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 - Terça-Feira | Edição 18.439
Diário Digital Terça-Feira | Edição 18.439 10/12/2019 Baixar
Bancos mantêm trajetória de aumento da rentabilidade, diz BC
ECONOMIA

Bancos mantêm trajetória de aumento da rentabilidade, diz BC

Kelly Oliveira Da Agência Brasil  Os bancos mantiveram a trajetória de aumento da rentabilidade no primeiro semestre de 2019, mas com sinais de desaceleração. Essa é a conclusão do Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado ontem (10) pelo Banco Central (BC).O Retorno sobre o Patrimônio Líquido, indicador que mede a rentabilidade do dinheiro investido pelos acionistas do sistema bancário, alcançou 15,8%, em junho deste ano, com aumento de 1 ponto percentual em relação a dezembro de 2018 (14,8%). Em junho de 2018, o indicador estava em 14,3%.No caso dos bancos públicos, o indicador chegou a 14,3 % no final do último semestre. Já os bancos privados tiveram um índice maior: 16,5%.Segundo o relatório, os acréscimos recentes no nível de rentabilidade do sistema bancário foram influenciados pela retomada gradual no crescimento do crédito, acompanhada de maior participação de pessoas físicas e pequenas e médias empresas. Com essa alteração na composição da carteira de crédito dos bancos, aumentou o lucro porque o spread (diferença entre taxa de captação de recursos e os juros cobrados dos clientes) é maior nessas operações quando comparado ao crédito para grandes empresas. “Além disso, o controle de despesas administrativas foi relevante para os bancos públicos no semestre”, diz o BC.O diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Souza, afirmou que, para não perder rentabilidade no futuro, os bancos terão que aumentar o volume e o número de tipos de empréstimos. “Ou aumentam volume ou alteram mix [de operações de crédito] ou a margem vai cair”, disse o diretor.Souza explicou que os bancos tiveram lucros maiores com o crédito no período em que a taxa básica de juros, a Selic, foi diminuindo. Isso porque, até 2018, os bancos captavam dinheiro a uma taxa de juros mais baixa, com a Selic menor, e tinham ganhos com os juros mais altos dos empréstimos que já tinham sido feitos pelos clientes. Entretanto, com novos empréstimos sendo feitos com taxas para os clientes mais baixas, essa margem de lucro diminuiu.RECEITAS DE SERVIÇOS - De acordo com o relatório, “as receitas com serviços mantiveram crescimento em relação ao semestre anterior, contando ainda com incremento em rendas de tarifas bancárias relacionadas a pacote de serviços e outras tarifas vinculadas a movimentações de recursos”. No entanto, acrescentou o BC, esse crescimento demonstrou desaceleração em relação aos últimos semestres, com estabilização das receitas com cartões no 1º semestre de 2019 e desaceleração do aumento das rendas provenientes de administração de fundos. “O menor crescimento do volume dos recursos administrados foi relevante nessa desaceleração”, acrescentou.Porém, diz o Banco Central, a cobertura de despesas administrativas por receitas de serviços evoluiu de forma negativa no semestre. Houve aumento de 2,8% das despesas administrativas acumuladas em 12 meses, entre dezembro de 2018 e junho de 2019, perante o crescimento de 2% das receitas de serviços. “Após um período de ganhos de eficiência operacional do sistema bancário, decorrentes das políticas de contenção de custos e das reestruturações administrativas, no 1º semestre do ano essa evolução foi pressionada pela estabilização de grupos de receitas de serviços que mantinham evolução positiva relevante nos últimos dois anos”, destaca o relatório.Paralelamente, acrescenta o BC, ocorreram despesas extras com processos de desligamento e despesas sazonais relacionadas à remuneração e ao pagamento de bônus no semestre. “Não obstante, a constante busca dos bancos por cortes de custos com redução de agências e funcionários, acompanhada da evolução da digitalização dos serviços financeiros, mantém a perspectiva de aumento da eficiência operacional no médio e longo prazo”, diz o relatório.SOLVÊNCIA - O BC informa ainda que a solvência do sistema avançou em nível e em qualidade, aumentando ainda mais a capacidade dos bancos para suportar o ritmo de crescimento do crédito. Simulações continuam demonstrando que os bancos brasileiros têm capacidade para enfrentar situações de estresse.“A retenção de lucros tem sido a principal fonte de aumento de capital principal, o que corrobora a percepção de avanço em qualidade”, diz o relatório. Para o BC, o nível de provisões (recursos reservados paras casos de inadimplência) “mantém-se confortável, em linha com o perfil de risco da carteira de crédito”.

Indicador de custos industriais sobe 1,1% no segundo trimestre
ECONOMIA

Indicador de custos industriais sobe 1,1% no segundo trimestre

Agência BrasilPressionado pelas altas nos gastos com pessoal, energia e bens intermediários, o indicador de custos industriais subiu 1,1% no segundo trimestre deste ano frente ao período imediatamente anterior na série com ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, os custos industriais aumentaram 3,5%, informa o estudo divulgado ontem (4), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).Os custos com energia, que crescem desde o fim de 2016, subiram 2,1% no segundo trimestre em relação ao primeiro trimestre deste ano, na série com ajuste sazonal. O aumento da energia foi impulsionado pela alta de 5,1% do óleo combustível e de 1,3% na energia elétrica. O custo com pessoal teve alta de 1,1%. O de bens intermediários subiu 1,7%. Conforme o estudo da CNI, os custos tributários diminuíram 0,6% e os com capital de giro recuaram 3,7%.PREÇOS - No mesmo período em que os custos industriais subiram 1,1%, os preços dos produtos industrializados no mercado doméstico aumentam 2%, o que indica a elevação dos lucros das empresas. Além disso, a alta dos custos industriais foi inferior ao crescimento de 5,4% nos preços em reais dos manufaturados nos Estados Unidos, o que melhorou a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo.“Apesar do ganho de competitividade nos mercados externos, a indústria brasileira perdeu competitividade no mercado doméstico, pois o preço dos manufaturados importados, em reais, cresceu 0,6%, menos do que o aumento de 1,1% nos custos industriais das empresas brasileiras”, diz o estudo da CNI.

Estratégias regionais vão nortear desenvolvimento do Paraná até 2035
DESENVOLVIMENTO

Estratégias regionais vão nortear desenvolvimento do Paraná até 2035

O Governo do Paraná começou a entregar os primeiros mapas regionais de desenvolvimento para o Estado. A Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturantes já finalizou os planos de Desenvolvimento Regional Sustentável da Metrópole Paraná Norte e do Litoral do Paraná. Os documentos reúnem estratégias e ações que vão nortear os investimentos do Estado até 2035.O próximo passo será ampliar e estruturar um documento específico para o Vale do Ivaí, até contemplar todas as regiões do Paraná. Os cadernos buscam respeitar as vocações de cada área, usando os pontos fortes como alicerce para o desenvolvimento econômico, sustentável e social dos municípios.A apresentação dos projetos foi feita nesta terça-feira (03) pelo secretário do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, durante a reunião do governador Carlos Massa Ratinho Junior com o secretariado.“O Paraná tem potencial inexplorado em várias áreas, do turismo ao setor de transformação do agronegócio. Vamos apostar naquilo que as cidades e as regiões têm de melhor, com foco na geração de emprego e renda”, destacou o governador Ratinho Junior. “Mas sem esquecer do olhar social, de cuidar do ser humano”, completou.O secretário Bernardo Jorge explicou que os documentos são frutos de um grande diálogo com a sociedade, responsável por apontar caminhos e ações prioritárias. “Investir em infraestrutura é uma das bases do governo. Teremos um documento para cada região, sempre respeitando a aptidão e o planejamento de cada lugar”, disse.Ele lembrou que foi realizada uma ampla pesquisa e diagnóstico das áreas, fundamentada em cinco eixos de estudo: socioterritorial, meio ambiente, infraestrutura, economia e institucional, que culminaram na construção de cenários e visão de futuro para a região até 2035.REGIÃO NORTE – O documento Metrópole Paraná Norte reúne estratégias e ações de desenvolvimento da macrorregião Norte, composta por 15 cidades no eixo Londrina-Apucarana-Maringá. São 29 programas que se desdobraram em 127 ações e projetos, a serem executados em períodos de até 15 anos.O objetivo é criar um grande corredor de desenvolvimento sustentável e integrado, que ligará as cidades de Arapongas, Rolândia, Cambé, Londrina, Ibiporã, Jataizinho, Apucarana, Paiçandu, Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Jandaia do Sul, Cambira e Mandaguaçu. Os 15 municípios, situados ao longo das BR-369 e BR-376, concentram 1,5 milhão de habitantes e um PIB de R$ 35 bilhões.Entre as principais propostas estão o projeto Parque Metropolitano do Tibagi, na região de Londrina; os Contornos rodoviários de Maringá, Apucarana e Londrina; a criação de um ramal da Ferrovia Norte-Sul, que passará próximo a Maringá, permitindo a ligação com as demais cidades do eixo. Há também possibilidade de implantação de um aeroporto de cargas na região.LITORAL – Com 702 páginas, o documento para o Desenvolvimento Sustentável do Litoral do Paraná contempla dez programas. Aposta em obras de infraestrutura, tendo o Porto de Paranaguá como um dos grandes indutores de desenvolvimento, além de ações ligadas ao turismo para ampliar a geração de emprego e renda dos sete municípios da região.Entre as intervenções, destacou Bernardo Jorge, está a necessidade da construção de uma nova ferrovia, corredor para o transporte de grãos, cortando a Serra do Mar. “As obras a serem realizadas dependem das prioridades do governo e da sociedade. São eles que vão mostrar o que é primordial nos cadernos”, afirmou.VALE DO IVAÍ – O secretário ressaltou que os primeiros estudos apontam para duas vertentes de desenvolvimento da região: fruticultura e turismo. De acordo com os primeiros pontos do material elaborado pela Paraná Projetos, a área tem um grande potencial a ser explorado em relação ao turismo religioso e de aventura, com cerca de 100 cascatas catálogadas. “Além disso, acredito que o investimento na fruticultura pode acabar com o desemprego na região”, destacou Bernardo Jorge.O Vale do Ivaí contempla 26 municípios: Apucarana, Arapuã, Ariranha do Ivaí, Bom Sucesso, Borrazópolis, Califórnia, Cambirá, Cruzmaltina, Faxinal, Godoy Moreira, Grandes Rios, Ivaiporã, Jandaia Do Sul, Jardim Alegre, Kaloré, Lidianópolis, Lunardelli, Marilandia do Sul, Marumbi, Mauá da Serra, Novo Itacolomi, Rio Bom, Rio Branco do Ivaí, Rosário do Ivaí, São João do Ivaí, São Pedro do Ivaí.

PARANÁ

Estado vai licitar serviço de perícia médica para servidores

A Secretaria de Estado da Administração e da Previdência fará no dia 13 licitação para contratação de empresa especializada em Medicina do Trabalho. Será licitada a contratação do serviço para as regiões de Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Jacarezinho, Paranaguá, Paranavaí, União da Vitória e Maringá.A contratação tem por objetivo melhorar e ampliar os polos de atendimento ao servidor, garantindo maior agilidade, já que não haverá necessidade de grandes deslocamentos.A avaliação médica pericial é fundamental para verificação, análise e validação de laudos médicos periciais de afastamento do trabalho do servidor. Com a contratação do serviço de Medicina do Trabalho, os funcionários que precisarem se afastar por questões de saúde deverão procurar as clínicas contratadas. Um médico especialista vai analisar cada caso e emitirá um lado pericial que precisará ser homologado pela Divisão de Perícia Médica do Estado.O laudo pericial trará informações da situação de saúde do servidor, restrições para o trabalho, conforme atribuições do cargo e determinação precisa do período de afastamento. Deverá indicar ainda o código da Classificação Internacional da Doença (CID), a data de retorno ao trabalho, a eventual necessidade de readaptação, ou a indicação para aposentadoria por invalidez, se for o caso. Na hipótese de restrições ou readaptação ao trabalho, o médico deverá indicar as atividades passíveis de desempenho pelo servidor. LICITAÇÃO - O pregão será por sistema eletrônico. O endereço para recebimento e abertura de propostas é www.licitacoes-e.com.br. O contrato terá vigência de 12 meses, podendo ser prorrogado. Não será permitida a participação de empresas em regime de consórcio.A licitação propõe valor a ser pago por avaliação médica e tem o quantitativo médio baseado nos laudos emitidos nos anos de 2016, 2017 e 2018, nas regiões citadas.O preço foi baseado na média do valor praticado por 45 clínicas nas nove cidades. O preço unitário da avaliação será de até R$ 88,34. O edital está disponível no Portal da Transparência www.transparencia.download.pr.gov.br/exportacao/gms/fase_externa/2019/edital/anexo_edital_15159_128991.pdf?windowId=1fe INOVAÇÕES - Além da contratação de novos polos de perícia, o Departamento de Saúde do Servidor, vinculado à Secretaria da Administração e da Previdência, tem promovido ações para melhorar o atendimento aos servidores públicos que precisam ser submetidos à perícia médica para fins de afastamentos legais.Houve reorganização do espaço físico onde é feito o atendimento em Curitiba, na Rua Inácio Lustosa, 700. Além disso, foi implantado o sistema de agendamento online para atendimento em Curitiba, Londrina e Guarapuava e, nos demais polos, o sistema está em processo de implantação.No próximo ano também deve ser adotado o Prontuário Eletrônico. A iniciativa vai racionalizar a documentação em papel. Os médicos poderão ter acesso a todas as informações de saúde do servidor e fazer os apontamentos referentes às avaliações médicas diretamente no sistema, sendo resguardado o sigilo médico.

PARANÁ

Tecpar opera há 15 anos serviço que apoia inovação no país

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), uma das instituições fundadoras do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT), participou quinta-feira (28), em Brasília, do evento em celebração de 15 anos do serviço, idealizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).O SBRT é um serviço de informação tecnológica formado por uma rede de universidades, centros de pesquisa e de inovação de todo o país. Foi lançado ao público em 2004 para fornecer, gratuitamente, informações tecnológicas sob medida para apoiar a melhoria de produtos e processos das micro e pequenas empresas e empreendedores individuais.RESPOSTAS E DOSSIÊS - De acordo com o MCTIC, nestes 15 anos, o banco de dados do SBRT somou 34 mil respostas e dossiês técnicos. Esse acervo de documentos é resultado de cerca de 66 mil perguntas realizadas pelos usuários da plataforma com mais de um milhão de acessos diretos aos seus conteúdos desde a sua criação.NOVOS NEGÓCIOS - O Tecpar, que desde 2004 integra a base do SBRT, já recebeu mais de 5,9 mil solicitações, sendo publicadas 2,6 mil respostas técnicas e outras 3,3 mil respostas com orientações, entre os 15 mil usuários cadastrados na área de abrangência do Tecpar – clientes do Paraná e do Mato Grosso do Sul e também usuários que vivem fora do país.O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, destaca que o serviço faz parte de uma série de iniciativas do instituto para apoiar a inovação e o desenvolvimento de novos negócios, contribuindo com o país na difusão do conhecimento produzido no Tecpar.“O Tecpar, que participa do SBRT desde a sua fundação, conta com profissionais qualificados e experientes para oferecer informações tecnológicas para apoiar empreendimentos. O evento celebra o trabalho conjunto realizado Brasil afora em prol do empreendedorismo e a inovação", afirma.RESPOSTA TÉCNICA – Empreendedores, micro e pequenos empresários que precisam de informações técnicas para abrir, ampliar ou aprimorar seus negócios podem solicitar o apoio do Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT). O serviço fornece informações sobre questões técnicas dos negócios a pessoas físicas e jurídicas.Para ter acesso ao banco de informação, basta se cadastrar no portal www.respostatecnica.org.br e registrar o pedido de informação.

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