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SAÚDE ANIMAL

Município abre consulta pública para uso do "Castramóvel”

Assessoria PrefeituraA Prefeitura de Paranavaí abriu esta semana uma Consulta Pública de Interesse para uso do veículo trailer “Castramóvel - Saúde Animal”. O município considera a necessidade de uso efetivo do veículo, considerando as dificuldades de manter o Castramóvel com a contratação de profissionais e demais despesas.“O Castramóvel é um trailer, portanto, preciso de um veículo para puxar. Ou seja, é necessário comprar um carro e designar um motorista para movimentar o trailer. Além disso, seria necessário contar com um médico veterinário e um auxiliar. Só a folha de pagamento destes profissionais custaria ao município R$ 200 mil ao ano. Com R$ 200 mil ao ano, o município tem condição de comprar a castração nas clínicas. É muito mais inteligente comprar a castração, e é o que vamos fazer. Como funciona a compra da castração? A própria clínica vai à casa da pessoa, pega o animal, leva à clínica, faz a castração e depois devolve ao dono. O programa de castração nas clínicas é muito mais viável para o município e para a população”, explicou o prefeito KIQ.A Lei Orgânica do Município (artigo 73-A, § 4º) autoriza a permissão de uso precário de bens públicos por tempo indeterminado. Segundo o texto da Portaria nº 86/2020, publicada em 4 de fevereiro deste ano, há a necessidade de promover iniciativas pilotos de ocupação de bem móvel público, para a definição de futuros critérios para a formalização de termo de permissão de uso.Portanto, fica determinada a abertura de Consulta Pública de Interesse para exploração do Castramóvel. Como contrapartida deverá haver a prestação de serviços gratuitos de educação sobre zoonoses e de posse responsável de animais, monitoramento de cães e gatos com a colocação de microchips, esterilização de cães e gatos, com foco na promoção da saúde e prevenção de agravos e doenças e o controle populacional de cães e gatos em situação de abandono, vítimas de maus tratos, que forem encaminhados pelo Poder Público Municipal, por meio de ONGs, bem como de pessoas pertencentes a famílias beneficiadas por políticas públicas socioeconômicas ou enquadradas como de “Baixa Renda”.Pessoas físicas e jurídicas poderão manifestar interesse para exploração do Castramóvel mediante apresentação de requerimento entregue no setor de Protocolo Geral da Prefeitura de Paranavaí até o dia 28 de fevereiro. Os interessados devem estar munidos dos documentos (CPF/CNPJ e comprovante de endereço), informar como será realizada a prestação de serviços, indicar um responsável técnico e prever um tempo para realização dos serviços.

NOROESTE DO PARANÁ

Casos de raiva em rebanhos da região não causaram prejuízos comerciais

No final de janeiro, dois casos de raiva em rebanhos bovinos do Noroeste do Paraná foram confirmados pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar): um em Tapira e outro em Porto Rico. Todas as medidas de segurança foram tomadas para impedir o avanço da doença, não havendo prejuízos comerciais para os produtores.Supervisor regional da Adapar em Paranavaí, Carlos Costa Junior explicou que a raiva não é endêmica nos municípios da região, por isso, não existe necessidade de fazer a imunização frequente dos animais. A medida é tomada somente quando a doença é detectada.Costa Junior explicou que todos os rebanhos bovinos num raio de 12 quilômetros do foco devem ser vacinados. Essa é a distância que o morcego, transmissor da doença, pode percorrer. Segundo ele, desde a confirmação dos dois casos, quase todos os animais em propriedades nos perímetros delimitados já foram imunizados.Ele disse que a medida de segurança evitou que outros animais contraíssem a raiva. Mais do que isso, a proteção dos rebanhos garante que não seja transmitida para seres humanos e outros mamíferos. O vírus é transportado por morcegos hematófagos, ou seja, que se alimentam de sangue. Mas o contágio só ocorre se estiver infectado. No ano passado, a Adapar identificou casos de raiva em diferentes propriedades do Noroeste do Paraná, em Santa Mônica, Planaltina do Paraná e Querência do Norte. Segundo o supervisor regional, são mais comuns em cidades próximas aos rios, porque os morcegos costumam habitar a mata dos barrancos.

 - Quinta-feira | Edição 18.513
Diário Digital Quinta-feira | Edição 18.513 02/04/2020 Baixar
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