Paranavaí
Min. 21°C Max. 34°C
DESENVOLVIMENTO

Instalação de novas empresas fortalece a economia de Paranavaí

Amistoso entre Brasil e República Tcheca será dia 26 de março

  • 1975, a equipe da Cotel de Paranavaí participou da Taça Governador de Futsal
  • Regional de Terra Rica acontecerá amanhã com jogos no feminino e no masculino
  • Prazo para inscrições termina amanhã
  • Mário Sérgio e Jean venceram o Torneio de Futevôlei
  • Atlético Paranavaí perdeu jogo de virada
  • ABC
  • América-MG
  • América-RN
  • Asa
  • Atlético-GO
  • Atlético-MG
  • Atlético-PR
  • Avaí
  • Bahia
  • Boa Esporte
  • Botafogo
  • Bragantino
  • Ceará
  • Chapecoense
  • Corinthians
  • Coritiba
  • Criciúma
  • Cruzeiro
  • Figueirense
  • Flamengo
  • Fluminense
  • Goiás
  • Grêmio
  • Guaratinguetá
  • Icasa
  • Internacional
  • Joinville
  • Náutico
  • Oeste
  • Palmeiras
  • Paraná
  • Paysandu
  • Ponte Preta
  • Portuguesa
  • Santa Cruz - PE
  • Santos
  • São Caetano
  • São Paulo FC
  • Sport
  • Vasco
  • Vitória-BA
diario do noroeste
diario do noroeste
diario do noroeste

Colunistas

Tânia Mara
Dinei Feitosa
Sinopse Geral

Articulistas

André Maciel
EDENI MENDES
Fabiano Brum
Josué Ghizoni
Marcelo Rios
Márcia Spada
diario do noroeste
 - Domingo e Segunda | Edição 18.186
Diário Digital Domingo e Segunda | Edição 18.186 20/01/2019 Baixar
diario do noroeste
Mercado financeiro prevê inflação em 4,02% neste ano
DINHEIRO

Mercado financeiro prevê inflação em 4,02% neste ano

A inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), neste ano deve ficar em 4,02%. Essa é a previsão de instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) todas as semanas sobre os principais indicadores econômicos.Na semana passada, a projeção para o IPCA estava em 4,01%. A estimativa segue abaixo da meta de inflação que é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%, neste ano.Para 2020, a projeção para o IPCA segue em 4%. Para 2021 e 2022, a estimativa permanece em 3,75%.A meta de inflação é 4%, em 2020, e 3,75%, em 2021, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).O BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano, para alcançar a meta da taxa inflacionária.De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2019 em 7% ao ano e subir em 2020 para 8% ao ano, permanecendo nesse patamar em 2021 e 2022.O Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic para conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.A manutenção da taxa básica de juros indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.Atividade econômicaAs projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,53% para 2,57% neste ano. Para os próximos três anos, a previsão de crescimento é 2,50%.A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no final deste ano e de 2020.

Produção de veículos cresce 6,7% em 2018, diz Anfavea
ECONOMIA

Produção de veículos cresce 6,7% em 2018, diz Anfavea

A produção de veículos no país cresceu 6,7% em 2018 na comparação com o ano anterior. O dado foi divulgado ontem (8) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).De janeiro a dezembro do ano passado, o país produziu 2,880 milhões de veículos e, em 2017, 2,699 de unidades.Considerando apenas o mês de dezembro, a produção de veículos atingiu 177,7 mil unidades, com queda de 27,4% na comparação com novembro. Em relação a dezembro de 2017, a produção caiu 16,8%. LICENCIAMENTO - No período de janeiro a dezembro do ano passado, foram licenciados no país 2,566 milhões de veículos – o que engloba veículos leves, caminhões e ônibus –, com aumento de 14,6% em comparação a 2017.Em dezembro foram emplacados 234,5 mil veículos, com 1,6% de aumento em relação a novembro e de 10,3% em comparação com dezembro do ano passado.

diario do noroeste
diario do noroeste
diario do noroeste
Nova gestão da Cohapar quer eficiência e modernização
HABITAÇÃO

Nova gestão da Cohapar quer eficiência e modernização

A implantação de um sistema de gestão mais eficiente e enxuto e a modernização dos processos, com a adoção de novas tecnologias em todas as etapas dos trabalhos são algumas das principais medidas a serem adotadas na Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), de acordo com o novo presidente, Jorge Lange.Lange realizou a primeira reunião trabalho com os funcionários após a indicação do governador Carlos Massa Ratinho Junior ter sido aprovada pelo Conselho de Administração da companhia. A posse aconteceu na sexta-feira (11) e a reunião de trabalho nesta segunda. Lange disse que trabalhará em conjunto com os colaboradores para tornar a Cohapar independente novamente, enquanto investe fortemente em ações para a população, com a expansão de casas populares e a documentação de imóveis sem registro. “A Cohapar possui um corpo técnico competente e experiente, que somada à vontade do governador Ratinho Junior de investir em habitação, resultará na realização do sonho das famílias paranaenses de conquistarem uma moradia digna”, afirmou Lange.EFICIÊNCIA - A exemplo do que ocorre na estrutura do Governo, afirmou Lange, a nova gestão está promovendo o enxugamento, com cortes de gastos desnecessários e a valorização do que a Cohapar já possui para, segundo ele, torná-la a melhor empresa de habitação do país.A modernização dos processos também será uma das marcas da gestão. “Além da informatização dos sistemas de gestão e atendimento à população, estamos estudando novos modelos construtivos, inclusive do exterior, para dar mais qualidade e agilidade às obras”, explicou Lange.Haverá articulação direta com as prefeituras para o desenvolvimento de novos projetos. “A Cohapar está de portas abertas aos prefeitos para buscar soluções rápidas que resolvam os problemas de moradia e regularização fundiária”, afirmou.

EM BRASÍLIA

Governo do Paraná participa de reunião sobre os rumos da política habitacional

O presidente da Cohapar, Jorge Lange, participou, junto com diversos órgãos estaduais e municipais de habitação, de uma reunião com o Ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, na sede do ministério, em Brasília. No encontro, foram tratadas questões relativas aos investimentos federais para a contratação e retomada de obras e projetos de construção de casas populares, urbanização e regularização de assentamentos precários. a reunião aconteceu na última quinta-feira.O encontro foi intermediado pela Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC) e o Fórum Nacional de Secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU). Esta foi a primeira reunião das entidades e suas associadas com o novo governo para tratar do futuro das políticas públicas da União para o setor.REPRESENTATIVIDADE – Em Brasília, o presidente da Cohapar também participou de uma reunião de trabalho com representantes da ABC para conhecer a estrutura da entidade representativa, a qual a companhia integra desde a sua fundação, em 1974. Ela foi criada como organização sem fins lucrativos, com o objetivo de promover estudos e soluções para os problemas de moradia em todo o país.Para Lange, a agenda na capital foi uma oportunidade de estabelecer e estreitar relacionamentos do Paraná com o Governo Federal para o estabelecimento de parcerias que resultem em novos investimentos em habitação para o estado. “Foram encontros proveitosos para alinhamento das ações e que, somadas ao respaldo dado pelo governador Ratinho Junior, nos dão uma perspectiva positiva de trabalho para os próximos anos”, afirma o presidente da Cohapar.

DE OLHO NO PREÇO

Pesquisa aponta que 45% dos consumidores priorizam genéricos

A possibilidade de economia sem riscos, proporcionado pelos medicamentos genéricos está fazendo com que grande parcela da população já considere essa opção na hora da compra. Os dados são resultados da pesquisa Análise do Perfil de Compra dos Shoppers em Farmácias - 2018, realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC), em parceria com a Unicamp e com o Instituto Axxus.Segundo a pesquisa o número de brasileiros que consideram essa opção na hora da compra é bastante expressivo, sendo que 45% dos consumidores apontara que adquiriram medicamentos predominantemente genérico, outros 55% compraram predominantemente os de marcas.“Os genéricos já venceram uma desconfiança inicial e natural que enfrentaram no mercado e hoje já fazem parte das opções de escolhas dos consumidores, eles possuem um grande potencial competitivo por causa da economia que ele proporciona, sendo que os preços são fundamentais na escolha”, analisa Edison Tamascia, presidente da Febrafar, que encomendou a pesquisa.Ele se refere ao fato de que a pesquisa também aponta a prioridade que o consumidor está dando ao preço em relação à marca na hora de adquirir medicamentos. Segundo a pesquisa, 33% dos consumidores, acabaram comprando produtos diferentes do objetivo inicial e metade desses clientes buscava economia (50%).“É importante reforçar, porém, que o cliente não está indo contra a indicação médica, mas sim buscando uma alternativa real, sendo que o genérico possui a mesma substância ativa, forma farmacêutica e dosagem que o medicamento de referência”, complementa Tamascia.A pesquisa teve como objetivo apurar as características de compras de medicamento dos brasileiros, bem como o tipo de medicamento adquirido, o índice de intercambialidade de medicamento e os motivos que levaram a essa troca. “Essa pesquisa comprova uma característica muito comum nos brasileiros que é não ser fiel ao produto que foi procurar em uma farmácia, ouvindo a indicação dos farmacêuticos. O principal fator de intercambialidade é o preço, demonstrando que o brasileiro se encontra mais preocupado com o bolso”, explica o presidente da Febrafar.A pesquisa foi realizada com quatro mil consumidores de todos o Brasil que quando esses saíam das farmácias em que estiveram para efetuar a compra. A pesquisa foi realizada por 152 entrevistadores. a-inter

diario do noroeste
agência dream