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 - Terça-feira | Edição 18.385
Diário Digital Terça-feira | Edição 18.385 24/09/2019 Baixar
Estimativa da Conab indica redução de 20,5% na safra de café este ano
ECONOMIA

Estimativa da Conab indica redução de 20,5% na safra de café este ano

Da Agência Brasil A safra de café este ano sofrerá uma redução de 20,5 em relação a 2018. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa é alcançar 48,99 milhões de sacas. Os dados estão no 3º levantamento da safra de café, divulgado nesta semana.Segundo a Conab, a diminuição é influenciada pela bienalidade negativa, quando os produtores aproveitam para realizar tratos culturais nas lavouras, reduzindo a área em produção; e pelas condições climáticas.“Os cafezais sofreram ainda a incidência de altas temperaturas, ao mesmo tempo em que o ciclo vegetativo sentiu a falta de chuvas em um período importante do desenvolvimento da cultura, o que fez com as estimativas de rendimento médio fossem ainda menores”, informou a companhia.A Conab ressaltou que os números da safra influenciaram inclusive nas exportações brasileiras, que também retraíram. Em agosto, atingiram cerca de 3,2 milhões de sacas de 60 kg, o que representa uma queda de 9,5% em relação ao mesmo período de 2018.

Setor de máquinas e equipamentos cresce 2,4%
ECONOMIA

Setor de máquinas e equipamentos cresce 2,4%

Ludmilla Souza Da Agência Brasil  A indústria brasileira de máquinas e equipamentos recuou 5,2% em julho em relação ao mesmo mês do ano anterior, mas teve crescimento de 2,4% na comparação com junho deste ano, totalizando R$ 6,953 milhões de receita líquida total. A informação foi divulgada nesta semana pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).Segundo a Abimaq, o crescimento acumulado neste ano encolheu mais um pouco, caindo de 3,9%, observado no encerramento do semestre para 2,4% até o mês de julho. De acordo com a instituição, o baixo crescimento em julho é influenciado principalmente pelo mercado doméstico, que encolheu tanto em relação ao mês anterior (9,8%) quanto sobre o mesmo mês de 2018 (-17,2%). No acumulado entre janeiro e julho, porém, o setor cresceu 5,8%.A balança comercial do setor teve saldo negativo de US$ 828,69 milhões em julho, o que representou recuo de 15,9% em comparação ao mesmo mês do ano passado, mas as exportações cresceram, atingindo US$ 846,24 milhões, incremento de 24,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Por coincidência, também houve aumento de 24,1% em relação a junho. As importações também cresceram em julho, 11,1% em relação a junho e 19,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.Para a Abimaq, o crescimento das exportações foi reflexo das vendas de máquinas e equipamentos para o Paraguai e para a Holanda, que juntos contribuíram para reduzir a queda acumulada em 2019, de -7,1% no semestre para -3,2% até o mês de julho.ARGENTINA - As vendas para a América Latina, que, no passado, chegaram a superar a marca de 50% do total exportado pelo setor, vêm apresentando retração contínua e, em 2019, chegaram a 31,9%.Esse cenário reflete, principalmente nos últimos dois anos, a crise no mercado argentino, que levou as aquisições de máquinas a recuar de 15% das vendas externas nacionais, em 2017, para 6% neste ano. "Em 2017 exportávamos US$1,4 bilhões e hoje exportamos R$ 600 milhões, 50% abaixo do que exportávamos. E a expectativa não é boa: provavelmente vamos fechar o ano com esse nível baixo", disse a gerente de Competitividade, Economia e Estatística, Maria Cristina Zanella.PREVISÃO DE CRESCIMENTO - Maria Cristina disse esperar para este ano expectativa de crescimento entre 3% e 4%. "Nós iniciamos o ano com uma expectativa melhor, com crescimento da ordem de 5%, mas os números mostraram que vamos fechar o ano em 3% ou 4%."A Abimaq atribui a queda na expectativa a uma série de fatores. "Uma combinação de mercado doméstico com mercado internacional desaquecido, o que comprometeu as nossas vendas. No mercado doméstico, temos visto maior dificuldade de novos investimentos. É com base neste cenário, que prevemos crescimento um pouco abaixo do que se esperava", acrescentou Maria Cristina.EMPREGO - O balanço divulgado hoje demonstra ligeiro crescimento do emprego, com 0,6% em julho e crescimento de 3,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Até o mês passado foram criados 8 mil postos de trabalho. Atualmente, o setor emprega 309 mil colaboradores.Segundo o presidente da entidade, João Carlos Marchesan, os números divulgados hoje não são bons, mas o país tem capacidade para ser bem melhor. "Precisamos fazer com que a indústria volte a crescer, principalmente a indústria de bens de capital – hoje, o salário de um empregado da indústria de bens de capital está 86% maior do que a média nacional, o que gera renda, e precisamos de emprego no país para destravar o crescimento", afirmou. 

Estado inicia programa de incentivo à arborização
PARANÁ

Estado inicia programa de incentivo à arborização

O Governo do Estado inicia na próxima segunda-feira (23), o Programa Paraná Mais Verde. A proposta é o plantio de mudas de árvores nativas em todo o Estado, com foco na arborização urbana e rural, além da implantação de viveiros municipais e de hortas comunitárias.A iniciativa é alusiva ao Dia da Árvore e início da Primavera. Haverá a distribuição de 413 mil mudas nos 2.146 colégios da rede pública estadual dos 399 municípios paranaenses. “É uma ideia emblemática, em um momento emblemático em que o País sofre com queimadas. O Paraná vai ficar ainda mais verde”, destaca o governador Carlos Massa Ratinho Junior.De acordo com Márcio Nunes, secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, o programa vem em momento em que os números mostram a necessidade de um engajamento da população frente a desmatamentos e queimadas de florestas que se espalham pelo País. “O Paraná está plantando e incentivando a geração futura a cuidar da natureza”, afirma.Além do plantio em todas as unidades escolares, haverá também distribuição de mudas para que os alunos possam levar para casa. Cada instituição de ensino terá de escolher um professor para ser o padrinho da ação.As mudas deverão chegar nas escolas do Estado até esta sexta-feira (20). A logística de distribuição para que todos os colégios sejam beneficiados envolve a Defesa Civil, o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Secretaria de Estado da Educação e Esporte, Sanepar, Copel, Corpo de Bombeiros e prefeituras. “É uma operação enorme, que foi abraçada por vários órgãos de governo”, ressalta Nunes.ESPÉCIES – As mudas são provenientes dos 19 viveiros mantidos pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que produz mais de 1.000 espécies nativas, inclusive as ameaçadas de extinção como Imbuia, Araucária e Peroba Rosa.Os viveiros ficam nos municípios de São José dos Pinhais, Morretes, Fernandes Pinheiro, Paulo Frontin, Guarapuava, Pato Branco, Salgado Filho, Toledo, Cascavel, Pitanga, Imbaú, Ivaiporã, Umuarama, Campo Mourão, Mandaguari, Ibiporã, Cornélio Procópio, Jacarezinho e Paranavaí.Paraná amplia fiscalização e aplica multas de R$ 5,6 milhões por queimadas em 2019O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) intensificou a fiscalização e registrou 880 infrações, representando R$ 5,6 milhões em multas por queimadas até o momento em 2019. Foram ainda 1.150 infrações, somando R$ 12,2 milhões em multas por danos à flora e cortes de árvores.Os números mais que dobram se comparados com o ano passado. Em 2018 foram contabilizadas no Estado 262 infrações e R$ 2,4 milhões em multas por queimadas, além de 361 infrações e R$ 3,8 milhões em multas por corte de árvores e outros danos à flora.“Há um trabalho muito sério contra queimadas no Estado, que envolve Defesa Civil, Bombeiros, Força Verde e sociedade civil organizada. Mesmo no período de seca, o número de queimadas aqui é muito menor do que no restante do Brasil”, disse Márcio Nunes, secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo.O IAP trabalha também para mapear os remanescentes de vegetação nativa do Estado, com imagens de alta resolução e tecnologias atualizadas, para poder divulgar resultados confiáveis da vegetação paranaense.

PARANÁ

Novos servidores reforçarão ações anticorrupção no Governo

O trabalho da Controladoria-Geral do Estado (CGE), responsável por zelar pelo serviço público íntegro e ético, terá mais servidores em suas coordenadorias. Nesta semana, dez já começaram a capacitação para desempenhar atividades de investigação administrativa, auditoria, acompanhamento de denúncias e de reclamações e implantação do programa de compliance, entre outras atividades de combate à corrupção.Os recém-nomeados fazem parte dos 100 servidores aprovados em concurso de 2017 e empossados quarta-feira (18) pelo vice-governador Darci Piana. Eles puderam escolher o local de trabalho, conforme a classificação obtida, e os que optaram pela CGE começaram, já segunda-feira (16), a capacitação para se integrarem ao novo trabalho.“Alguns deles irão para a área de auditoria, uma ferramenta nova na CGE que seguirá o modelo internacional da IA-CM. Assim a CGE assume ação protagonista, ativa e de suporte ao servidor”, explicou o controlador-geral do Estado, Raul Siqueira. Ele se referiu ao Modelo de Avaliação da Capacidade de Auditoria Interna (Internal Audit Capability Model for the Public Sector) IA-CM, idealizado pelo Institute of Internal Auditors (Global) – IIA.As equipes da CGE irão a campo para auditorias e conferência de cumprimento de contratos ou convênios, entre outros trabalhos. “Pretendemos alcançar, com ações da Controladoria, todo o Paraná e, assim fechar o cerco a quem negligencia a ética no serviço público para obter vantagens pessoais”, ressaltou Siqueira.O controlador-geral reforçou que o interesse maior, conforme orientação desta administração estadual, é que a população volte a confiar no Estado, mas para isso os servidores têm que estar comprometidos com esse objetivo. “O governador, os secretários de estado, gestores e os servidores terão a segurança que suas ações estarão dentro dos perfis de integridade ética e combate à corrupção”, completou o controlador-geral.REESTRUTURAÇÃO – As áreas que receberam novos servidores estão sendo reestruturadas pela CGE para ampliar suas atuações. Uma delas é a Coordenadoria de Controle Interno, que receberá boa parte dos novos integrantes. Sua finalidade é planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades do Sistema de Controle Interno do Governo do Estado.Para que o trabalho seja efetivo e eficiente, cada órgão estadual tem um agente de Controle Interno, outro de Transparência e mais um de Compliance. Os três formam o Núcleo de Integridade e Compliance (NIC), coordenado pelas respectivas coordenadorias da CGE. Luci de Andrade Netska, coordenadora de Controle Interno, reforçou que a independência é um dos princípios do setor, responsável por conferir a conformidade com normas e com planejamento.“Hoje, boa parte dos servidores que integram os NIC está vinculada aos próprios órgãos. Com esse aporte de pessoal, há a possibilidade de destacarmos alguém da CGE para esses núcleos, garantindo mais independência de atuação”, afirmou Luci.EXPECTATIVAS – Jackson Vinicius Seixas, um dos novos contratados, queria trabalhar em um órgão com as características da CGE. “Tenho a convicção que o serviço público só pode ser melhor com ética e responsabilidade. Para mim, foi muito simples escolher. Vou trabalhar em prol da sociedade”, declarou.A natureza do serviço desenvolvido pela CGE também atraiu Sérgio Utiyama. “Quero fazer meu melhor como parte desta equipe e mostrar com orgulho para minha família e para a sociedade que a CGE é um órgão sério e que busca trabalhar para a sociedade”, comentou Sérgio.Mauro do Nascimento Neto veio de São Paulo e estudava para a Controladoria Geral da União (CGU). “Foi uma alegria ter a possibilidade de trabalhar na CGE. Desenvolver um bom trabalho no serviço público sempre foi o que quis fazer. A CGE é um setor muito promissor”, resumiu Mauro.A Controladoria-Geral do Estado atraiu Marlon Stafin por conta dos desafios que surgirão com a nova estrutura e ampliação da atuação. “É um órgão que está diretamente relacionado com o bem-estar da população e oferece bastante desafio e possibilidade de crescimento profissional”, afirmou Marlon.

CÂMARA

Rubens Bueno ajuda a aprovar PEC que garante poder investigatório de CPIs

O deputado federal Rubens Bueno (Cidadania-PR) ajudou a aprovar nesta quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara a PEC 115/2019, que assegura às comissões parlamentares de inquérito o poder de realizar conduções coercitivas de testemunhas, de investigados ou de acusados. De acordo com o parlamentar, a medida restabelece o poder investigatório do Legislativo previsto na Constituição.A PEC, que agora segue para uma comissão especial, é uma reação a decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) de conceder habeas corpus para que convocados para depor em CPIs deixem de comparecer as audiências. Só na CPI do BNDES, que está em andamento na Câmara, mais de 20 convocados já foram beneficiados por decisões do STF.Ao defender a proposta, Rubens Bueno considerou que o Judiciário vem errando ao limitar os poderes de CPIs. “A Constituição já fala que as CPIs têm poder instrutório, como o do Judiciário. Essa PEC conserta decisões erradas do Supremo que representam uma interferência indevida no processo legislativo”. Para o parlamentar, a proposta “vai restabelecer o poder investigatório do Parlamento”.De acordo com o deputado, é necessário garantir as prerrogativas do Congresso Nacional. “Cabe ao Parlamento investigar, documentar, tomar todas a medidas como faz o poder instrutório da autoridade judicial. E as CPIs, como o Judiciário, garantem todos os direitos fundamentais do investigado”, disse Rubens Bueno, que lembrou que as investigações produzidas pelas CPIs da Petrobras e do Cachoeira, por exemplo, ajudaram o Ministério Público a ter elementos para dar início a operações como a Lava Jato e depois apresentar as devidas denúncias à Justiça.

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