão um acréscimo de 5% no salário, conforme previsto no Plano de Carreira do Magistério Estadual. Se o professor já possuir alguma gratificação ou percentual por atuar no período noturno, por exemplo, esse valor também será reajustado."O PDE é um programa muito importante porque capacita nossos professores”, disse o secretário estadual da Educação, Renato Feder. Segundo ele, é uma oportunidade que o professor tem de se atualizar, receber o que tem de mais atual para beneficiar o aprendizado dos alunos. “E é bom também para o professor, porque tem a progressão de carreira", afirmou.NA PRÁTICA - A formação continuada terá duração de seis meses, divididos em duas etapas, período durante o qual o cursista irá elaborar um material didático pedagógico com foco em sala de aula da educação básica.No primeiro momento, vão se dedicar à elaboração do projeto que será utilizado como base dos estudos ao longo da formação. Na segunda etapa, desenvolverão o material que será compartilhado em formato de oficinas no Núcleo Regional de Educação (NRE) no qual atua.Durante o PDE, os professores terão acompanhamento de orientadores na modalidade EaD e de profissionais de Instituições de Ensino Superior (IES) pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem e-Escola da Secretaria de Estado da Educação.O objetivo é proporcionar aos profissionais a formação continuada, por meio do aproveitamento de estudos, o compartilhamento de experiências e conhecimento dos professores da rede estadual de ensino com docentes do ensino superior e incentivar o desenvolvimento de metodologias inovadoras para a sala de aula.NOVO FORMATO - A Secretaria da Educação está em diálogo com o sindicato dos profissionais da educação para estudar a elaboração de um novo formato para o Programa de Desenvolvimento Educacional que atenda as necessidades da rede estadual de ensino e de acordo com as possibilidades financeiras e orçamentárias.

SENADO

Política de preços da Petrobras será debatida na CDR na quarta

A política de preços dos combustíveis adotada pela Petrobras, suas consequências na atração de investimentos em refino e infraestrutura logística e impacto para os consumidores será tema de debate na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) nesta quarta-feira (26). A audiência pública foi requerida pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF).Izalci lembra que para atrair investimentos e criar competição no refino e logística — e alinhado com os compromissos de campanha do atual governo —, é necessário que a Petrobras pratique os preços de seus produtos considerando a paridade internacional.“A política de preços da Petrobras para seus produtos, em especial para o óleo diesel, causa diversos impactos, não apenas sobre os resultados da empresa, mas principalmente na vida diária na nação. Considerando que a volatilidade dos preços pode gerar insatisfação para os consumidores, em particular para os caminhoneiros, devem ser avaliadas alternativas que possam garantir a preservação de tal política de preços, mas dando aos consumidores previsibilidade e condições competitivas para o exercício de suas atividades”, destaca o senador.Para a audiência pública foram convidados Felipe Campos Cauby Coutinho, presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet); José da Fonseca Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam); e José Maria Rangel, coordenador Geral da Frente Única dos Petroleiros (FUP). Também devem participar do debate representantes da Petrobras; da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom); da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade); do Movimento Combustível Legal, e dos ministérios da Economia e de Minas e Energia.

agência dream